ÁSIA/CHINA - As “Cantinas da Caridade” a serviço de milhares de pobres de Xi An

Quarta, 20 Janeiro 2016 igrejas locais   pobreza  

Faith

Xi An (Agência Fides) - “Eles levaram aquecimento aos sem-teto” foi a manchete na primeira página do jornal Chinese Business View (500 mil cópias diárias e 17 milhões de visitantes para a edição na internet) da província chinesa de Shaan Xi. O artigo mostrou grande apreço por duas iniciativas promovidas por voluntários católicos: a “Cantina da Caridade do Domingo” da paróquia de Nan Tang e a “Cantina da Misericórdia do Rio Amarelo” da paróquia de Tian Xing, ambas da Arquidiocese de Xi An, capital da província.
Segundo informações obtidas pela Agência Fides, a “Cantina da Caridade do Domingo” foi fundada há três anos, e todos os domingos oferece almoço aos sem-teto, mas também aos trabalhadores imigrantes e camponeses. Como explicam os paroquianos, “estamos abertos a todos os necessitados, porque somos seguidores de Jesus misericordioso”. Para melhorar o seu serviço, no verão passado eles consertaram e renovaram a cozinha da paróquia a fim de oferecer um ambiente acolhedor e bem equipado com ar condicionado. Também foi instalado um chuveiro perto da praça da igreja.
Depois da missa dominical, os voluntários se dedicam a este serviço. Periodicamente há também médicos católicos que prestam serviço gratuitamente, consultando quem precisa. No Natal, no inverno e no verão os mesmos voluntários que administram a cantina distribuem roupas, bebidas quentes ou frescas na estação e em vários locais públicos. De acordo com as estatísticas incompletas, em 2015, cerca de 5 mil pessoas usufruíram da “Cantina da Caridade do Domingo”, financiada pela própria paróquia com cerca de 2 mil euros. Em vez disso, a “Cantina da Misericórdia do Rio Amarelo” da paróquia de Tian Xing funciona há 10 anos, e todas as segundas, quartas e sextas-feiras oferece jantar aos desabrigados e necessitados. Nas duas cozinhas a qualidade dos alimentos está sob vigilância sanitária rigorosa, mas sobretudo se vive um grande acolhimento e amor cristão para com estes abandonados e marginalizados pela sociedade. (NZ) (Agência Fides 2016/01/20)


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