Fides News Portuguêshttp://www.fides.org/As notícias da Agência Fidesen-usAMÉRICA/BRASIL – Eleições de 5 de outubro: a corrupção entra no debate eleitoralhttp://www.fides.org/pt/news/38316-AMERICA_BRASIL_Eleicoes_de_5_de_outubro_a_corrupcao_entra_no_debate_eleitoralhttp://www.fides.org/pt/news/38316-AMERICA_BRASIL_Eleicoes_de_5_de_outubro_a_corrupcao_entra_no_debate_eleitoralAparecida – Os escândalos de corrupção envolvendo a empresa petrolífera estatal Petrobrás entraram no debate eleitoral promovido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, do qual participaram oito dos onze candidatos à presidência ). A presidente Dilma Rousseff, que tenta a reeleição, e o líder da oposição, Aécio Neves , acusaram-se mutuamente sobre este ponto. Enquanto a ambientalista Marina Silva, favorita nas pesquisas em um eventual segundo turno com Rousseff, acusou a Presidente e Neves de não apresentarem algfum programa de governo.<br />O ex-Presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, desceu em campo para apoiar a atual Presidente e membro do Partido dos Trabalhadores : Dilma Rousseff, depois que as últimas pesquisas apontavam como favorita a ambientalista Marina Silva, do Partido Socialista . Em 5 de outubro, os eleitores brasileiros serão chamados a votar para eleger o Presidente, o vice-presidente, os Governadores, um terço dos senadores, deputados federais e estaduais. Thu, 18 Sep 2014 00:00:00 +0200AMÉRICA/MÉXICO - “Ouvir o irmão migrante é ouvir a voz de Jesus”. Em andamento o XV encontro nacional da pastoral da mobilidade humanahttp://www.fides.org/pt/news/38315-AMERICA_MEXICO_Ouvir_o_irmao_migrante_e_ouvir_a_voz_de_Jesus_Em_andamento_o_XV_encontro_nacional_da_pastoral_da_mobilidade_humanahttp://www.fides.org/pt/news/38315-AMERICA_MEXICO_Ouvir_o_irmao_migrante_e_ouvir_a_voz_de_Jesus_Em_andamento_o_XV_encontro_nacional_da_pastoral_da_mobilidade_humanaYucatán – “Ouvir o irmão migrante é ouvir a voz de Jesus. Assim, a nossa missão é dar novamente dignidade ao migrante... Hoje, o agente da pastoral, sacerdote, religioso ou leigo – é chamado por Deus Peregrino a construir o Reino de justiça e solidariedade no mundo da mobilidade humana”, afirmou Dom Emilio Carlos Berlie Belaunzarán, Arcebispo de Yucatán, na Missa de abertura do XV Encontro Nacional sobre Mobilidade Humana. O evento se realiza em Yucatán de 16 a 19 de setembro, com a presença de diversos Bispos engajados na pastoral do migrante. Depois da missa, houve uma coletiva de imprensa para sublinhar os principais pontos do Encontro: “Queremos apoiar e ajudar os migrantes, o que fazemos há tempos, mas o queremos fazer melhor diante das novas realidades com as quais se confrontam atualmente”, disse o Bispo auxiliar de Puebla e Secretário da Conferência Episcopal do México, Dom Eugenio Lira Rugarcía. O México apresenta uma situação de migração muito difícil de se administrar, que nos últimos tempos envolve um número crescente de crianças . A Igreja no México é talvez a única instituição não-governamental que assiste e protege este grupo, que gradualmente está se tornando uma “população flutuante” no país, uma população de periferia. Eis porque este ano, na preparação ao evento, procuraram-se contributos sobre as reflexões do “discípulo missionário”, que leva o Evangelho às periferias do mundo. <br /> Thu, 18 Sep 2014 00:00:00 +0200ÁSIA/SRI LANKA – Bispos: “Joseph Vaz, apóstolo de paz, será santo: a Igreja exulta”http://www.fides.org/pt/news/38314-ASIA_SRI_LANKA_Bispos_Joseph_Vaz_apostolo_de_paz_sera_santo_a_Igreja_exultahttp://www.fides.org/pt/news/38314-ASIA_SRI_LANKA_Bispos_Joseph_Vaz_apostolo_de_paz_sera_santo_a_Igreja_exultaColombo – “O que diriam se um desejo aguardado há 300 anos se realiza? Toda a Igreja cingalesa hoje exulta de alegria. Agradecemos de coração o Papa Francisco pelo dom da canonização de Joseph Vaz, co-fundador de nossa Igreja”: com estas palavras, Dom Vianney Fernando, Bispo de Kandy, expressa à Agência Fides a imensa satisfação dos Bispos e de toda a comunidade católica cingalesa pela notícia da próxima canonização do Beato Joseph Vaz, comunicada pela Santa Sé. “Trabalhamos intensamente e superamos vários obstáculos – afirma. Agora estamos simplesmente felizes. Esperamos e rezamos para que a celebração possa se realizar durante a visita do Papa a Sri Lanka. Nossa alegria seria dobrada”, acrescenta, contando que em 14 de setembro, a Igreja local viveu um dia especial de oração com esta intenção. O Bispo informa à Fides que compartilhou a alegria com o Bispo de Goa, cidade indiana de onde Vaz era originário. O Beato Vaz, recordou Dom Fernando, “foi inspirador de paz e de reconciliação nos momentos críticos vividos no país, especialmente durante a guerra civil”.<br />Joseph Vaz, chamado “o Apóstolo de Sri Lanka”, nasceu em Benaulin em 1651. Ordenado sacerdote na Congregação de São Felipe Neri, foi muito cedo em missão a Sri Lanka, onde os calvinistas holandeses lançaram uma violenta perseguição contra os católicos. Em sua obra de conforto clandestino à comunidade perseguida, fundou mais de 15 igrejas e 400 capelas. É preciosa também a sua tradução do Evangelho nas duas línguas do país, tâmil e cingalês. Vaz morreu em Kandy em 1711, em 16 de janeiro, dia em que sua festa é celebrada no calendário litúrgico. Foi beatificado por João Paulo II em 21 de janeiro de 1995, durante sua visita apostólica a Sri Lanka. Thu, 18 Sep 2014 00:00:00 +0200ÁSIA/SÍRIA – Crianças mortas por causa de vacinas contra sarampo contaminadashttp://www.fides.org/pt/news/38313-ASIA_SIRIA_Criancas_mortas_por_causa_de_vacinas_contra_sarampo_contaminadashttp://www.fides.org/pt/news/38313-ASIA_SIRIA_Criancas_mortas_por_causa_de_vacinas_contra_sarampo_contaminadasIdlib – Na província de Idlib, nordeste da Síria, acabam de ser registradas cerca de 35 mortes de crianças devido a doses contaminadas de vacinas contra sarampo. Os menores começaram a apresentar sintomas graves logo após a subministração. O programa de vacinação foi promovido pela Organização Mundial da Saúde em áreas controladas pelos mercenários rebeldes contra o Governo de Bashar Al Assad. Fontes médicas declararam também que pela mesma causa, dezenas de crianças ficaram intoxicadas com sintomas de alergias. As informações revelam que as vacinas contaminadas podem não ter sido conservadas de modo adequado antes da subministração. Não está excluída a possibilidade que o número dos mortos aumente por causa da gravidade e do estado de alguns menores contagiados. Entretanto, o programa foi suspenso. Os médicos das clínicas nas cidades de Jirjanaz e Maaret al-Nouman, na província nordeste de Idlib, declararam que as crianças adoeceram logo após terem sido vacinadas. Thu, 18 Sep 2014 00:00:00 +0200ÁSIA/LÍBANO - Presidente da Caritas Líbano: no Oriente Médio o caos organizado mata também a caridadehttp://www.fides.org/pt/news/38312-ASIA_LIBANO_Presidente_da_Caritas_Libano_no_Oriente_Medio_o_caos_organizado_mata_tambem_a_caridadehttp://www.fides.org/pt/news/38312-ASIA_LIBANO_Presidente_da_Caritas_Libano_no_Oriente_Medio_o_caos_organizado_mata_tambem_a_caridadeRoma - "Algum tempo atrás, um bispo libanês tentou fazer uma coleta para ajudar os refugiados sírios. Bem, ele não conseguiu arrecadar nem um centavo. As pessoas diziam: chega! Não queremos mais ajuda. Para muitas pessoas, a ajuda aos refugiados sírios tornaram-se motivos de acusações e censura para o trabalho da Caritas". Assim, o sacerdote maronita Paul Karam, Presidente da Caritas Líbano, descreve à Agência Fides o desaparecimento gradual entre os libaneses do sentido de caridade e solidariedade humana para com os refugiados sírios provocado também pelos novos combates no Vale do Bekaa entre militantes sírios anti-Assad e as forças do Exército nacional. "Dentre as pessoas", disse Pe. Karam, "muitos repetem: nós os acolhemos e eles nos traíram. A polícia entrou em seus campos e encontrou armas. Agora não queremos mais ajudar os sírios". <br />A ajuda humanitária aos refugiados sírios no Líbano corre o risco de se tornar mais uma vítima colateral de conflitos e eventos que estão espalhando medo entre a população libanesa. No fundo, há sempre a ameaça de um Líbano contagiado pelo conflito sírio e o medo de que o País dos Cedros se torne território de conquista para grupos jihadistas, como o Estado Islâmico e a Frente al-Nusra, ligada à rede Al Qaeda.<br />O confim entre Síria e Líbano foi várias vezes alvo de ataques de grupos jihadistas e justamente al-Nusra ameaça executar nove policiais e soldados libaneses mantidos reféns, em represália pelo envolvimento pró-Assad das milícias xiitas libaneses de Hezbolá no conflito sírio.<br />Padre Karam, que interveio na cúpula sobre emergências no Oriente Médio em andamento nestes dias em Roma, na sede da Caritas Internationalis, chama a atenção para as contradições e as ambiguidades que caracterizam o comportamento da comunidade internacional e principalmente de algumas potências ocidentais diante dos acontecimentos no Oriente Médio. “Evidentemente” observa o sacerdote libanês, “alguém persegue o projeto de redefinir o Oriente Médio, fomentando a criação de micro-países com base étnico-religiosa. Agora fazem guerra contra o Califado Islâmico, mas, na frente que dizem ter construído contra os jihadistas estão os mesmos que por anos os financiaram e reabasteceram com armas e apoio logístico”. Segundo o padre Karam, também certo modo de enfrentar os sofrimentos dos cristãos e de outras minorias faz parte dos planos para sacudir o atual quadro médio-oriental: “O novo Oriente Médio, desenhado por estes mentores do caos”, releva o Presidente da Caritas Líbano, “é uma região dividida e sempre afogada em conflitos étnico-religiosos, onde não há lugar para os cristãos. O fato que os EUA e outras nações ocidentais se apressem em conceder visos e autorizações de asilo aos cristãos com procedimentos preferenciais faz pensar. Não aceitamos isso. Não nos deixaremos tratar como hóspedes em uma terra que é também nossa”. .Thu, 18 Sep 2014 00:00:00 +0200ÁSIA/PAQUISTÃO - Suspensa a execução de um condenado à mortehttp://www.fides.org/pt/news/38311-ASIA_PAQUISTAO_Suspensa_a_execucao_de_um_condenado_a_mortehttp://www.fides.org/pt/news/38311-ASIA_PAQUISTAO_Suspensa_a_execucao_de_um_condenado_a_morteIslamabad - Um tribunal paquistanês em Rawalpindi suspendeu a execução do muçulmano Shoaib Sarwar, previamente marcada para 18 de setembro. A execução de Sarwar - condenado à morte por assassinato, depois de três graus de julgamento - seria a primeira de um civil no Paquistão, depois de seis anos em que o país aplicou uma moratória de fato. Segundo Fides, as autoridades locais anunciaram que a suspensão tem valor até 13 de outubro. Nos últimos dias, ONGs como Anistia Internacional e a Human Rights Watch, mas também a Comissão "Justiça e Paz" dos bispos paquistaneses pediram para deter a execução . <br />A campanha para a abolição da pena de morte contará com um encontro nacional de organizações da sociedade civil, incluindo a Comissão dos Bispos que se realizará em Lahore no dia 26 de setembro. A Igreja no Paquistão recebeu com satisfação a notícia da suspensão. Dom Joseph Arshad, Bispo de Faisalabad, disse à Fides: "A Igreja sempre defende o valor supremo da vida humana. A vida é um dom de Deus que ninguém pode tirar. Continuaremos apoiando a campanha para abolir a pena de morte no Paquistão e difundir na população a sensibilidade sobre o respeito e a sacralidade da vida de cada ser humano, até mesmo de um assassino".<br />São mais de 8 mil os prisioneiros no corredor da morte no Paquistão, à espera de execução. No ano passado, o Governo de Nawaz Sharif expressou seu desejo de manter a moratória sobre a pena capital. Alguns funcionários da União europeia disseram que se o Paquistão tivesse retomado as execuções poderia minar os acordos comerciais com a União Europeia. Thu, 18 Sep 2014 00:00:00 +0200ÁFRICA/REP. CENTRO-AFRICANA- “Protegeu os muçulmanos”: a um camiliano centro-africano o Prêmio Alison Des Forgeshttp://www.fides.org/pt/news/38310-AFRICA_REP_CENTRO_AFRICANA_Protegeu_os_muculmanos_a_um_camiliano_centro_africano_o_Premio_Alison_Des_Forgeshttp://www.fides.org/pt/news/38310-AFRICA_REP_CENTRO_AFRICANA_Protegeu_os_muculmanos_a_um_camiliano_centro_africano_o_Premio_Alison_Des_ForgesBangui – Pe. Bernard Kinvi, camiliano, recebeu o prêmio Alison Des Forges, concedido pela Human Rights Watch a quem se destaca na defesa dos direitos humanos. <br />Pe. Bernard ofereceu proteção e assistência a centenas de muçulmanos que corriam o risco de serem mortos pelas milícias anti-Balaka, na missão de Bossemptélé no noroeste da República Centro-Africana, a 300 km da capital Bangui. <br />"Fizemos a opção de permanecer em janeiro de 2014, quando a guerra civil eclodiu", disse o religioso que recorda que como camiliano fez os votos de socorrer os doentes. A escolha de Pe. Bernard, seu confrade Brice Patrick e das Irmãs Carmelitas de Santa Teresa de Turim, não foi aceita pelas milícias anti-balaka que proferiram ameaças de morte contra eles. <br />"Muitas pessoas queriam matar os muçulmanos, vistos como inimigos. Eu me opus com força. Toda a missão católica se opôs", disse Pe. Bernard. O religioso espera que o prêmio a ele conferido "sirva para fazer entender ao mundo que na República Centro-Africana vários sacerdotes, cristãos e religiosos protegerem os muçulmanos. Para dizer que não se trata de uma guerra sectária, mas política".<br />“Este prêmio é um apelo pela paz e reconciliação. Convido meus irmãos centro-africanos a se unirem para trabalhar pela paz e o desenvolviento de nosso país”, concluiu o religioso. Thu, 18 Sep 2014 00:00:00 +0200ÁFRICA/COSTA DO MARFIM - “A Igreja vigia para que a sociedade não vá à deriva”, disse o presidente da Conferência Episcopalhttp://www.fides.org/pt/news/38309-AFRICA_COSTA_DO_MARFIM_A_Igreja_vigia_para_que_a_sociedade_nao_va_a_deriva_disse_o_presidente_da_Conferencia_Episcopalhttp://www.fides.org/pt/news/38309-AFRICA_COSTA_DO_MARFIM_A_Igreja_vigia_para_que_a_sociedade_nao_va_a_deriva_disse_o_presidente_da_Conferencia_EpiscopalAbidjan – A Costa do Marfim ainda sofre as consequências da crise política e institucional que durou mais de 10 anos, que culminou em 2011 com a intervenção de tropas da ONU e francesas, que resultou na prisão do ex-presidente Laurent Gbagbo e na posse do atual presidente Alassane Ouattara. O país está se preparando para as eleições presidenciais que se realizarão em 2015. Estes temas foram objeto de uma conversa que a Agência Fides teve com Dom Alexis Touabli Youlo, Bispo de Agboville e Presidente da Conferência Episcopal da Costa o Marfim, que se encontra em Roma para a visita ad limina.<br /><br />Excelência, como a Igreja viveu a crise que assolou a Costa do Marfim durante 10 anos?<br /><br />“A Igreja está no coração da cidade como nos recorda a Gaudium et Spes e através dessa presença encarnada em nosso povo, a Igreja na Costa do Marfim teve um papel importante durante a crise que assolou o país, através do trabalho cotidiano das paróquias e da Comissão “Justiça e Paz” que encontrou com todos os políticos da nação. A própria Conferência episcopal encontrou-se várias vezes com vários protagonistas da crise, incluindo os ex Presidentes da República que estiveram no poder nos últimos anos. <br />Este trabalho continua agora nas estruturas que administram a vida política cotidiana. Por exemplo, no que concerne a reconciliação nacional, a Igreja está presente na Comissão Diálogo, Verdade e Reconciliação, cujo presidente é um bispo católico . Representantes da Igreja estão presentes também no âmbito regional desta comissão. Estamos presentes também na CEI . Então, seja através do trabalho ordinário seja extraordinário, no campo de estruturas nacionais, a Igreja está presente na vida da Costa do Marfim e acredito que o povo reconheça isso.”<br /><br />As consequências humanitárias da crise ainda se sentem no país. Pensemos no número de deslocados. Que papel tem a Igreja para ajudar a população sofredora?<br /><br />“A Igreja é provavelmente a instituição que tem o papel mais importante na administração dos deslocados. Vocês devem saber que o primeiro impulso das populações em caso de perigo é o de se dirigir para as paróquias católicas. E isso não somente da parte de católicos, mas também muçulmanos e pessoas de toda confissão religiosa ou aqueles que não professam nenhuma. Para acollher os deslocados as paróquias de todas as dioceses foram mobilizadas, sobretudo as do oeste e do sul. Este trabalho continua até agora porque existem ainda deslocados que não conseguiram voltar para suas casas”.<br /><br />Como vocês estão se preparando para seguir as eleições de 2015?<br /><br />“A Igreja desempenha um papel de supervisão, como o profeta que vigia para impedir que a sociedade vá à deriva. E neste sentido temos um representante na CEI para garantir que sejam tomadas medidas adequadas para que as eleições sejam regulares e ocorram na calma e na paz”. Thu, 18 Sep 2014 00:00:00 +0200AMÉRICA/NICARÁGUA - Bispos sobre a lei 779: urge a sua revisão, a Igreja não é auxiliar da políciahttp://www.fides.org/pt/news/38308-AMERICA_NICARAGUA_Bispos_sobre_a_lei_779_urge_a_sua_revisao_a_Igreja_nao_e_auxiliar_da_policiahttp://www.fides.org/pt/news/38308-AMERICA_NICARAGUA_Bispos_sobre_a_lei_779_urge_a_sua_revisao_a_Igreja_nao_e_auxiliar_da_policiaManágua – Dom César Bosco Vivas Robelo, Bispo de Leon, Vice-presidente da Conferência Episcopal da Nicarágua , declarou que o legislador sandinista Edwin Castro, representante líder do partido de governo na atual legislatura, reconheceu que a Igreja não será obrigada a intervir nos conflitos de família como auxiliar da polícia nacional, segundo estabelece a lei 779, aprovada em julho passado pelo presidente Ortega, sem consultar a Igreja. A “Lei Integral contra a violência sobre mulheres”, no artigo 46 do regulamento, reconhece oficialmente que as Comissões pastorais religiosas devem assumir o papel de auxiliar dos “Comissariados de Mulheres” e portanto, da polícia nacional; e assim, são chamadas a intervir quando se trata de adotar medidas cautelares. “O deputado Castro, que era muito disponível, explicou-me que nunca se quis forçar a Igreja – afirma Dom Bosco em nota enviada à Fides depois do encontro com o político – e esclareceu que o governo orientou seus membros a salvaguardar a família. Concordava também sobre o fato que nós, Bispos, temos o direito de exercer o nosso ministério com respeito, e afirmou que não querem criar nenhum atrito com a Igreja, muito menos intervir na doutrina”. Dom Bosco Vivas, que também é Responsável pela Pastoral Familiar da CEN, acrescenta que esta lei coloca uma espécie de “camisa de força” na Igreja e concluiu que existe sempre a disponibilidade de ambas as partes a rever a lei. Wed, 17 Sep 2014 00:00:00 +0200AMÉRICA/BRASIL - Unir as forças por uma ação comum: nasceu a “Rede Eclesial Pan-Amazônica”http://www.fides.org/pt/news/38307-AMERICA_BRASIL_Unir_as_forcas_por_uma_acao_comum_nasceu_a_Rede_Eclesial_Pan_Amazonicahttp://www.fides.org/pt/news/38307-AMERICA_BRASIL_Unir_as_forcas_por_uma_acao_comum_nasceu_a_Rede_Eclesial_Pan_AmazonicaBrasília – Realizou-se na sede das Pontifícias Obras Missionárias do Brasil, nos dias passados, o encontro que levou à constituição da “Rede Eclesial Pan-Amazônica”, organizado pelo Departamento Justiça e Solidariedade do CELAM e pela Comissão Episcopal para a Amazônia, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil . A reunião se realizou em Brasília, de 9 a 12 de setembro, e envolveu um grande número de representantes de congregações religiosas e de outros grupos com projetos de missão na região. Dentre os promotores, estavam também a Confederação dos religiosos e religiosas do Caribe e da América Latina e a Caritas da América Latina .
As notas enviadas à Fides por várias fontes ressaltam que a ampla bacia amazônica, conhecida como Pan-Amazônia, sempre foi um grande desafio missionário e pastoral para a Igreja católica. Agora, tornou-se urgente unir as forças e criar caminhos para o diálogo, a cooperação e a coordenação entre as realidades da Igreja na região. Com este objetivo, em perspectiva de uma ação comum, foi formada a “Rede Eclesial Pan-Amazônica”.
Alguns temas em debate no encontro de Brasília foram: os grandes projetos macroeconômicos, a ação dos governos nacionais no âmbito da iniciativa para a integração das infraestruturas regionais na América do Sul , os impactos das mudanças climáticas na Amazônia e, de modo especial, o impacto das intervenções na Amazônia e a vida das comunidades indígenas da região. O encontro se concluiu com a publicação do ato de fundação da “Rede Eclesial Pan-Amazônica”. Wed, 17 Sep 2014 00:00:00 +0200ÁSIA/TERRA SANTA - Em Gaza, 240 mil crianças voltam às aulas, e encontram as lousas furadas por tiroshttp://www.fides.org/pt/news/38306-ASIA_TERRA_SANTA_Em_Gaza_240_mil_criancas_voltam_as_aulas_e_encontram_as_lousas_furadas_por_tiroshttp://www.fides.org/pt/news/38306-ASIA_TERRA_SANTA_Em_Gaza_240_mil_criancas_voltam_as_aulas_e_encontram_as_lousas_furadas_por_tirosGaza – Lousas furadas por tiros, marcas de projéteis nas paredes, cadeiras vazias de colegas que não existem mais. Assim foram acolhidos os 240 mil alunos da Faixa de Gaza no reinício do ano letivo em algumas das 252 escolas que a Agência das Nações Unidas para Refugiados Palestinos administra na área. “Depois dos traumáticos 50 dias de brutais conflitos, morte, destruição de deslocamentos de massa, estamos determinados a dar às crianças uma nova esperança e perspectivas melhores para a reabertura das escolas o mais rápido possível”, consta em uma nota do Comissário geral da UNRWA, recebida pela Agência Fides. Mais de 90 escolas de Gaza foram utilizadas como abrigo para os refugiados em consequência dos bombardeamentos durante os ataques contra a população da Faixa. A equipe da UNRWA continua a trabalhar dia e noite para preparar o retorno dos estudantes às aulas. É um esforço árduo, pois apenas alguns dias atrás, 29 eram usadas como abrigos. A Agência quer garantir segurança e normalidade às crianças que voltam à escola. Foram formados 7.800 professores sobre novas metodologias de ensino para as crianças de Gaza. Wed, 17 Sep 2014 00:00:00 +0200ÁSIA/TERRA SANTA - Patriarca Twal: a presença de imigrantes cristãos é uma riqueza para a Igreja localhttp://www.fides.org/pt/news/38305-ASIA_TERRA_SANTA_Patriarca_Twal_a_presenca_de_imigrantes_cristaos_e_uma_riqueza_para_a_Igreja_localhttp://www.fides.org/pt/news/38305-ASIA_TERRA_SANTA_Patriarca_Twal_a_presenca_de_imigrantes_cristaos_e_uma_riqueza_para_a_Igreja_localJaffa – A presença de cristãos imigrantes na Terra Santa por razões de trabalho “é uma riqueza para a Igreja e um dom para os cristãos locais, quase sempre demasiado ocupados com a política”. Assim, o Patriarca de Jerusalém dos Latinos, S. B. Fouad Twal, reconheceu a contribuição fundamental oferecida às instituições eclesiais pelas comunidades cristãs, constituídas por imigrantes, que representam uma realidade sempre mais consistente em muitas cidades israelenses, começando pela área urbana de Tel Avive. A importante demonstração de estima e agradecimento foi expressa pelo Patriarca durante a visita pastoral realizada às comunidades cristãs de Jaffa durante o último fim de semana. Como informado por fontes oficiais do Patriarcado consultadas pela Agência Fides, o Patriarca ficou particularmente impressionado com o encontro com as dinâmicas comunidades indiana e filipina: “Na Igreja – declarou S. B. Twal, referindo-se às comunidades de imigrantes cristãos – aqueles que vivem no temor de serem expulsos do país encontram um refúgio, um abrigo e um lugar para viver juntos”. Durante a missa dominical, o Patriarca destacou a importância de redescobrir a comunhão entre as diversas comunidades, como fonte de enriquecimento recíproco, reconhecendo que “somos uma única Igreja, a Igreja de Deus”. .Wed, 17 Sep 2014 00:00:00 +0200ÁSIA/JORDÂNIA – Rei Abdallah II: faremos de tudo para aumentar a presença dos árabes cristãoshttp://www.fides.org/pt/news/38304-ASIA_JORDANIA_Rei_Abdallah_II_faremos_de_tudo_para_aumentar_a_presenca_dos_arabes_cristaoshttp://www.fides.org/pt/news/38304-ASIA_JORDANIA_Rei_Abdallah_II_faremos_de_tudo_para_aumentar_a_presenca_dos_arabes_cristaosAmã – Nos conflitos sectários que assolam o Oriente Médio, a Jordânia quer representar também no futuro “um oásis de segurança e estabilidade”, comprometendo-se a fazer de tudo para proteger os árabes cristãos e aumentar sua presença na região. Assim – segundo fontes jordanianas consultadas pela Agência Fides - o Rei Abdallah II delineou o perfil do país, em encontro com representantes do governo e da sociedade civil, em 16 de setembro, quando definiu a posição jordaniana em relação às medidas anunciadas por expoentes geopolíticos regionais e globais diante da preocupante progressão dos jihadistas do Estado Islâmico. No encontro, o monarca também convidou intelectuais, líderes religiosos e agentes da mídia a assumirem sua responsabilidade no combate a ideologias extremistas que desvirtuam a autêntica imagem do Islã. Palavras de apreço pelos propósitos expressos pelo Rei da Jordânia foram expressas pelo Patriarca de Jerusalém dos Latinos, Fouad Twal: “Nós, na Jordânia, acolhemos os refugiados e não estamos entre os que se refugiaram. A Jordânia sempre foi casa e refúgio para todos”, reiterou o Patriarca, referindo-se também às recentes disposições do governo jordaniano, que nas últimas semanas permitiram que o Reino acolhesse centenas de cristãos fugitivos do Iraque. Justamente nestes dias, em um hotel da capital jordaniana, está em andamento a décima-terceira reunião plenária da Comissão mista internacional para o diálogo teológico entre a Igreja católica e a Igreja ortodoxa. A sessão da Comissão se realiza no Patriarcado ortodoxo de Jerusalém. O organismo – formado por dois representantes para cada uma das 14 Igrejas ortodoxas autocéfalas e um igual número de católicos – tem o dever de discutir a questão-chave da relação entre autoridade e colegialidade na Igreja. O objetivo final dos trabalhos da Comissão, nesta fase histórica, é verificar se existe alguma definição e modalidade de exercício do primado do Bispo de Roma que possam ser aceitas também pelos ortodoxos. A Comissão é co-presidida pelo Cardeal Kurt Koch, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, e pelo metropolita de Pergamo, Ioannis Zizioulas, do Patriarcado ecumênico de Constantinopla. Durante os trabalhos – que se concluirão em 23 de setembro – os membros da Comissão terão também um encontro com a realidade dos refugiados fugidos da Síria. .Wed, 17 Sep 2014 00:00:00 +0200ÁSIA/ÍNDIA – Bispo depois das enchentes: "Na Caxemira estamos como no Ground Zero"http://www.fides.org/pt/news/38303-ASIA_INDIA_Bispo_depois_das_enchentes_Na_Caxemira_estamos_como_no_Ground_Zerohttp://www.fides.org/pt/news/38303-ASIA_INDIA_Bispo_depois_das_enchentes_Na_Caxemira_estamos_como_no_Ground_ZeroSrinagar - "Os Estados de Jammu e Caxemira sofreram as piores enchentes de sua história. Neste momento estamos como no Ground Zero. A vida e os meios de subsistência terminaram. Os cristãos são os mais atingidos": foi o que disse à Agência Fides Dom Peter Celestine, bispo de Jammu-Srinagar, que lança um apelo urgente à comunidade internacional para a ajuda humanitária. "A vidas de milhares de pessoas está em perigo. A população tem uma necessidade premente, faltam os meios de subsistência. É preciso ser rápido", disse o bispo. "A Igreja Católica - explica - está tentando responder a esta situação triste. Estamos organizando com a Caritas uma mobilização para fornecer com urgência alimento e água potável, abrigo temporário e medicamentos para as pessoas afetadas. Muitas famílias cristãs e muçulmanas estão em estado de indigência. 90% das famílias católicas e cristãs presentes na Caxemira foram gravemente atingidas. A Igreja também sofreu grandes perdas em suas instituições e estruturas". Wed, 17 Sep 2014 00:00:00 +0200ÁSIA/PAQUISTÃO - A Comissão "Justiça e Paz": deter o carrasco, o Paquistão não volte para tráshttp://www.fides.org/pt/news/38302-ASIA_PAQUISTAO_A_Comissao_Justica_e_Paz_deter_o_carrasco_o_Paquistao_nao_volte_para_trashttp://www.fides.org/pt/news/38302-ASIA_PAQUISTAO_A_Comissao_Justica_e_Paz_deter_o_carrasco_o_Paquistao_nao_volte_para_trasLahore - "É urgente deter o carrasco e não levar o Paquistão novamente para trás. Dizemos "não" à execução do muçulmano Shoaib Sarwar, que seria a primeira de um civil depois de seis anos, e pedimos ao governo para tomar o caminho da abolição da pena de morte": é o apelo confiado à Agência Fides por Shane Cecil Chaudhry, diretor-executivo da Comissão Nacional "Justiça e Paz" dos Bispos Católicos do Paquistão. Conforme anunciado pelas autoridades paquistanesas, a execução do homem - um preso condenado à morte em 1998, sob a acusação de assassinato – estaria marcada para 18 de setembro na prisão de Rawalpindi. No país várias associações da sociedade civil como a “Human Rights Commission of Pakistan” e também a Ong Anistia Internacional, levantaram sua voz pedindo ao governo para deter o carrasco, confirmando oficialmente uma moratória sobre a pena de morte, passo para a abolição. <br />A sentença de Sarwar foi confirmada depois de que dois recursos foram rejeitados em 2003 e 2006 pela Alta Corte de Lahore e pelo Supremo Tribunal. O homem está no corredor da morte. Se executado, seria a primeira vítima civil desde 2008 . Cecil Shane Chaudhry disse à Fides: "Como cristãos, exigimos a abolição da pena de morte, que não é um instrumento útil para impedir ou prevenir o crime. É um instrumento que afeta a dignidade humana. No Paquistão, muitas pessoas inocentes estão na prisão e poderiam ser mortas por erros da justiça".<br />Segundo Chaudhry, "o governo de Nawaz Sharif poderia de alguma forma ser impulsionado a restabelecer a pena capital sob pressão de grupos extremistas", mas a sociedade civil é contrária. Em 26 de setembro, será realizada em Lahore uma convenção organizada pela “Human Rights Commission of Pakistan” para reunir todos os movimentos que se opõem à pena de morte, que contará com a participação da NCJP.<br />Segundo a Anistia Internacional, "a suspensão das execuções em vigor no Paquistão nos últimos anos é um dos poucos setores dos direitos humanos em que o Paquistão registra um recorde positivo. A retomada das execuções seria um grave retrocesso". No Paquistão, mais de 8 mil presos estão no corredor da morte, para a maior parte esgotaram os processos de recurso e eles estão esperando a execução. Wed, 17 Sep 2014 00:00:00 +0200ÁFRICA/CONGO RD - “Não à revisão da Constituição, porque coloca em risco a estabilidade do país”, afirmam os bisposhttp://www.fides.org/pt/news/38301-AFRICA_CONGO_RD_Nao_a_revisao_da_Constituicao_porque_coloca_em_risco_a_estabilidade_do_pais_afirmam_os_bisposhttp://www.fides.org/pt/news/38301-AFRICA_CONGO_RD_Nao_a_revisao_da_Constituicao_porque_coloca_em_risco_a_estabilidade_do_pais_afirmam_os_bisposKinshasa - "O futuro sereno da República Democrática do Congo reside, sem dúvida, no respeito pela Constituição," afirmam os bispos da RDC numa carta pastoral na qual reiteram sua oposição contra a reforma do artigo 220 da Constituição, que estabelece que "o número e a duração do mandato do Presidente da República não podem ser objetos de nenhuma reforma constitucional" .<br />Toda eventual alteração ao artigo pavimenta o caminho para o processo a fim de permitir aumentar para três, em vez de dois, os mandatos do Chefe de Estado, permitindo ao atual presidente, Joseph Kabila, de se candidatar novamente para as eleições de 2016. <br />"O artigo 220 estabelece as bases da estabilidade do país e do equilíbrio de poderes nas instituições. Mudá-lo significaria dar um passo para trás no caminho para a construção de nossa democracia e comprometeria seriamente o futuro harmonioso da nação", advertem os Bispos, que publicaram sua mensagem enquanto se encontram em Roma para a visita ad Limina . Wed, 17 Sep 2014 00:00:00 +0200ÁFRICA/SUDÃO DO SUL - "As hienas estão de volta": o testemunho dado à Fides por uma religiosa de Malakal, destruída pela guerrahttp://www.fides.org/pt/news/38300-AFRICA_SUDAO_DO_SUL_As_hienas_estao_de_volta_o_testemunho_dado_a_Fides_por_uma_religiosa_de_Malakal_destruida_pela_guerrahttp://www.fides.org/pt/news/38300-AFRICA_SUDAO_DO_SUL_As_hienas_estao_de_volta_o_testemunho_dado_a_Fides_por_uma_religiosa_de_Malakal_destruida_pela_guerraJuba – "Estamos na instabilidade e uma grande parte da população vive em condições extremamente precárias", disse a irmã Elena Balatti, contatada pela Agência em Malakal, capital do Estado petrolífero do Alto Nilo, que esteve no centro de combates entre as tropas governamentais do Sudão do Sul e os rebeldes fiéis ao ex vice-presidente Riek Machar . A cidade que antes da Guerra Civil, tinha 250 mil habitantes continua sendo um objetivo militar, lembra a missionária comboniana. Apesar dos acordos de cessar-fogo, a situação continua muito tensa no país, e nestas condições, até mesmo os meios de comunicação são afetados, como evidenciado por um fato ocorrido na rádio diocesana em Juba . <br />Irmã Elena conta isso no último episódio bélico ocorrido perto da cidade: "Em 21 de agosto, às 8h30 da manhã, ouvimos o barulho de bombardeio do fronte que se encontra a 25 km. Como a maioria dos habitantes da cidade, também nós Combonianas deixamos a cidade em 10 minutos, esperando para ver o resultado da batalha. Já fizemos experiência da ferocidade das milícias da oposição. Malakal viu em poucos meses seis ataques". <br />Dentre outras coisas, quem pagou o preço foi também o rádio da diocese, "Sout al Mahaba" , da qual irmã Elena é responsável. "A rádio – disse irmã Eelena - sofreu um primeiro saque em 18 de fevereiro, durante o terceiro ataque das forças da oposição. No início de agosto, consegui voltar a Malakal e verifiquei que o saque da emissora tinha sido concluído. Tudo começou com as forças da oposição e continuou depois de que, em 18 de maio, as forças do Governo tomaram conta da cidade. Até mesmo o muro foi roubado. Conseguimos recuperar o transmissor que está danificado. Esperamos poder consertá-lo. A torre das antenas de 72 metros está em condições precárias porque um dos cabos que a suportam foi cortado por um estilhaço. Tentamos consertá-lo para evitar que a torre caia. O pessoal que trabalha na rádio está espalhado, em parte, no campo da ONU, e a outra parte, nas aldeias vizinhas. <br />Irmã Elena conta com comoção os danos sofridos por aquela que já foi a segunda maior cidade do Sudão do Sul: "O sul de Malakal foi o mais danificado. Nessa área não existiam casas de alvenaria, mas somente cabanas. Agora que estamos na época das chuvas, a vegetação invadiu as cabanas destruídas a ponto de não mais distinguir os pontos de referência que existiam antes da destruição da área. Para entender a que ponto estamos basta dizer que as hienas estão de volta e várias pessoas afirmam ter visto uma leoa rondando com seus filhotes".<br />"As pessoas voltaram, mas permanecem prudentes. As mulheres abriram pequenos negócios para terem uma fonte de renda mínima. O pequeno comércio retomou. À noite, a cidade se esvazia, as pessoas atravessam o Nilo para ir aos povoados vizinhos, ou voltam para o campo de refugiados da ONU, que está localizado a 4 km de Malakal”, concluiu a religiosa. Wed, 17 Sep 2014 00:00:00 +0200AMÉRICA/COSTA RICA – Pobreza e violência atingem 34% das crianças costarriquenhashttp://www.fides.org/pt/news/38299-AMERICA_COSTA_RICA_Pobreza_e_violencia_atingem_34_das_criancas_costarriquenhashttp://www.fides.org/pt/news/38299-AMERICA_COSTA_RICA_Pobreza_e_violencia_atingem_34_das_criancas_costarriquenhasSão José – Uma das piores chagas que atingem as crianças na Costa Rica é a pobreza, que limita seu desenvolvimento físico geral, emotivo e educativo. Segundo os últimos dados enviados à Agência Fides, cerca de 34% delas vivem em condições de pobreza, e destas, 10,6% se encontram em condições de extrema pobreza. A porcentagem dos casos aumentou nos últimos anos não obstante o fato que, nas últimas décadas, a pobreza no país, em geral, tenha permanecido estável, entre 20 e 22%. Segundo o Patronato Nacional da Infância , no ano passado foram registradas cerca de 40 mil denúncias de maus-tratos contra crianças e mesmo que nem todas sejam comprovadas, a maior parte corresponde a situações reais. O Hospital de Niños recebe uma média de 5 crianças por dia com lesões causadas por agressões. Dentre as últimas iniciativas, o PANI promoveu uma campanha denominada “Gracias por Cuidarme” com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre o impacto do abandono e da carência de atenção pelos menores e mais vulneráveis. Como consta em uma nota da responsável da instituição, “crianças não podem permanecer sozinhas nem um minuto, principalmente se menores de 12 anos”. Tue, 16 Sep 2014 00:00:00 +0200AMÉRICA/MÉXICO – “Ser livres é descobrir o bem, porque o mal escraviza”: hoje é o dia da Independênciahttp://www.fides.org/pt/news/38298-AMERICA_MEXICO_Ser_livres_e_descobrir_o_bem_porque_o_mal_escraviza_hoje_e_o_dia_da_Independenciahttp://www.fides.org/pt/news/38298-AMERICA_MEXICO_Ser_livres_e_descobrir_o_bem_porque_o_mal_escraviza_hoje_e_o_dia_da_IndependenciaTehuantepec – “A liberdade não é um grito, a liberdade não é um decreto, a liberdade é uma experiência em que nós, como cidadãos, podemos viver em harmonia e viver com respeito pelos outros”: são as palavras de Dom Oscar Armando Campos Contreras, Bispo de Tehuantepec, na celebração da Festa da Independência do México, que se celebra hoje, 16 de setembro. Dom Campos falou no início dos festejos e destacou: “Estas festas nos ensinam que somos uma nação que caminhou desde 1810, todavia há ainda muito o que fazer para podermos dizer que somos realmente livres”. O Bispo reiterou que “ser livres é descobrir o bem e andar rumo a ele, porque o mal sempre escraviza”; e acrescentou: “Esta sociedade tem ainda muitas coisas que conduzem à escravidão, temos que reconhecê-lo. Assim, se devemos rumar ao bem, significa reconhecer o valor da pessoa, o valor da dignidade, o valor da vida. Em uma sociedade onde a vida é subestimada, em que a pessoa não é respeitada, seus direitos também não são respeitados. Uma sociedade em que o cidadão não reconhece seus deveres mas reclama apenas seus direitos, é uma sociedade que ainda não é livre”. Dom Campos concluiu dizendo: “Uma sociedade na qual existem milhões de pobres é também uma sociedade escrava, sujeita a certos esquemas, esquemas econômicos por vezes humilhantes para as pessoas, e isto significa viver na miséria”. Tue, 16 Sep 2014 00:00:00 +0200AMÉRICA/VENEZUELA - Os leigos encontram o Núncio Apostólico, uma tradição que encoraja a unidade da Igrejahttp://www.fides.org/pt/news/38297-AMERICA_VENEZUELA_Os_leigos_encontram_o_Nuncio_Apostolico_uma_tradicao_que_encoraja_a_unidade_da_Igrejahttp://www.fides.org/pt/news/38297-AMERICA_VENEZUELA_Os_leigos_encontram_o_Nuncio_Apostolico_uma_tradicao_que_encoraja_a_unidade_da_IgrejaCaracas – O Conselho Nacional dos Leigos da Venezuela, organismo da Conferência Episcopal Venezuelana , convidou os leigos para um encontro com o Núncio Apostólico na Venezuela, Dom Aldo Giordano, domingo, 21 de setembro, na escola Cristo Rei de Altamira . Segundo nota enviada por uma fonte da Fides, o Núncio fará uma conferência na qual “deseja transmitir uma mensagem especial do Santo Padre”, falará do pensamento do atual Pontífice, da Evangelii Gaudium, e levará o testemunho de sua experiência em setores-chave nos campos nacional e internacional, entre os quais o âmbito da família. O convite é dirigido a todos os agentes pastorais e aos leigos engajados em movimentos e centros católicos. O Conselho Nacional dos Leigos, recorda a nota, reúne os movimentos de leigos no país. O encontro, na prática, mantém viva a tradição segundo a qual os Núncios, ao chegar à Venezuela, encontram os leigos para saber, deles próprios, a realidade em que atuam, a fim de atuar um intercâmbio. O objetivo é difundir a mensagem de Jesus Cristo e reforçar a unidade da Igreja. O último encontro deste gênero foi em 24 de fevereiro de 2010, com o então Núncio apostólico Pietro Parolin, atualmente Secretário de Estado Vaticano. Naquela circunstância, o Arcebispo disse estar satisfeito como exemplo de unidade da Igreja do país, e a sua reflexão sobre o tema “O homem novo, verdadeiro discípulo de Jesus” permanece ainda hoje viva em muitos grupos. O próximo encontro, de 21 de setembro, está sendo aguardado de modo especial devido à delicada situação que o país está vivendo há alguns meses. Tue, 16 Sep 2014 00:00:00 +0200