Fides News - Portuguese (Portugal)http://www.fides.org/As notícias da Agência Fidespt EUROPA/FRANÇA - Sacerdote degolado enquanto celebra a missahttp://www.fides.org/pt/news/60513-EUROPA_FRANCA_Sacerdote_degolado_enquanto_celebra_a_missahttp://www.fides.org/pt/news/60513-EUROPA_FRANCA_Sacerdote_degolado_enquanto_celebra_a_missaRouen – Um sacerdote idoso, pe. Jacques Hamel, 84 anos, foi morto esta manhã enquanto celebrava a missa na igreja de Saint Etienne du Rouvray, na Normandia . Dois homens entraram durante a celebração, mataram o sacerdote e feriram três fiéis, um dos quais gravemente. Dentre os reféns, duas eram religiosas e outra conseguiu fugir e dar o alarme. Os dois assassinos foram mortos pela polícia. <br />De Cracóvia, onde se encontrava para participar da Jornada Mundial da Juventude e retornou à França, o Arcebispo de Rouen, Dom Dominique Lebrun, enviou uma mensagem em que afirma: “A Igreja católica não pode ter outras armas senão a oração e a fraternidade entre os homens. Deixo aqui centenas de jovens que são o futuro da humanidade e lhes peço para não se renderem diante da violência, mas que se tornem apóstolos da civilização do amor”. <br /> <br /><br />Tue, 26 Jul 2016 15:36:48 +0200ÁFRICA/UGANDA - Onda de refugiados do Sudão do Sul lotam os centros de acolhida, já precárioshttp://www.fides.org/pt/news/60510-AFRICA_UGANDA_Onda_de_refugiados_do_Sudao_do_Sul_lotam_os_centros_de_acolhida_ja_precarioshttp://www.fides.org/pt/news/60510-AFRICA_UGANDA_Onda_de_refugiados_do_Sudao_do_Sul_lotam_os_centros_de_acolhida_ja_precariosGulu – Em apenas três semanas, chegaram a Uganda 30 mil refugiados, os centros de acolhida estão superlotados, no limite do colapso. Os recentes combates no Sudão do Sul causaram uma nova onda de chegadas, colocando sob pressão os países fronteiriços do sul, que já hospedam meio milhão de refugiados. Desde os primeiros dias de dezembro de 2015, já estavam em Uganda pelo menos 511 mil refugiados e requerentes de asilo e o país era o terceiro em acolhimento na África, depois de Etiópia e Quênia. Nos últimos dias, mais de 30 mil pessoas fugiram dos combates no Sudão do Sul e as agências humanitárias denunciaram a precariedade de recursos, das estruturas de acolhimento e dos centros de trânsito na região noroeste do país. <br />O centro de Elegu, no confim entre Sudão do Sul e Uganda, hospeda atualmente 10 mil pessoas, um número dez vezes maior do que sua capacidade efetiva. As fortes chuvas contribuem para dificultar as intervenções, os serviços de saúde são poucos e a área está repleta de lixo. As latrinas não têm capacidade para um número tão grande de pessoas, que são obrigadas a defecar em espaços abertos. <br />“A situação piorou muito: alarmante e assustadora. Os números são enormes e as agências humanitárias no território relativamente poucas”, consta em declaração do diretor executivo da Caritas da arquidiocese de Gulu, recebida pela Fides. Crianças e mulheres, visivelmente cansados e famintos, compõem 90% das novas chegadas. Igualmente dramática é a situação no campo de trânsito de Nyumanzi, no distrito noroeste de Adjumani, construído em 2014 para receber cerca de 2 mil pessoas por 2 semanas no máximo. Atualmente, acolhe mais de 20 mil refugiados. O centro de Kuluba hospeda 1500, ao invés dos 300 previstos como capacidade. <br /> <br />Tue, 26 Jul 2016 15:36:02 +0200ÁFRICA/ANGOLA - Mensagem final: “Na proclamação do Evangelho da família devemos ser testemunhas da esperança”http://www.fides.org/pt/news/60508-AFRICA_ANGOLA_Mensagem_final_Na_proclamacao_do_Evangelho_da_familia_devemos_ser_testemunhas_da_esperancahttp://www.fides.org/pt/news/60508-AFRICA_ANGOLA_Mensagem_final_Na_proclamacao_do_Evangelho_da_familia_devemos_ser_testemunhas_da_esperancaLuanda – “Uma mensagem de esperança e solidariedade sobre o futuro das nossas famílias e comunidades, à Igreja-Família de Deus na África e Madagascar, e a todos os homens e mulheres de boa vontade” foi redigida pelos participantes da 17ª Assembleia Plenária da SECAM/SCEAM . No final dos trabalhos, que tiveram o tema “A Família na África ontem, hoje e amanhã, à luz do Evangelho”, a mensagem final, recebida pela Agência Fides, reafirma “a importância da família, que constitui verdadeiramente a Igreja doméstica e o fundamento sobre o qual se edifica qualquer sociedade”. <br />Dentre os desafios pastorais que a família enfrenta hoje na África, sobre os quais os trabalhos se concentraram, o texto menciona: as condições precárias e a pobreza, a exclusão social, o impacto das novas tecnologias de informação, a ideologia de gênero, a família mononuclear, os casais divorciados e recasados, a contracepção, a esterilização, o aborto, a poligamia, os dotes, os ritos da viuvez, as migrações devidas a guerras e conflitos, as crises internas das famílias, a feitiçaria, a ausência de um dos membros do casal por questões de estudo ou de trabalho. <br />“Estes diferentes desafios desestabilizam os casais e as famílias, principalmente quando não há uma forte estratégia pastoral em ato – prossegue o texto. Como pastores, afirmamos o nosso empenho em renovarmos e reforçarmos a nossa pastoral em favor das famílias. É nossa convicção e fé que a família não pode ser sufocada pelas crises e as situações que atravessa. No anúncio do Evangelho da família, somos chamados a ser testemunhas da esperança”.<br />Os participantes da Assembleia reafirmam “a beleza do matrimônio”, que não é um peso, mas uma comunidade de amor, de alegria e valorização dos casais e da família” e se parabenizam com aqueles que são fieis no matrimônio, compartilhando o sofrimento de quem vive situações difíceis, exortando-os a não desanimarem e assegurando-lhes a sua oração. <br />No parágrafo intitulado “a família, santuário de vida”, a mensagem convida todas as famílias africanas “a serem um lugar de profundo desenvolvimento humano e espiritual, de modo a se tornar comunidades de vida, oração e amor, e agentes de transformação para as nossas sociedades”. As associações cristãs e as organizações pastorais familiares são chamadas “a se esforçarem ainda mais para acompanhar os casais antes, durante e depois da celebração do matrimônio”. <br />“De igual modo, saudamos os esforços dos Estados membros da União Africana pelo interesse pelos problemas da família. Exortamo-los a resistir perante todas as pressões dos governos e organizações que querem impor ao continente africano políticas anti-família. Felicitamos os governos que, em nome dos valores morais e da nossa cultura, têm a coragem de opor-se a estas políticas … Convidamo-los a promover políticas que respeitem os valores culturais africanos da justiça, dos direitos fundamentais da pessoa e das famílias, incluindo o respeito pelo bem comum e a melhoria das condições de vida das populações mais desfavorecidas”.<br />A Mensagem, assinada pelo Presidente do SECAM, Dom Gabriel Mbilingi, Arcebispo de Lubango, se conclui reafirmando que “o futuro da família está no coração de nossa missão. A família é um dom do amor misericordioso de Deus, garante o futuro de nossas sociedades”, deve ser protegida e defendida. O apelo final é: “Famílias cristãs africanas, não tenham medo de colocar Cristo no centro de suas vidas! Longa via à família!”. <br /> <br />Tue, 26 Jul 2016 15:35:11 +0200AMÉRICA/EL SALVADOR - Uma “justiça de transição” para uma verdadeira recuperação do tecido social que sangra há anoshttp://www.fides.org/pt/news/60512-AMERICA_EL_SALVADOR_Uma_justica_de_transicao_para_uma_verdadeira_recuperacao_do_tecido_social_que_sangra_ha_anoshttp://www.fides.org/pt/news/60512-AMERICA_EL_SALVADOR_Uma_justica_de_transicao_para_uma_verdadeira_recuperacao_do_tecido_social_que_sangra_ha_anosSan Salvador – Continua o debate em El Salvador sobre a anulação da lei da anistia por parte da Corte Suprema de Justiça. Em 22 de julho, através de um comunicado, a Conferência Episcopal pediu uma "justiça restaurativa" a favor das vítimas do conflito armado. Embora a declaração não peça a prisão para nenhum dos culpados, todavia propõe que as vítimas "sejam ouvidas, sejam respeitadas em seus direitos e em sua dignidade e que recebem um pedido de perdão". Neste contexto, o Episcopado pede às autoridades legislativas que criem um procedimento jurídico para reforçar “uma justiça de transição”, que torne possível uma “verdadeira recuperação do tecido social que sangra há tantos anos”.<br />A nota enviada a Fides destaca também o comentário do Arcebispo da capital, Dom José Luis Escobar Alas: a anistia promovida pelo presidente Alfredo Cristiani não permitiu realizar plenamente os Acordos de Paz que acabaram com 12 anos de guerra.<br />Enquanto isso, o Presidente Salvador Sanchez Ceren anunciou o início dos colóquios com os partidos políticos representados na legislatura para aprovar uma nova lei sobre reconciliação nacional, que se insira no momento que vive El Salvador e "permita às famílias conhecer a verdade, mas ao mesmo tempo seja também dado a elas a possibilidade de perdoar", disse à imprensa.<br /> Tue, 26 Jul 2016 14:28:45 +0200AMÉRICA/COLÔMBIA - As crianças da comunidade wayuú continuam morrendo de fome e de sedehttp://www.fides.org/pt/news/60507-AMERICA_COLOMBIA_As_criancas_da_comunidade_wayuu_continuam_morrendo_de_fome_e_de_sedehttp://www.fides.org/pt/news/60507-AMERICA_COLOMBIA_As_criancas_da_comunidade_wayuu_continuam_morrendo_de_fome_e_de_sedeLa Guajira – As comunidades indígenas da população wayúu, na Colômbia, denunciaram a morte de mais crianças por causa da fome, da desnutrição e da falta de proteção social em La Guajira. Trata-se de uma crise humanitária que continua ameaçando a vida de milhares de pessoas que residem nesta região do país , como relatam as notícias que chegaram a Fides. Em especial, se aponta o fato que, não obstante a crise na região, continuam as tentativas de desviar as fontes de água para favorecer a extração de carvão. <br />Os representantes da comunidade wayuú declararam que desde o início de 2016 morreram mais de 40 menores, sem contar os que não foram registrados pelas autoridades. O empenho do Instituto Colombiano para o Bem Estar parece não ser suficiente para evitar que as crianças continuem morrendo de fome em La Guajira.<br /> Tue, 26 Jul 2016 14:27:19 +0200AMÉRICA/MÉXICO - "As armas são a fraqueza da razão": Dom Arizmendi sobre o assassinato do prefeitohttp://www.fides.org/pt/news/60503-AMERICA_MEXICO_As_armas_sao_a_fraqueza_da_razao_Dom_Arizmendi_sobre_o_assassinato_do_prefeitohttp://www.fides.org/pt/news/60503-AMERICA_MEXICO_As_armas_sao_a_fraqueza_da_razao_Dom_Arizmendi_sobre_o_assassinato_do_prefeitoSan Juan Chamula - Dom Felipe Arizmendi Esquivel, Bispo de San Cristóbal de las Casas, pediu para continuar o diálogo como único caminho para a paz social: "dialogar é compartilhar os próprios pontos de vista com os outros, é ouvir com o coração o que os outros dizem, dispostos a renunciar alguma coisa, sempre colocando na frente o bem comum".<br />As declarações do Bispo, enviadas a Fides, foram motivadas pelo assassinato ocorrido no sábado, 23 de julho, em San Juan Chamula, onde foram mortas cinco pessoas, incluindo o prefeito da cidade. "Estas mortes" - disse - "indicam que há violência em todos os ambientes, não só nas comunidades indígenas". Também Dom Arizmendi Esquivel advertiu que a falta de transparência e informação correta sobre o uso de recursos públicos gera desconfiança em relação às autoridades, vingança, luta política e ambições imprevisíveis e difíceis de controlar. Não se pode escolher e aceitar líderes que baseiam a sua força no número de apoiantes e na força armada para alcançar os seus objetivos. "As armas são a fraqueza da razão", reiterou, sublinhando a necessidade de continuar o diálogo, " como a única forma viável" para construir a paz social.<br />O México, após as eleições de 5 de junho, deve enfrentar a falta de uma maioria política nas capitais e outras cidades. Em San Juan Chamula, durante um protesto contra o prefeito, criminosos com o rosto coberto mataram o prefeito e 4 colaboradores. O governador de Chiapas, área em que San Chamula pertence, disse: "Todos nós temos de trabalhar juntos para o diálogo e a paz para a nossa comunidade, especialmente com a vocação pacifista dos indígenas de San Juan Chamula". <br /><br /><br />Mon, 25 Jul 2016 07:51:07 +0200ÁFRICA/MOÇAMBIQUE - Renúncia do Arcebispo de Nampula e nomeação do Administrador Apostólicohttp://www.fides.org/pt/news/60504-AFRICA_MOCAMBIQUE_Renuncia_do_Arcebispo_de_Nampula_e_nomeacao_do_Administrador_Apostolicohttp://www.fides.org/pt/news/60504-AFRICA_MOCAMBIQUE_Renuncia_do_Arcebispo_de_Nampula_e_nomeacao_do_Administrador_ApostolicoCidade do Vaticano – O Santo Padre Francisco, em 25 de julho de 2016, aceitou a renúncia ao governo pastoral da Arquidiocese de Nampula, em Moçambique, apresentada por Dom Tomé Makhweliha, S.C.I., em conformidade ao can. 401§ 2 do Código de Direito Canônico, e nomeou Dom Ernesto Maguengue, Bispo titular de Fornos menor e Auxiliar da mesma Arquidiocese, Administrador Apostólico “sede vacante et ad nutum Sanctae Sedis” desta Sede Metropolitana. <br />Mon, 25 Jul 2016 22:00:38 +0200AMÉRICA/MÉXICO - Ser indígena significa discriminação, marginalização e pobreza?http://www.fides.org/pt/news/60502-AMERICA_MEXICO_Ser_indigena_significa_discriminacao_marginalizacao_e_pobrezahttp://www.fides.org/pt/news/60502-AMERICA_MEXICO_Ser_indigena_significa_discriminacao_marginalizacao_e_pobrezaCidade do México - A principal desvantagem de ser indígena no México é a discriminação, juntamente com a marginalização, a pobreza, a exclusão e o analfabetismo. Foi o que emergiu dos dados da Pesquisa Nacional Indígena elaborada pela Universidade Nacional Autônoma do México , enviados à Agência Fides. A maior parte das pessoas reconhece que os indígenas se encontram em condições de vida piores do que os outros, mas de acordo com 21% dos entrevistados, a principal vantagem de ser indígena é constituída por suas tradições, pela riqueza dessa diversidade de línguas e derivações linguísticas.<br /> É também muito grande o preconceito de muitos mexicanos em empregar pessoas indígenas, assim como há o lugar comum de que os índios são preguiçosos, passivos e indiferentes, contribuindo deste modo a uma visão estereotipada de ver o mundo deles. Na realidade, destaca o estudo, nem todos os índios moram nas zonas rurais nem são pobres ou vivem em lugares remotos. Mon, 25 Jul 2016 22:00:03 +0200AMÉRICA/HONDURAS - Missionárias Scalabrinianas: há 25 anos a serviço dos migrantes em Hondurashttp://www.fides.org/pt/news/60500-AMERICA_HONDURAS_Missionarias_Scalabrinianas_ha_25_anos_a_servico_dos_migrantes_em_Hondurashttp://www.fides.org/pt/news/60500-AMERICA_HONDURAS_Missionarias_Scalabrinianas_ha_25_anos_a_servico_dos_migrantes_em_HondurasTegucigalpa – "São um sinal vivo e visível da solidariedade cristã", disse o Card. Oscar Andres Rodriguez Maradiaga, Arcebispo de Tegucigalpa, na Missa de ação de graças pelos 25 anos de trabalho das irmãs scalabrinianas a serviço dos centenas de migrantes que chegam e atravessam Honduras. Sua incansável prestação foi publicamente apreciada e reconhecida pela Igreja local e pelas autoridades civis durante uma cerimônia que se realizou em 18 de julho no auditório da Universidade Católica de Honduras .<br />Segundo a nota enviada à Agência Fides, quando em 1987 o Card. Rodriguez Maradiaga foi eleito Secretário-Geral do Conselho Episcopal Latino-americano , entre as suas principais missões promoveu na América Latina a Pastoral para os Migrantes. Pediu então ajuda aos missionários e às missionárias scalabrianas que trabalhassem para que nas 22 Conferências Episcopais do continente fosse instituída a Pastoral dos migrantes.<br />Em Honduras, a iniciativa teve como responsável o Bispo emérito de Choluteca, Dom Raúl Corriveau, que trabalhou com as primeiras irmãs scalabrianianas que chegaram a Honduras 25 anos atrás, lançando as bases de um trabalho para os migrantes que continua até hoje. Em 1991, foi assinado o acordo entre a Conferência Episcopal e as Missionárias Scalabrinianas. <br /><br />Mon, 25 Jul 2016 21:59:30 +0200EUROPA/REINO UNIDO - Aumenta a colaboração entre Caritas Westminster e Jewish Volunteering Network (JVN)http://www.fides.org/pt/news/60505-EUROPA_REINO_UNIDO_Aumenta_a_colaboracao_entre_Caritas_Westminster_e_Jewish_Volunteering_Network_JVNhttp://www.fides.org/pt/news/60505-EUROPA_REINO_UNIDO_Aumenta_a_colaboracao_entre_Caritas_Westminster_e_Jewish_Volunteering_Network_JVNLondres – A colaboração crescente entre voluntários cristãos da Caritas e judeus do Jewish Volunteering Network representa um modelo capaz de abrir novos caminhos para a ação comum no campo das emergências humanitárias, até o ponto de se tornar um instrumento eficaz para a difusão de uma cultura do encontro e do serviço ao bem comum. Estão certos disso John Coleby, Diretor da Caritas Westminster, e Leonie Lewis, Diretora do JVN, organismo que reúne as organizações de voluntariado judaico atuantes no Reino Unido, que atua em rede com realidades semelhantes de outros países. <br />Nos dias passados, em um pronunciamento publicado pela mídia israelense, Coleby e Lewis delinearam as potencialidades de colaboração inter-religiosa no âmbito de atividades caritativas, recordando que o encontro e a compartilha de experiências e ajuda entre as duas realidades se iniciou concretamente há seis meses, com as ações promovidas pela Caritas Westminster e a JVN em favor dos refugiados que se encontravam em Calais. Naquela ocasião, resultaram evidentes as possíveis sinergias entre os dois organismos, a partir da possibilidade de aprender, um do outro, nas intervenções para enfrentar emergências humanitárias. <br />O voluntariado inter-religioso – observam Coleby e Lewis – pode enfrentar e solucionar situações complexas. Os responsáveis dos dois organismos ressaltam a pertença à comum tradição judaico-cristã como fonte de inspiração para um compromisso comum de judeus e cristãos no campo das obras assistenciais e caritativas, marcadas pela gratuidade. Tal colaboração, expandindo progressivamente seus programas comuns, pode se tornar também um instrumento útil para reduzir discriminações e sectarismos religiosos. Os responsáveis esperam que no futuro a colaboração possa envolver também análogas realidades do voluntariado atuantes entre comunidades muçulmanas. <br /> <br />Mon, 25 Jul 2016 17:31:27 +0200ÁFRICA/EGITO - O Patriarca copta-ortodoxo Tawadros II suspende as catequeses públicas de quarta-feira por causa das violências sectáriashttp://www.fides.org/pt/news/60506-AFRICA_EGITO_O_Patriarca_copta_ortodoxo_Tawadros_II_suspende_as_catequeses_publicas_de_quarta_feira_por_causa_das_violencias_sectariashttp://www.fides.org/pt/news/60506-AFRICA_EGITO_O_Patriarca_copta_ortodoxo_Tawadros_II_suspende_as_catequeses_publicas_de_quarta_feira_por_causa_das_violencias_sectariasCairo – O Patriarca copta-ortodoxo Tawadros II anunciou a suspensão das tradicionais catequeses semanais que realiza todas as quartas-feiras no Cairo, em consequência do clima de tensão que se vive por causa da nova série de ataques sectários sofridos pelas comunidades coptas em várias regiões do país. O anúncio e a motivação da decisão foram comunicados pelo próprio Papa Tawadros em sua última catequese pública, o Primaz da Igreja copta-ortodoxa acrescentou que nas próximas semanas dedicará o seu tempo principalmente à oração pelas famílias atingidas pelas violências. <br />A nova sequência de atritos sectários teve seu epicentro no estado de Minya, onde domingo, 17 de julho, um cristão copta foi morto por agressores muçulmanos durante uma briga. Quinta-feira, 21 de julho, o próprio presidente Abdel Fattah al Sisi lançou um apelo à concórdia religiosa, reiterando a intenção de perseguir por lei os artífices de violências sectárias. Após o apelo presidencial, novos ataques sectários se verificaram em uma aldeia em Beni Suef, onde quatro casas de cristãos foram atacadas por muçulmanos que acusavam coptas de construir uma igreja sem autorização. <br />No passado o Patriarca Tawadros suspendeu por cerca de dez semanas suas catequeses públicas, no verão de 2013, estação marcada por confrontos – com ataques a dezenas de igrejas – que abalaram o país após a deposição do Presidente islâmico, Morsi. .<br />Mon, 25 Jul 2016 17:30:33 +0200ÁFRICA/SUDÃO DO SUL - Grave crise alimentar depois da retomada da guerra civilhttp://www.fides.org/pt/news/60501-AFRICA_SUDAO_DO_SUL_Grave_crise_alimentar_depois_da_retomada_da_guerra_civilhttp://www.fides.org/pt/news/60501-AFRICA_SUDAO_DO_SUL_Grave_crise_alimentar_depois_da_retomada_da_guerra_civilJuba – Agrava-se a crise alimentar no Sudão do Sul depois que recomeçou a guerra civil. Milhares de pessoas estão em fuga e para quem permanece a prioridade é se alimentar. Desde que recomeçou a guerra civil, duas mil crianças e jovens da escola St. Kizito, em Juba, 600 famílias mantidas à distância em Eastern Equatoria e 100 alunos da escola técnica de Bahrgel, em Lakes, não têm possibilidade de se alimentar regularmente. <br />O alarme chega da Avsi, que acaba de lançar uma nova campanha para a compra de cereais, farinha, óleo e água. Por questões de segurança, a Onlus teve que suspender suas atividades nas bases de Juba e Eastern Equatoria, mas está trabalhando para enfrentar a crise alimentar e garantir às crianças ajuda à distância e aos alunos nas escolas a possibilidade de se nutrir. <br />Segundo um comunicado recebido pela Fides, no estado de Lakes, onde a situação é considerada menos perigosa, o objetivo é manter o colégio aberto até pelo menos os exames de fim de quadrimestre. Em Juba, o colégio de ensino fundamental St. Kizito, que recebe mais de 2 mil crianças do bairro de Munuki, um dos mais atingidos pelas violências, foi obrigada a fechar. <br /> <br /><br />Mon, 25 Jul 2016 17:29:50 +0200ÁSIA/LÍBANO - Cerca de 250 mil crianças sírias refugiadas no Líbano não são escolarizadashttp://www.fides.org/pt/news/60497-ASIA_LIBANO_Cerca_de_250_mil_criancas_sirias_refugiadas_no_Libano_nao_sao_escolarizadashttp://www.fides.org/pt/news/60497-ASIA_LIBANO_Cerca_de_250_mil_criancas_sirias_refugiadas_no_Libano_nao_sao_escolarizadasBeirute – Mais da metade das cerca de 500 mil crianças de idade escolar cadastradas no Líbano não frequentam aulas por terem poucos recursos e devido às políticas do Governo libanês. A denúncia provém de Human Rights Watch que, em estudo recente, assinalou também os passos positivos do país para consentir o acesso dos refugiados sírios ao ensino público e gratuito. Na nota recebida pela Fides, a ONG evidencia a importância da instrução, crucial para que as crianças possam ter um instrumento para enfrentar e superar o trauma da guerra e do deslocamento, além de ter um papel positivo na futura reconstrução da Síria. <br />O Líbano está oferecendo uma série de aulas vespertinas em 238 escolas para atender um maior número de alunos no ano letivo 2015-2016. Também foram aumentadas as vagas para refugiados sírios nas escolas do Líbano, mesmo se muitas ficaram vazias por causa de problemas econômicos. Com efeito, 70% das famílias sírias não pode enfrentar despesas para a compra de material e manutenção escolar. Além do fator econômico, outros motivos que prejudicam a alfabetização são os abusos e moléstias a que são submetidas as crianças, o uso de línguas que os pequenos sírios não falam ou normas de inscrição específicas. As crianças do ensino médio encontram impedimentos ainda maiores, como a dificuldade de obter visto de residência legal depois de 15 anos. Somente 3% delas conseguiram se matricular na escola no ano passado. Atualmente, no Líbano há 1,1 milhão de refugiados sírios cadastrados oficialmente, metade dos quais é menor de idade. As autoridades fazem uma estima mais alta. <br />Sat, 23 Jul 2016 16:14:31 +0200AMÉRICA/BRASIL - Secretários executivos da CNBB em meio aos índios Terenahttp://www.fides.org/pt/news/60499-AMERICA_BRASIL_Secretarios_executivos_da_CNBB_em_meio_aos_indios_Terenahttp://www.fides.org/pt/news/60499-AMERICA_BRASIL_Secretarios_executivos_da_CNBB_em_meio_aos_indios_TerenaCampo Grande – Na intensa agenda de trabalho de seu encontro, realizado em Campo Grande de 18 a 22 de julho, os Secretários executivos das 18 regiões que compõem a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil , fizeram também uma visita a uma realidade indígena no município de Miranda, diocese de Jardim.<br />Como informa a nota da CNBB recebida pela Agência Fides, em 20 de julho, os Secretários foram ao município de Miranda, diocese de Jardim, e visitaram algumas aldeias habitadas por índios Terena, que somente nesta diocese são mais de dez mil, e são muito numerosos em todo o Mato Grosso do Sul. Acompanhados por pe. Antonio Ferreira Catelan e pelo Bispo de Jardim, Dom João Gilberto Moura, os Secretários foram acolhidos na aldeia de Babaçu – Comunidade Nossa Senhora Imaculada Conceição, por caciques e lideranças de doze aldeias, num total de sessenta pessoas.<br />O grupo debateu alguns quesitos considerados particularmente importantes neste momento: o esforço que está sendo feito nas aldeias para salvar e manter a cultura indígena; o reforço da identidade indígena através das línguas nativas, danças e rituais; a luta para garantir que as leis institucionais sobre a demarcação de terras sejam respeitadas. <br />Em relação à Igreja, muito apreciada por eles, as lideranças pediram uma presença maior. Se possível, que os sacerdotes visitem as famílias para conhecer melhor a sua realidade e a cultura indígena. Dentre os problemas que citaram, a falta de assistência de saúde e o uso de álcool e drogas. Depois da exposição, os Secretários iniciaram um diálogo para uma maior compreensão recíproca entre a Igreja e a realidade indígena. <br />No final do encontro, Dom João Gilberto Moura definiu o dia como ‘histórico’. “Somos uma Igreja viva, uma Igreja comunhão. Muito do que foi dito esta tarde contribuirá para melhorar o nosso trabalho na diocese de Jardim e também na Igreja no Brasil”. Para o Bispo, foi o maior encontra jamais realizado entre a Igreja e o povo Terena. <br />Sat, 23 Jul 2016 16:13:57 +0200ÁFRICA/ANGOLA - Assembleia do SECAM: investe-se muito pouco nos meios de comunicação para evangelizar a Áfricahttp://www.fides.org/pt/news/60496-AFRICA_ANGOLA_Assembleia_do_SECAM_investe_se_muito_pouco_nos_meios_de_comunicacao_para_evangelizar_a_Africahttp://www.fides.org/pt/news/60496-AFRICA_ANGOLA_Assembleia_do_SECAM_investe_se_muito_pouco_nos_meios_de_comunicacao_para_evangelizar_a_AfricaLuanda - "A Igreja deve estar absolutamente mais presente nos meios de comunicação digitais de maneira deliberada e consciente." Foi o que sublinhou o Bispo da Diocese de Oyo, na Nigéria, Dom Emmanuel Badejo, coordenador do workshop intitulado "A influência dos meios de comunicação modernos e das novas ideologias sobre a família na África de hoje" no âmbito da 17ª Assembleia Plenária do SECAM/SCEAM, em andamento, em Luanda .<br />O Bispo convidou a refletir sobre o fato de que "bilhões de pessoas hoje se dirigem às mídias sociais como fonte de informação, mas se investe muito pouco nos meios de comunicação para a evangelização na África". De acordo com notícias transmitidas pela agência africana Canaã, enviadas à Fides, o Bispo de Oyo, em seguida, exortou os pastores da Igreja na África a "criar novos apóstolos", envolvendo "os próprios jovens que são nativos do mundo digital e confiando-lhes os valores do Evangelho".<br />Referindo-se em particular ao tema da Assembleia "A família na África, ontem, hoje e amanhã: à luz do Evangelho", o Bispo de Oyo sublinhou a necessidade urgente de educar as famílias para o uso dos meios de comunicação e, especialmente, informá-las "sobre os benefícios e perigos dos novos meios de comunicação", porque "os pais que não estão familiarizados com o funcionamento da internet são mais propensos a ignorar os perigos", e "isso é especialmente verdadeiro na África".<br />A nível de dioceses e paróquias, portanto, é necessário promover sessões de formação sobre os meios de comunicação modernos, guiados por especialistas, para pais e filhos. Também os bispos, sacerdotes e religiosos têm de se familiarizar com os meios de comunicação a fim de serem capazes de fornecer respostas documentadas às perguntas das pessoas. Infelizmente, nota-se um uso negativo dos meios digitais modernos em algumas situações. No entanto, observou Dom Badejo que guia a Comissão Episcopal Pan-africana para as Comunicações Sociais , a Igreja deve "continuar sendo convicta de que os benefícios das novas mídias superam muito os seus deméritos, e também no que diz respeito às possibilidades pastorais e o compromisso espiritual". <br />Sat, 23 Jul 2016 15:38:39 +0200ÁSIA/CHINA - "Os esposos de Cana": também casais não cristãos no acampamento espiritual sobre matrimôniohttp://www.fides.org/pt/news/60495-ASIA_CHINA_Os_esposos_de_Cana_tambem_casais_nao_cristaos_no_acampamento_espiritual_sobre_matrimoniohttp://www.fides.org/pt/news/60495-ASIA_CHINA_Os_esposos_de_Cana_tambem_casais_nao_cristaos_no_acampamento_espiritual_sobre_matrimonioXian Xian – Sintir a presença do Espírito Santo na vida matrimonial; experimentar a beleza e a felicidade do matrimônio cristão: com estes propósitos 35 casais cristãos e não cristãos da Diocese de Xian Xian, na província de Hebei, China, acabam de concluir o acampamento espiritual intitulado "Os esposos de Cana", organizado pela Comissão diocesana da pastoral para a família e o matrimônio, de 12 a 18 de julho.<br />Segundo informações enviadas à Agência Fides, o Bispo diocesano Dom Zhou, presidiu a missa de abertura. Durante a homilia, sublinhou a importância do matrimônio para a Igreja e para a sociedade, incentivando os casais a consolidar a fé que é a base de um matrimônio e uma família saudável e sólida: "quando nos afastamos do Senhor, se enfraquece o amor que nos une, a família se fragmenta e o casal se perde".<br />E ainda, evocando a eventualidade do divórcio, exortou: “o problema deve ser enfrentado juntos, com a fé e a espiritualidade matrimonial, inclusive com a ajuda de outros – sacerdotes, religiosas, catequistas – vista a variedade de desafios que a sociedade atual nos impõe”. Os participantes se disseram muito satisfeitos com a experiência, principalmente os casais não cristãos, que estavam visivelmente emocionados. <br />Sat, 23 Jul 2016 11:07:39 +0200ÁFRICA/ETIÓPIA - Restrições no uso da internet impedem de salvar a vida de muitas criançashttp://www.fides.org/pt/news/60498-AFRICA_ETIOPIA_Restricoes_no_uso_da_internet_impedem_de_salvar_a_vida_de_muitas_criancashttp://www.fides.org/pt/news/60498-AFRICA_ETIOPIA_Restricoes_no_uso_da_internet_impedem_de_salvar_a_vida_de_muitas_criancasMeki - "Desde que o governo etíope restringiu o acesso à internet não é mais possível obter informação científica na rede, nem discutir os casos de doentes graves que não conseguimos gerir." Conta-nos o seu testemunho, através do uso de VPN , uma vez que o acesso à internet continua sendo fechado, um pediatra espanhol coordenador de um centro pediátrico em Meki, em Oromia, na Etiópia.<br />"Em geral, quando devemos enfrentar situações alarmantes costumamos entrar em contato por e-mail ou telefone com os especialistas internacionais com os quais nos confrontamos. Com o novo telemedicamento conseguimos ter diagnóstico e tratamento, melhoramos a qualidade de vida de muitas crianças. No entanto, neste período não é assim, o Governo etíope censura a internet e as redes sociais causando danos consideráveis de vários tipos".<br />Muitas meninos e meninas etíopes estão à espera de diagnóstico e tratamento, não somente no centro pediátrico de Meki, mas também em outros hospitais, incluindo o hospital de Gambo, onde as crianças gravemente doentes esperam ser salvas ou permanecem à espera. <br /><br />Sat, 23 Jul 2016 11:06:11 +0200ÁFRICA/EGITO - Presidente al Sisi sobre os atritos sectários: perseguiremos por lei quem quer dividir cristãos e muçulmanoshttp://www.fides.org/pt/news/60493-AFRICA_EGITO_Presidente_al_Sisi_sobre_os_atritos_sectarios_perseguiremos_por_lei_quem_quer_dividir_cristaos_e_muculmanoshttp://www.fides.org/pt/news/60493-AFRICA_EGITO_Presidente_al_Sisi_sobre_os_atritos_sectarios_perseguiremos_por_lei_quem_quer_dividir_cristaos_e_muculmanosCairo – No Egito, existe igualdade de direitos e deveres entre muçulmanos e cristãos diante da lei e o Estado deve prestar atenção “em todas as tentativas de erguer ‘barreiras’ entre as duas comunidades. Por isso, os responsáveis das violências e dos ataques de matriz sectária serão perseguidos e punidos segundo a lei, porque “o Egito é um Estado de direito”. Assim o Presidente egípcio Abdel Fattah al Sisi expressou ontem, de modo firme, a sua posição em relação aos confrontos sectários como os registrados nos últimos tempos, principalmente no estado de Minya, onde domingo passado, um cristão copta foi morto por agressores muçulmanos durante uma briga. O apelo à concórdia religiosa e a reafirmada intenção de perseguir legalmente os artífices de violências sectárias foram expressos pelo Presidente ex-General em uma cerimônia de entrega de certidões militares. <br />Falando durante o evento, Al-Sisi solicitou todos a viver e favorecer a unidade nacional entre os egípcios, reiterando que cristãos e muçulmanos são iguais diante da lei. Em seguida, também o Patriarca copta-ortodoxo, Tawadros II, após um breve encontro com o Presidente al Sisi, em declaração divulgada pela imprensa egípcia convidou todos a não oferecer pretextos para quem quer explorar os eventos para criar prejuízos na sociedade de 90 milhões de cidadãos e que sofre com dificuldades econômicas e penúria de recursos financeiros, “porque o seu objetivo é a destruição de nosso país”. <br />Os pronunciamentos do Presidente al Sisi e do Patriarca Tawadros seguem o do Xeque Ahmed al Tayyib, Grande Imame de al Azhar, que já havia feito uma declaração pública convidando os moradores da região a percorrerem o caminho da razão para impedir o incremento da sedição sectária . A Organização “Iniciativa Egípcia” contabilizou pelo menos 77 episódios de diferentes gravidades de violência sectária na região de Minya depois da chamada revolução de 26 de janeiro de 2011. Até agora, em muitas ocasiões, depois de casos de conflitos sectários se realizam processos penais para identificar e punir os responsáveis pelas violências, mas são organizados os chamados “encontros de reconciliação”, reuniões públicas que colocam em confronto membros de diversas comunidades religiosas depois dos conflitos e que induzem a atos públicos de pacificação. Esta praxe é, no entanto, considerada ineficaz, pois quase sempre garante a imunidade aos artífices dos gestos violentos e de intimidação. . <br />Fri, 22 Jul 2016 15:13:44 +0200ÁFRICA/SUDÃO - As inundações causam mortes e destruiçãohttp://www.fides.org/pt/news/60490-AFRICA_SUDAO_As_inundacoes_causam_mortes_e_destruicaohttp://www.fides.org/pt/news/60490-AFRICA_SUDAO_As_inundacoes_causam_mortes_e_destruicaoCartum – As fortes inundações que se seguiram às chuvas caídas no país causaram a morte de muitas pessoas nas semanas passadas. Cerca de 2200 moradias foram destruídas pelas incessantes chuvas no campo de refugiados de Naivasha, em Shangil Tobaya, norte de Darfur, deixando dezenas de famílias desalojadas e sem casa. O transbordamento dos rios na estação anual de chuvas no Sudão é a causa principal destes alagamentos devastadores. Um dos distritos mais atingidos é o de El Fasher e Karary em Omdurman, além da aldeia de El Laota, estado de El Gezira, aonde foram registrados também alguns mortos, e Cartum, com muitas casas destruídas. A Rede para Segurança Alimentar, FEWS, assinalou que o aumento das chuvas provavelmente vai melhorar a produção das colheitas, mas este incremento por causar também inundações em áreas de risco. <br />Fri, 22 Jul 2016 15:13:02 +0200ÁSIA/TERRA SANTA - “Temos sede da Tua paz”. Quase 700 jovens da Terra Santa na JMJ de Cracóviahttp://www.fides.org/pt/news/60494-ASIA_TERRA_SANTA_Temos_sede_da_Tua_paz_Quase_700_jovens_da_Terra_Santa_na_JMJ_de_Cracoviahttp://www.fides.org/pt/news/60494-ASIA_TERRA_SANTA_Temos_sede_da_Tua_paz_Quase_700_jovens_da_Terra_Santa_na_JMJ_de_CracoviaJerusalém – Quase 700 rapazes e moças partiram da Terra Santa nos últimos dias em direção da Polônia, para participar da Jornada Mundial da Juventude 2016, cujos eventos centrais serão em Cracóvia, de 27 a 31 de julho. Na precedente JMJ do Rio de Janeiro 2013 participaram somente 30 jovens de Israel, Palestina e Jordânia. Desta vez, participam do grupo uma centena de jordanianos, quase duzentos palestinos, maronitas e greco-católicos da Galileia, um grupo de católicos das paróquias de Israel e o grupo de rapazes e moças do Caminho Neocatecumenal provenientes também de Chipre. Os quase 200 jovens provenientes dos Territórios Palestinos – inclusive 5 que vivem na Faixa de Gaza – decidiram contar suas aventuras e recolher emoções e reflexões no “diário de George”, uma espécie de jornal de bordo coletivo cujos momentos decisivos serão publicados site oficial do Patriarcado latino de Jerusalém. <br />Nas primeiras páginas, o "diário de George" está contando os primeiros dias e as primeiras impressões dos jovens árabes cristãos em sua ida à Polônia. Eles dizem que tiveram um "acolhimento ótimo" em Torun, cidade que os acolhe, e imediatamente tomam nota das coisas que podem aprender durante esta viagem que irá levá-los a encontrar milhares de coetâneos provenientes de todo o mundo: "o povo polonês", lê-se no relatório do primeiro dia "quanto se comprometeu, o fazam profundamente! Eu penso que nós, palestinos em particular e árabes em geral, temos algo a aprender com essas pessoas. Os valores que ainda nos faltam: o espírito de rigor no trabalho, compromisso sério, e também favorecer o bem comum". A história do primeiro dia na Polônia termina com uma bela oração de agradecimento: "Obrigado, Senhor, por me satisfazer durante este longo dia de amizade e beleza. Dá-me um coração que escuta, um coração em paz, um coração sábio, para viver intensamente estes dias na sua presença amorosa. Cura a minha alma, tenho sede de paz .... da sua paz". . <br /><br />Fri, 22 Jul 2016 15:12:26 +0200