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        <title>Fides News Portoghese</title>
        <description><![CDATA[Le notizie dell'Agenzia Fides]]></description>
        <link>http://www.fides.org/index.php</link>
        <lastBuildDate>Mon, 01 Dec 2008 16:34:52 +0100</lastBuildDate>
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            <title>Logo dell'Agenzia Fides</title>
            <link>http://www.fides.org</link>
            <description><![CDATA[Feed fornito da www.fides.org. Fare click per visitare il sito.]]></description>
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            <title>VATICANO - Apelo do Santo Padre Bento XVI “para o fim de todos os atos de terrorismo” num ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=14004&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Cidade do Vaticano (Agência Fides) - Bento XVI enviou na quinta-feira, dia 27 de novembro, um telegrama de pesar pelas vítimas de uma série de atentados ocorrida na cidade de Mumbai, ex-Bombaim, na Índia. Assinado pelo secretário de Estado, Card. Tarcisio Bertone, o telegrama é endereçado ao cardeal-arcebispo de Mumbai, Oswald Gracias. O papa pede o fim de todos os atos de terrorismo, que ofendem gravemente a família humana e desestabilizam fortemente a paz e a solidariedade necessárias para construir uma sociedade digna da nobre vocação do homem de amar a Deus e ao próximo. Bento XVI manifesta sua "profunda preocupação" pelo aumento da violência em Mumbai e garante sua solidariedade às vítimas desses "ataques brutais" de terrorismo. Por fim, o pontífice reza pelas vítimas e seus familiares, pedindo a Deus que conforte os feridos e os que choram seus entes queridos. (S.L.) (Agência Fides 28/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Fri, 28 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>VATICANO - Na vigília da Conferência de Doha, a Santa Sé pede novas regras para os mercados ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=14005&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Cidade do Vaticano (Agência Fides) – Será inaugurada amanhã, dia 29 e prosseguirá até o dia 2 de dezembro, na capital de Catar, Doha, a Conferência Internacional para o financiamento ao desenvolvimento, promovida pelas Nações Unidas. 
O objetivo da conferência é intervir na fuga de capitais nas centrais financeiras offshore que representam uma distração enorme de reservas através da evasão fiscal; importar políticas fundadas na cooperação em favor dos países pobre; não esvaziar de conteúdos a Conferência de Doha. O risco é de que o recente G20, de onde foram excluídos os países pobres, anule ou reduza o encontro anunciado pela ONU em que os países em via de desenvolvimento olham ao invés com esperança. 
São estes alguns pontos chaves da nota dedicada à crise atual econômica mundial difundida pelo Pontifício Conselho da Justiça e da Paz com a aprovação da Secretaria de Estado do Vaticano. O tema unificante das propostas gira em torno de um conceito base: “Para enfrentar a crise serve um novo pacto financeiro internacional”. As receitas em nível nacional não bastam mais, é necessária uma aliança entre os Estados e organismos internacionais que invista na inclusão e não na marginalização das nações que mais precisam de ajuda; uma inversão de tendência a 360 graus que coloque os princípios da cooperação, da solidariedade, do bem comum em primeiro lugar também nas grandes escolhas da finança global.
O Pontifício Conselho da Justiça e da Paz afirma ainda que o atual sistema econômico e financeiro internacional é fundado sobre impostações que afeta a realidade mais pobre do planeta: “São os países pobres que financiam os países ricos, que recebem meios provenientes tanto da fuga de capitais privados, quanto das decisões governamentais de isolar reservas oficiais sob formas de atividades financeiras seguras colocadas nos mercados financeiros evoluídos ou nos mercados offshore”. Ainda em relação aos desequilíbrios entre norte e sul do mundo e entre países ricos e países em via de desenvolvimento, a nota sublinha um importante princípio geral: “Ocorre evitar que se inicie a corrente do protecionismo recíproco; é preciso reforçar as práticas de cooperação em matéria de transparência e de vigilância sobre o sistema financeiro, diz o documento. Em particular, é importante que o necessário confronto político entre países mais ricos e não leve à soluções baseadas em acordos exclusivos, mas relance um espaço de cooperação aberto e  inclusivo”.
Tal deveria ser a visão ética de fundo, enquanto a situação é bem diferente: “as remessas de emigrantes comportam um afluxo de reservas que, em nível macro, superam amplamente os fluxos de ajuda pública ao desenvolvimento. É como dizer que os pobres do sul financiam os ricos do norte e os próprio pobres do sul devem emigrar e trabalhar no norte para manter suas famílias no sul”.
O mundo atual se encontra no centro de uma contradição de onde nasce a urgência de construir novas estratégias de intervenção e então foi necessário “considerar atentamente a função, escondida mas crucial, do sistema financeiro offshore”. 
O Pontifício Conselho não esconde que próprio neste âmbito é necessário reencontrar algumas razões fundamentais da crise atual, de onde nascem fenômenos como “fugas de capitais de proporções gigantescas, os fluxos legais motivados por objetivos de evasão fiscal e conduzidos também através do alto e baixo faturamento dos fluxos comerciais internacionais, a reciclagem de manobras de atividades ilegais”. Segundo o organismo vaticano trata-se de uma mola de atividades financeiras que correspondem a uma evasão fiscal de 255 bilhões de dólares, que significa três vezes mais o inteiro amontoar de ajudas públicas ao desenvolvimento da parte dos países Ocse. Neste cenário assim complexo, uma função importante possui também os cidadãos que podem introduzir “comportamentos responsáveis em matéria de consumo e investimento”. Mtp) (Agência Fides 28/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Fri, 28 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>EUROPA/ALEMANHA - A acolhida de refugiados e de deslocados requer “que nos dirijamos ao outro ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=14006&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Colônia (Agência Fides) – “Os refugiados estão sempre presentes no coração da Igreja” e “o que a Igreja faz em favor dos refugiados faz parte de sua missão”: foi o que disse o arcebispo Agostino Marchetto, Secretário do Pontifício Conselho da Pastoral para os Migrantes e os Itinerantes, na reunião da Comissão para os Migrantes da Conferência Episcopal alemã, que se realiza em Colônia, na Alemanha nos dias 27 e 28 de novembro. “Também às portas do Terceiro Milênio, disse o arcebispo em seu discurso, a acolhida é uma característica fundamental do ministério pastoral entre os refugiados e os deslocados dentro do próprio país: ela garante que nos dirijamos ao outro como uma pessoa e eventualmente como um irmão ou irmã na fé. Isso nos impede de considerá-lo como um caso, ou fonte de trabalho. A acolhida, de fato, não é tanto uma tarefa quanto um modo de viver e de partilhar. O oferecer hospitalidade nasce do compromisso de ser fieis a Deus, de ouvir a Sua voz que nos fala nas Escrituras e em quantos nos circundam”.
Depois de ter ilustrado as competências do Pontifício Conselho para os Migrantes com uma visão geral de seus trabalhos, Dom Marchetto apresentou uma visão conjunta da Instrução Erga migrantes caritas Christi”, publicada 4 anos atrás, para estimular a recepção. Olhando ao futuro, além da participação do VI Congresso Mundial da Pastoral dos Migrantes e dos Refugiados que se realizará em novembro de 2009, apresentou um rascunho de uma documento sobre a pastoral dos refugiados que deverá ser publicado no próximo ano. “A assistência a ser prestada deve incluir as necessidades tanto materiais quanto espirituais de cada pessoa, é o que confirma a oportunidade da natureza pastoral do Documento em preparação, prosseguiu o arcebispo. Uma pessoa para crescer e se desenvolver necessita de uma família, e isso é verdade também para os refugiados. Por tal razão a Igreja sempre invocou a reunificação das famílias separadas por causa da fuga de um de seus membros”.
Se a Igreja, sobretudo a Igreja particular, tem a responsabilidade de oferecer acolhida, solidariedade e assistência aos refugiados, ao mesmo tempo ela sente como sua missão “suscitar a consciência sobre a situação dos refugiados que deve mudar graças aos esforços de todos aqueles que são capazes de fazer alguma coisa em tal sentido. Esta dramática situação não pode e não deve durar para sempre”. 
Em seu discurso Dom Marchetto afirmou “a dignidade humana e cristã”dos refugiados, deslocados e da pessoas sujeitas ao tráfico, “que se funda na convicção que somos todos criados a imagem de Deus”, por isso “as pessoas são mais importante das coisas e o valor de cada instituição se vê na maneira em que trata a vida e a dignidade de cada ser humano”. Se uma pessoa em seu próprio país não possui uma vida realizada humanamente, prosseguiu Dom Marchetto, “tem o direito, em determinadas circunstâncias, de ir além. Todo ser humano possui um valor essencial e inestimável, uma dignidade que não deve ser de algum modo ameaçada. O Magistério sempre denunciou os desequilíbrios sócio-econômicos, que são causa das migrações, os riscos de uma globalização sem regras, na qual os migrantes aparecem mais como vítimas que como protagonistas de sua história migratória”. 
Refletindo sobre alguns aspectos da pastoral específica dos migrantes forçados, o arcebispo Marchetto sublinhou que a estas pessoas devem ser oferecidas “esperanças, coragem, amor e criatividade” a fim de que recomecem uma vida. A prioridade “deve ser dada a um esforço comum intencionado a fornecer a eles um ajuda moral e espiritual e a comunidade cristã local pode nisto ser de grande ajuda. Além disso, ocorre que existam as condições adequadas a consentir a eles de retomar as condições de uma vida normal e de serem independentes, dando-lhes a possibilidade de cuidar de si mesmos e de seus familiares. Os direitos dos refugiados devem ser sempre respeitados. Mas sobretudo deve ser enfrentadas as causas de fundo que obrigam as pessoas a fugir, como ressalta a Exortação pós-sinodal”. (S.L.) (Agência Fides 28/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Fri, 28 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>EUROPA/ITÁLIA - Em 30 de novembro se mobilizam mais de 900 cidades em todos os continentes para ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=14007&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Roma (Agência Fides) - Realizar-se-á no próximo dia 30 o 'Dia Mundial das cidades pela vida contra a pena de morte'. A iniciativa, promovida pela Comunidade Romana de Santo Egídio, se realizará em quase mil cidades do mundo, setenta e um países dos cinco continentes. O dia 30 de novembro é a data de aniversário da primeira abolição da pena capital no mundo ocidental, por parte de um Estado, que ocorreu em 30 de novembro de 1786. 
Este ano, além do Burundi, também o Uzbequistão entrou na lista dos países que aboliram a pena de morte. Na África outros países estão caminhando rumo a uma moratória e a abolição da pena capital. No final do ano passado, Quirguistão, Ruanda e Gabão aboliram a pena de morte de seus estatutos e o estado de New Jersey, nos EUA, também aboliu a pena de morte em dezembro do ano passado. 
Na Ásia se verificam passos positivos na China, que permanece ainda o país no mundo onde mais se realizam execuções capitais. Já no Líbano, Paquistão, Coréia do Sul e Taiwan, se verificam importantes mudanças no âmbito legislativo e na opinião pública. A Federação Russa renovou no ano passado uma moratória até 2010. O 'Dia Mundial das cidades pela vida' conta com o apóio das principais organizações para os direitos humanos e com a 'World Coalition' contra a pena de morte, este ano terá momentos importantes como em Barcelona, Toronto, Bruxelas, as Filipinas, na África, elem de Florença, Roma e Nápoles e grande parte da Itália e da Europa. Testemunhas, ex-condenados que escaparam do corredor da morte, familiares das vítimas, darão seus testemunhos em várias capitais européias, sobretudo em Roma, no próximo sábado, dia 29 (na Prefeitura, Sala Júlio César, às15,30), e avaliarão a situação da pena de morte no mundo.
Também no próximo sábado, se realizará às 19h no Coliseu, em Roma, a abertura do 'Dia Mundial contra a pena de morte' com o slogan "Cidade pela vida, cidade contra a Pena de morte". Além disso, o Coliseu será todo iluminado. (S.L.) (Agência Fides 28/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Fri, 28 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁFRICA/QUÊNIA - “Espero que as duas religiosas possam ter tido notícias do apelo do Papa em ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=14008&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Nairóbi (Agência Fides) – O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, emitiu um comunicado no dia 27 de novembro sobre o seqüestro de duas religiosas italianas no Quênia.
“Passaram-se mais de 15 dias do seqüestro das duas religiosas italianas Ir. Maria Teresa Olivero e Ir. Caterina Giraudo, no Quênia, onde são conhecidas pelo seu generoso empenho em favor dos mais pobres”, recorda o sacerdote. 
“O Santo Padre acompanha com preocupação o prolongar-se do seqüestro e é solidário na oração ao sofrimento não somente das duas religiosas seqüestradas, mas também dos familiares e do 'Movimento, ao qual pertencem. O auspício é que esta situação dolorosa e gravemente injusta de que são vítimas pessoas completamente inocentes e beneméritas possa resolver-se o mais rápido possível”, concluiu o Pe. Lombardi. 
O Núncio Apostólico no Quênia, Dom Paul Alain Lebeaupin, disse “que a proximidade expressa pelo Santo Padre através de Pe. Lombardi é muito importante para nós. Espero que as duas religiosas, com aconteceu em certos casos em outras partes do mundo, possam ouvir o rádio e através dele terem ouvido o apelo do Papa em favor delas”, disse o núncio. 
Seundo Dom Lebeaupin “estas palavras servem de conforto aos familiares das religiosas, para a sua Congregação e para todos nós que trabalhamos para a conclusão positiva deste seqüestro. Trabalhei por um bom período na América Latina e segui alguns casos de seqüestros de pessoas. Sei quanto é importante para um prisioneiro não sentir-se abandonado”. 
Ir. Maria Teresa Olivero e Ir. Caterina Giraudo, do Movimento Contemplativo Missionário Padre de Foucauld' de Cuneo (Itália), foram seqüestradas no dia 10 de novembro da missão de El-Wak, uma localidade ao nordeste do Quênia situada a cerca de 10 km do confim com a Somália. (L.M.) (Agência Fides 28/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Fri, 28 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁFRICA/CONGO RD - Cólera e Sarampo: piora a situação dos refugiados da guerra ao Norte-Kivu</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=14009&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Kinshasa (Agência Fides)- Piora as situação no Norte-Kivu, no leste da República Democrática do Congo, onde a cólera e o sarampo pode se alastrar infectando milhares de pessoas que fogem de uma nova ofensiva dos rebeldes. 
Segundo fontes das Nações Unidas, os rebeldes de Laurent Nkunda tomaram o controle de Ishasha, uma localidade situada ao confim com Uganda, obrigando milhares de congoleses a buscar refúgio em Uganda. 
O Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (ACNUR) anunciou que 13 mil refugiados atravessaram o confim de Ishasha em somente dois dias. A maior parte caminhou por diversos dias a fim de fugir das violência. As organizações humanitárias internacionais pressionam em prol de uma decisiva intervenção da ONU com o fim de colocar fim aos combates, estabilizar a situação e permitir a assistência à população civil. 
O Conselho de Segurança da ONU aprovou um aumento dos efeitos da Missão das Nações Unidas no Congo (MONUC), de 17 mil homes a pouco mais de 20 mil. As organizações humanitárias que trabalham na área temem porém que possam passar meses para chegar tais reforços. Estourou um problema diplomático quando o governo congolês rejeitou o envio de reforços provenientes da Índia, porque considerados pouco confiáveis. 
No entanto chegou a Kinshasa emissário da ONU para o Congo, o ex-presidente nigeriano Olusegun Obasanjo, que se encontrará com o presidente Joseph Kabila e a seguir com os líderes de Nkunda.
O Alto Comissariado das Nações Unidas para os direitos humanos, Navi Pillay, denunciou as atrocidades e as graves violações de todas as partes envolvidas na luta. “Recentes relatórios trazem uma série de violências sexuais, em suas formas mais brutais, cometidas pelas duas partes em conflito, incluindo os militares pertencentes às forças armada da nação”, afirmou Pillay que denunciou também o tráfico ilegal de minerais congoleses que alimentam o conflito em andamento. (L.M.) (Agência Fides 28/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Fri, 28 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/ÍNDIA - A Igreja de Mumbai à frente na solidariedade e na oração pelas vítimas dos atentados</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=14010&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Nova Déli (Agência Fides) – A cidade de Mumbai (ex-Bombaim) está ainda atordoada devido à violência terrorista que a atingiu ontem, deixando mais de 100 mortos e 300 feridos. A Igreja local continua na sua mobilização de oração e de solidariedade, reiterando o seu empenho para construir pontes de diálogo para que haja paz na nação indiana.
A comunidade católica de Mumbai (cerca de 510 mil fiéis numa população de 20 milhões de habitantes) se pergunta como estar presente, como dar uma verdadeira contribuição para a recuperação dos efeitos devastadores da tragédia na sociedade, reconstruindo uma cultura de convivência e de paz entre comunidades diversas. Sendo os responsáveis da violência ligados a grupos radicais islâmicos, a Igreja pretende relançar o diálogo inter-religioso e o empenho comum a todas as comunidades de fé presentes na Índia, para banir qualquer forma de violência em nome do respeito absoluto à vida.
A Arquidiocese convidou todos os fiéis a “ajoelhar-se e rezar para construir pontes entre os homens, entre as comunidades, entre as religiões”, como disse o Bispo Auxiliar da cidade, Dom Bosco Penha. Em todas as Santas Missas celebradas nas paróquias da Arquidiocese serão lembradas as vítimas dos atentados e se rezará pela paz e a harmonia religiosa. “Como cristãos, somos chamados a aumentar os nossos esforços e o nosso empenho para a reconciliação, a harmonia social e a fraternidade”, destacou o Bispo. 
As associações leigas também se mobilizaram: Dolphy D’Souza, Presidente da “Bombay Catholic Sabha”, afirmou que “ações desse tipo nos levam a uma maior solidariedade e a um maior empenho de amor ao próximo: estamos prontos para cooperar, compartilhando os nossos serviços de saúde e as nossas escolas”.
Joseph Dias, Secretário Geral do “Catholic Secular Forum”, reiterou que a comunidade católica terá um papel muito ativo para reconstruir paz e a harmonia, explicando que o seu movimento se mobilizará a favor das famílias atingidas pelos atentados e que voluntários católicos já estão presentes nos hospitais para assistir os feridos.
Em nota divulgada ontem pela Conferência Episcopal indiana (Cbci), os Bispos condenam os atentados e manifestam solidariedade às famílias atingidas desejando “a imediata recuperação dos feridos”, e recordando especialmente “aqueles que ainda são reféns para que possam ser logo libertados”. Os Bispos também dirigiram um apelo à população de Mumbai para que “mantenha a paz e a harmonia nesse momento de sofrimento e dor”, convocando todos à promoção do diálogo e da paz, “único caminho para uma vida mais civilizada na nossa sociedade”.
(PA) (Agência Fides 28/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Fri, 28 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/CHINA - A comunidade católica da Mongólia interna comemora os 90 anos de Dom Ma Zhong Mu, ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=14011&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Ning Xia (Agência Fides) – Os fiéis da paróquia de Cheng Chuan da Mongólia Interna da China continental, fizeram uma grande festa e vivenciaram momentos de intensa comunhão ao comemorar o 90° aniversário, os 60 anos de sacerdócio e os 25 anos de Episcopado de Dom Joseph Ma Zhong Mu, no idioma mongol Tegusbeleg, que é o único Bispo de etnia mongol na China e no mundo. Mesmo não sendo reconhecido pelo governo como Bispo, a solene Eucaristia da sua festa foi presidida por Dom Li Jing, Coadjutor de Ning Xi, consagrado no dia 21 de dezembro de 2007, aprovativo e reconhecido pelas autoridades. Dom Li Jing celebrou a Santa Missa como representante pessoal de Dom Liu Jin Shan, atual titular da diocese de Ning Xi, que tem 96 anos e não pôde falar por causa da idade e da saúde, que não lhe permitem fazer uma longa viagem.
Dom Li Jing reiterou com firmeza durante a cerimônia, diante de diversos representantes das Autoridades, que “ele é o nosso pastor, isso está fora de discussão”. Dezenas de sacerdotes e cerca de mil fiéis participaram desse momento de intensa comunhão e oração de louvor, vendo com alegria o seu muito amado, o idoso Bispo, vestido com o tradicional hábito mongol vermelho, chegar sentado numa carroça. Segundo o pároco, “no início, Dom Ma Zhong Mu queria vir a cavalo, sozinho, como um mongol. E é verdade que, mesmo sendo idoso, de vez em quando ainda monta. Mas o convencemos a vir numa carroça mongol, bem decorada e escoltada por 4 robustos cavaleiros mongóis. Quisemos, assim, prestar homenagem ao nosso muitíssimo amado Pastor, demonstrando-lhe estima e gratidão”. Na sua longa vida Dom Ma Zhong Mu sofreu mais de 20 anos de perseguição. Depois dos anos 80 traduziu para o idioma mongol “a Liturgia das Horas”, alguns textos de exegese bíblica e textos religiosos. (NZ) (Agência Fides 28/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Fri, 28 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/CORÉIA DO SUL - Cartas pastorais dos diversos Bispos coreanos para a época do Advento: ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=14012&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Seul (Agência Fides) – O período do Advento é graça, um período favorável para a conversão, para entregar a própria vida nas mãos de Deus, dedicar-se à oração, à revisão da vida, às obras de caridade. São esses os conteúdos fundamentais comuns às Cartas pastorais que os Bispos coreanos escreveram e divulgaram nas próprias dioceses, para exortar os fiéis a viverem intensamente o mês de preparação para o Natal de 2008.
Os Bispos destacam nos diversos textos a importância e a centralidade da família cristã, berço da fé, em que devem ter lugar a oração, a escuta e a partilha da Palavra de Deus, as experiências de perdão e reconciliação. A família torna-se, assim, uma “academia da fé”, que prepara os cristãos para o testemunho do Evangelho na sociedade.
Outro tema proposto pelos Bispos é a ligação do Advento com o Ano Paulino. Nesse ano, dedicado a aprofundar a figura de São Paulo, os fiéis são convidados a se tornarem protagonistas da evangelização, seguindo os passos do Apóstolo dos gentios.
Em especial, a Carta escrita pelo Card. Nicholas Cheong, Arcebispo de Seul, com o título “A família, base da fé”, exorta a realizar e viver “o espírito do martírio” na família”, explicando que “amar a própria família, que é o nosso próximo, é a maneira autentica de participar do martírio, que significa testemunho cristão”.
Dom Andreaa Choi Chang-Mou, Arcebispo de Kwangju, referindo-se ao programa pastoral trienal da Arquidiocese, define o ano litúrgico que se inicia como “o Ano da animação para o apostolado”, convidando sacerdotes, religiosos e leigos a dar frutos, tornando-se modelos de apostolado.
Em 2011, será celebrado o 100° aniversário da ereção da diocese de Daegu, e Dom John Choi Young-soo, Arcebispo local, convida, na sua carta, os fiéis a prepararem-se para o evento histórico.
Nas mensagens de diversos Bispos há a exortação para animar as Comunidades Eclesiais de Base a renovar o dom da fé e reevangelizar o território. (PA) (Agência Fides 28/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Fri, 28 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>AMÉRICA/COLÔMBIA - Hoje, na Colômbia, grande Marcha pela Vida e a Liberdade, com manifestações ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=14013&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Bogotá (Agência Fides) - Milhões de colombianos participam hoje, sexta-feira, 28 de novembro, em todas as cidades do país e em diferentes lugares do mundo, “Pela vida e a liberdade”, reclamando a imediata libertação de centenas de pessoas seqüestradas na Colômbia. A marcha percorrerá de forma pacifica as ruas das cidades a partir de dez da manhã, e concentrará os manifestantes em locais previamente estabelecidos, onde se pedirá mais uma vez a libertação dos prisioneiros antes do próximo Natal. Na capital colombiana, Bogotá, foram definidos oito pontos de concentração. 
A Conferência Episcopal Colombiana lançou um veemente apelo aos colombianos para que, no dia da Marcha pela Liberdade, manifestem-se intensamente, de todas as formas e meios pacíficos, para exigir o respeito à vida e a liberdade dos reféns. "Esperamos não ficar insensíveis, pensemos no sofrimento dos familiares e dos reféns para que com a graça de Deus, eles possam passar o próximo Natal com as próprias famílias", afirmou o Secretário Geral da Conferência, Dom Fabián Marulanda. Segundo o Bispo "é muito importante que todo o povo colombiano se manifeste, faça-se ouvir para reclamar, exigir e pedir, de todas as formas, a imediata libertação de todos os reféns".
O Santo Padre Bento XVI, durante a audiência geral de quarta-feira ,26, recordou a marcha: "nesses momentos desejo recordar a marcha para pedir a liberdade dos reféns que acontecerá na próxima sexta-feira na Colômbia. Elevo a Deus uma fervorosa súplica para que acabe com essa tragédia e se alcance logo a concórdia e a paz nessa amada nação" afirmou o Pontífice falando em espanhol. 
A Marcha recebeu um grande apoio no país: do governo nacional, dos partidos políticos de diferentes tendências ideológicas, da Igreja católica, de diversas confissões religiosas, de diferentes ONGs que lutam pelos direitos humanos, dos sindicatos e organizações sociais, que anunciaram a sua participação e convidaram os cidadãos a se manifestarem, de qualquer maneira mas sempre com meios pacíficos, nesse dia. 
Na mesma hora da Colômbia, haverá manifestações semelhantes em diversas partes do mundo: nos países do centro e oeste da Europa por volta das seis da tarde, nos diferentes estados dos Estados Unidos em horários simultâneos. São muitos os colombianos residentes em outros países que promoveram marchas na Austrália, Indonésia, China e Japão. Todas as Embaixadas da Colômbia se mobilizaram para apoiar os seus compatriotas que querem participar da marcha. A embaixada e o consulado da Colômbia em Londres convidaram os compatriotas a se concentrarem no Hyde Park, no centro da capital britânica. O embaixador da França na Colômbia, Jean Michel Marlaud, também fez um apelo a todos os colombianos: "Acredito ser importante que as Farc vejam que o seqüestro é uma ação completamente rejeitada pela comunidade internacional e pelos colombianos". (RG) (Agência Fides 28/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Fri, 28 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
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            <title>AMÉRICA/BRASIL - Solidariedade com as vítimas das inundações no sul, que provocaram mais de100 ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=14014&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Santa Catarina (Agência Fides) - A Comissão Episcopal para a Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reunida em Itaci de 24 a 26 de novembro, publicou uma nota de solidariedade para as vítimas das recentes inundações no estado de Santa Catarina. 
Segundo as ultimas informações das autoridades brasileiras, o número de mortos por causa das chuvas torrenciais, que caem há 52 dias no estado de Santa Catarina, no sul do país, chegou a 101, além disso, 1 milhão e meio de pessoas da região foram atingidas pelas inundações. Milhares de pessoas ficaram completamente isoladas devido ao aumento do volume dos rios, que impediram a assistência a estes locais. Os habitantes de algumas cidades de Santa Catarina, como São Bonifácio, São João Batista, Itapoá, Benedito Novo, Rio de los Cedros e Garuva, conseguiram sair de suas casas e se refugiar. Em Blumenau, cerca de 20 pessoas perderam a vida e outras 20.000 ficaram desabrigadas, 95 por cento da população está sem água potável devido á interrupção do fornecimento de água. Um quarto da população do estado de Santa Catarina, 1 milhão e meio de pessoas, foram atingidas pelas inundações. 
No comunicado, os membros da Comissão Episcopal manifestam a sua gratidão pelos muitos gestos de solidariedade de pessoas, grupos e instituições: "mais uma vez, percebemos a força do amor fraterno e os sentimentos humanitários que caracterizam o nosso país". "As intempéries da natureza exigem a atenção e a responsabilidade de todos ao ecossistema tão agredido – lê-se no comunicado -. A terra é um dom de Deus e casa de todos e, como tal, deve ser preservada". Desse modo, reafirmam o valor fundamental e primário da vida, em consonância com o tema da Campanha da Fraternidade deste ano. Lançam também um apelo a todos os cristãos e aos homens de boa vontade para que ofereçam a sua ajuda às vítimas e, assim, que o povo de Santa Catarina possa "superar, mais uma vez, os desafios das inundações, fortalecido na fé que o caracteriza e com a generosidade de todos". (RG) (Agência Fides 28/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Fri, 28 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
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            <title>AMÉRICA/HAITI - Ordenados os dois primeiros sacerdotes Camilianos haitianos: “Sois dois e, ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=14015&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Port-au-Prince (Agência Fides) - Sete jovens haitianos começaram o seu caminho vocacional seguindo o carisma de São Camilo no ano 2000. Oito anos depois, dois deles se apresentaram ao altar para a ordenação sacerdotal: padre Pierre Luxembourg Giraud e Richard Eugene. No dia 16 de novembro de 2008, festa da Nossa Senhora da Saúde, foram ordenados os dois primeiros sacerdotes Camilianos haitianos. A Santa Missa, na igreja de Notre Dame de la Santé, foi presidida pelo Arcebispo de Port-au-Prince, Dom J. Serge Miot, ao lado do Superior provincial dos Camilianos, pe. Joaquim Paulo Cipriano, e do Delegado da missão, pe. Crescenzo Mazzella. Os sacerdotes que concelebraram eram trinta, entre Camilianos, Oblatos de Maria Imaculada, Salesianos, Redentoristas, Monfortanos, Clérigos de São Viatore, sacerdotes do Instituto Voluntas Dei e de São Tiago, além de alguns sacerdotes seculares. Eram muitas as religiosas e os religiosos presentes, de várias congregações religiosas, e vinte membros da Família Camiliana Leiga. A igreja estava superlotada, por isso, mais de uma centena de pessoas foi obrigada a ficar do lado de fora durante a toda a Missa, que durou mais de 4 horas.
O Delegado da missão, Padre Crescenzo Gazzella, enviou à Fides um amplo relato do evento, que pode ser considerado “histórico” pelos Camilianos e pela Igreja do Haiti. O Arcebispo, durante a homilia, em creolo, definiu a figura do padre, que deve ser a imagem e semelhança do grande Sacerdote e Pastor, o Cristo sofredor que dá a vida pelo rebanho. Padre Gazzella destaca uma passagem da homilia, quando Dom Miot afirmou: “no nosso país, há necessidade de uma pastoral dos doentes exemplar, com modelos que cuidem dos doentes com amor e ensinem os outros a fazê-lo, segundo os ensinamentos de Jesus e de são Camilo. A cruz vermelha que os camilianos trazem na batina é o símbolo característico do imenso amor de Cristo que, com o sacrifício de si próprio na cruz, liberta o homem do mal e dos sofrimentos e o reconcilia com Deus e com os irmãos. Sois dois e, como os discípulos enviados por Jesus, de dois em dois proclamareis a boa notícia e trareis alívio e esperança aos doentes apoiando com reciprocidade, como enviados do próprio Cristo por meio da vossa comunidade. A missão que vos foi dada é maravilhosa, mas também difícil; e vós estareis à altura dela, se cultivares uma intensa amizade e intimidade com Cristo, fiéis na oração, na Eucaristia e no sacramento da reconciliação, sendo exemplo para o mundo do amor misericordioso do Senhor, que é o pão vida e do sacramento da comunhão, do conforto e da esperança.”
Foi comovente o gesto do Arcebispo depois do rito da ordenação: desceu do altar e, com jeito amável e paternal, face sorridente, pegou os dois novos sacerdotes pela mão, dirigiu-se com eles para o povo levantando aos céus as suas mãos, querendo dizer: “eis, para vocês, os primeiros dois padres camilianos haitianos”. E de todos, num movimento espontâneo e entusiasmado, partiu um aplauso caloroso e prolongado. 
No final da celebração, durante a refeição que concluiu a festa, muitos, pelo menos uma centena, crianças na maioria, misturaram-se aos convidados. Como dizer “não” a quem chega, com as mãos na barriga, choramingando: “Monpè grangou” (pai, tenho fome)? Sendo assim, ninguém ficou desiludido. Parece que São Camilo diverte-se em renovar ainda hoje o milagre de multiplicar os pratos (AP/CM) (Agência Fides 28/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Fri, 28 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>VATICANO - Na audiência geral, na presença do Catholicos de Cilícia dos Armênios, o Santo Padre ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13993&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Cidade do Vaticano (Agência Fides) – “Esta visita fraterna é uma oportunidade significativa para reforçar os vínculos de unidade já existentes entre nós, enquanto seguimos rumo à plena comunhão que é tanto um objetivo de todos os seguidores de Cristo quanto um dom a ser implorado todos os dias ao Senhor.” Com estas palavras o Santo Padre Bento XVI saudou o Catholicos de Cilícia dos Armênios, Aram I, em visita a Roma, no início da audiência geral de quarta-feira, 26 de novembro.
Bento XVI convidou os presentes a rezar para que a visita e os encontros destes dias “sejam mais um passo à frente no caminho rumo à plena unidade”, manifestando a “especial gratidão” pelo constante empenho pessoal de Aram I na área do ecumenismo. A presença da estátua de São Gregório o Iluminador, fundador da Igreja armênia, na fachada externa da basílica de São Pedro, “evoca os sofrimentos que ele suportou ao conduzir o povo armênio ao cristianismo – explicou o Pontífice -, mas recorda também os numerosos mártires e confessores da fé cujo testemunho produziu frutos abundantes na história do vosso povo. A cultura e a espiritualidade armênias são tomadas pelo orgulho por este testemunho dos seus antepassados, que sofreram com fidelidade e coragem em comunhão com o Cordeiro morto para a salvação do mundo.”
Na catequese realizada para os peregrinos, o Santo Padre Bento XVI deteve-se ainda na pregação de São Paulo sobre a justificação: “São Paulo nos disse: não são as nossas obras, mas sim a fé que nos torna ‘justos’. Esta fé, contudo, não é um pensamento, uma opinião, uma idéia. Esta fé é comunhão com Cristo, que o Senhor nos dá e por isso se torna vida, torna-se conformidade com Ele. Ou, em outras palavras, a fé, quando verdadeira, quando real, torna-se amor, caridade e se manifesta na caridade.”
Na Carta aos Galati, São Paulo ressalta a gratuidade da justificação não pelas as nossas obras, e, ao mesmo tempo, destaca também a relação entre a fé e a caridade, entre a fé e as obras: “Há, por um lado, as ‘obras da carne’ que são ‘fornicação, impureza, depravação, idolatria...’: todas obras contrárias à fé; por outro lado, há a ação do Espírito Santo, que alimenta a vida cristã suscitando ‘amor, alegria, paz, magnanimidade, benevolência, bondade, fidelidade, ternura, domínio de si: são estes os frutos do Espírito trazidos pela fé. No início dessa lista de virtudes são citados o ágape e o amor e , no final, o domínio de si”. 
Recordando então a sua primeira Encíclica, Deus caritas est, Bento XVI destacou que “os fiéis sabem que no amor recíproco encarna o amor de Deus e de Cristo, por meio do Espírito… Justificados pelo dom da fé em Cristo, somos chamados a viver no amor de Cristo pelo próximo, porque é com este critério que seremos, no final da nossa existência, julgados. Na Primeira Carta aos Coríntios, São Paulo difunde um famoso elogio do amor. É o chamado hino à caridade… O amor cristão é ainda mais exigente porque brota do amor total de Cristo por nós: aquele amor que nos clama, acolhe, abraça, apóia, chega até a nos atormentar, pois obriga cada um a não viver mais para si próprio, fechado no próprio egoísmo, mas para ‘Aquele que morreu e ressuscitou por nós’. O amor de Cristo nos faz ser n’Ele aquele ser novo que passa a fazer parte do seu Corpo místico que é a Igreja”.
Na história do cristianismo, assistiu-se muitas vezes a uma infundada contraposição entre a teologia de São Paulo e a de são Tiago: “enquanto Paulo – explicou o Pontífice - estava preocupado principalmente em mostrar que a fé em Cristo é necessária e suficiente, Tiago destaca as relações como conseqüência entre a fé e as obras. Portanto, tanto para Paulo quanto para Tiago a fé que atua no amor atesta o dom gratuito da justificação em Cristo. A salvação, recebida em Cristo, precisa ser protegida e testemunhada… Freqüentemente, somos levados a conhecer entendimentos que caracterizaram a comunidade de Corinto: esses cristãos pensavam que, tendo sido justificados gratuitamente em Cristo pela fé, ‘tudo seria lícito para eles’. E pensavam, e com freqüência parece que também os cristãos de hoje pensam assim, que é lícito criar divisões na Igreja, Corpo de Cristo, celebrar a Eucaristia sem considerar os irmãos mais necessitados, aspirar aos carismas melhores sem se dar conta de ser parte uns dos outros, e assim por diante. São desastrosas as conseqüências de uma fé que não encarna no amor, porque fica reduzida ao arbítrio e à subjetividade mais nociva para nós e para os irmãos”. 
Seguindo, então, São Paulo, devemos ter consciência do fato de que, exatamente por termos sido justificados em Cristo, somos chamados a glorificar Deus no nosso corpo com toda a nossa existência. “A que se reduziria uma liturgia voltada somente para o Senhor, sem se tornar, ao mesmo tempo, serviço para os irmãos, uma fé que não se manifesta na caridade?” perguntou o Santo Padre, que recordou como o Apóstolo punha com freqüência as suas comunidades diante do juízo final, que será sobre a caridade, e “este pensamento do Juízo deve nos iluminar na nossa vida de cada dia”.
O Papa concluiu a catequese destacando que a ética proposta por Paulo mostra-se atual também para nós, hoje, porque “a ética cristã não nasce de um sistema de mandamentos, mas é conseqüência da nossa amizade com Cristo. Esta amizade influencia a vida: se é verdadeira, encarna e se realiza no amor ao próximo”. Sendo assim, exortou a se deixar tomar pela reconciliação, que Deus nos deu em Cristo, pelo amor “louco” de Deus por nós, uma vez que “nada, nem ninguém poderá jamais nos separar do seu amor”. (S.L.) (Agência Fides 27/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Thu, 27 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>VATICANO - Declaração do Diretor da Sala de imprensa da Santa Sé sobre o seqüestro das duas ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13994&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Cidade do Vaticano (Agência Fides) – A Sala de imprensa da Santa Sé divulgou hoje a seguinte declaração do Diretor da Sala de imprensa da Santa Sé, pe. Federico Lombardi.
“Já são passados mais de 15 dias desde que as duas religiosas italianas Irmã Maria Teresa Olivero e Irmã Caterina Giraudo foram seqüestradas no Quênia, onde são conhecidas pelo seu generoso empenho a favor dos mais pobres. O prolongamento do seqüestro é acompanhado com preocupação pelo Santo Padre, que está próximo na oração pelo sofrimento não só das duas religiosas seqüestradas, como também dos familiares e do "Movimento Contemplativo Missionário Padre de Foucauld" ao qual pertencem. O desejo é que esta situação dolorosa e gravemente injusta da qual são vítimas pessoas inocentes e boas possa logo ser resolvida.” (S.L.) (Agência Fides 27/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Thu, 27 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>EUROPA/ESPANHA - Primeiro Encontro dos Bispos Agostinianos Recolletti para comemorar o ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13995&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[La Rioja (Agência Fides) – Desde terça-feira, 25 de novembro e até domingo, 30 de novembro, no Mosteiro de San Millán de Yuso, em La Rioja (Espanha), celebra-se o primeiro Encontro dos Bispos Agostinianos Recolletti, presidido pelo Cardeal Giovanni Battista Re, Prefeito da Congregação para os Bispos, Presidente da Pontifícia Comissão para a América Latina, que há muito tempo está próximo da vida e da atividade dos Agostinianos Recolletti. Atualmente, são 20 os Bispos pertencentes a esta Ordem em 9 Países da América e da Ásia, 14 dos quais participam do Encontro. 
A iniciativa recai no âmbito das celebrações comemorativas dos 100 anos do Capítulo celebrado pelos Agostinianos Recolletti em San Millán da Cogolla, evento que determinou o fim apostólico da Congregação, deu um impulso definitivo às missões e favoreceu o fortalecimento dos estudos, especialmente daqueles sobre Santo Agostinho. Para comemorar o histórico encontro, a Ordem organizou diversas atividades no mosteiro de San Millán que continuaram até 6 de dezembro. Além do encontro dos Bispos, o Encontro 2008 da Família Agostiniana-recolletta (28 de novembro) e a Reunião do Conselho Geral com os priores provinciais 2008 (de 1 a 6 de dezembro). 
Os trabalhos do Encontro começaram em 25 de novembro com a palestra inaugural do Bispo da Diocese de Calahorra-La Calzada-Logroño, à qual pertence San Millán, Dom Juan José Omelia, sobre o tema “O Bispo, servidor da Palavra e da Igreja”. Á tarde, falou o agostiniano recolletto Dom Emiliano Antonio Cisneros, O.A.R, Bispo de Chachapoyas (Peru), sobre “Os desafios da Evangelização na América Latina na visão dos agostinianos recollettas”. As outras palestras são: “A vivência do carisma agostiniano recolletto nas suas três dimensões”; “O perfil do Bispo agostiniano recolletto e a sua relação com a Ordem”; “A Ordem dos Agostinianos Recollettas se renova”; “Primeiro Centenário do Capítulo Geral de San Millán, de 16 a 27 de julho de 1908”. 
No dia 28 de novembro, participarão do Encontro também os Priores Provinciais das oito Províncias, na expectativa da sua própria reunião com o Conselho Geral. O Cardeal Re presidirá a Santa Missa de ação de graças e falará aos participantes sobre “A responsabilidade de ser sucessor dos Apóstolos”. 
Sábado, 29 de novembro, haverá a reunião do Conselho Geral com os Bispos e os Provinciais, moderada pelo Bispo da Prelazia de Chota (Peru), Dom Fortunato Pablo Urcey, O.A.R, e pelo Vigário Geral da Ordem, Dom Miguel Miró. Domingo, 30, os Bispos e os Provinciais visitarão os diversos locais significativos para a história da Ordem que se encontram na região. 
Em seguida, de 1 a 6 de dezembro, acontecerá o segundo encontro de trabalho do Conselho Geral com todos os Provinciais. Durante os seis dias, os religiosos reverão e estudarão em conjunto “o estado da Ordem, a renovação, os problemas comuns, a colaboração e cumprimento das indicações do Capítulo Geral”.
A Ordem dos Agostinianos Recolletti foi fundada no dia 5 de dezembro de 1588 em Talavera da Rainha, Toledo (Espanha). Atualmente, conta com cerca de 1.200 religiosos distribuídos por 205 comunidades em todo o mundo. Estão presentes em 19 Países, especialmente na Espanha, nas Filipinas e no Continente americano. Cuidam de mais de 200 paróquias, cinqüenta centros educativos e universitários, além de 8 territórios de missão na África, América e Ásia. (RG) (Agência Fides 27/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Thu, 27 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>EUROPA/ITÁLIA - Um diálogo sincero entre um jornalista e uma irmã de clausura</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13996&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Roma (Agência Fides) - “O Carpegna é suficiente para mim”: assim começa o livro “Uma irmã como amiga” (edições Ancora). A frase pertence ao ciclista Marco Pantani, ao qual Andrea Pamparana compara Irmã Maria Gloria Riva, que, como o atleta, está “numa vida feita de uma longa, árdua, dramática subida rumo à perfeição”: um empenho que a monja vive com alegria, segura do horizonte que visa. Andrea Pamparana, ao contrário, define-se como um curioso buscador, perplexo, amedrontado e com dúvidas. “Uma irmã como amiga”, apesar do título que pode parecer leve, é um livro em que se fundem e se encontram dois mundos aparentemente muito distantes, ou seja, as diferentes realidades dos dois autores: ele que faz as perguntas, Andrea Pamparana, Vice-Diretor do Tg5, e ela que dá as respostas, Irmã Maria Gloria Riva, irmã de clausura, pertencente à comunidade da Adoração Perpétua do Santíssimo Sacramento, que atualmente vive no mosteiro de Carpegna (Diocese de San Marino- Montefeltro). 
Nihil nisi per amicitiam cognoscitur, nada se conhece se não através da amizade: desse modo, Dom Rino Fisichella, Magnífico Reitor da Pontifícia Universidade Lateranense, abriu o encontro de apresentação do livro, realizado em Roma, em 26 de novembro. Fundamental, na narração e na extensão do livro, a amizade profunda que permite entrar no Mistério que nos é revelado, como aconteceu com os dois autores do livro; sinal desse relacionamento, como destacou o Arcebispo Fisichella, são o sorriso de Irmã Maria Gloria e o tormento, a contínua busca do jornalista Andrea Pamparana, que explicou à Fides: “A busca não pode acabar nunca. Tem um início e a deixamos de lado até o momento em que muda o nosso estado. Irmã Maria Gloria é uma mulher e, ao mesmo tempo, mãe e irmã, e fez também um caminho de busca, encontrou respostas para muitas das perguntas que eu ainda me faço, mas certamente tem uma tamanha carga de paixão, de razão, de fé e de verdade nas suas respostas que representa conteúdo importante dessa minha busca”. 
O promotor do primeiro encontro entre Irmã Maria Gloria Riva e Andrea Pamparana, durante o Meeting para a Amizade dos Povos, foi Magdi Cristão Allam, Vice-Diretor do “Il Corriere della sera” e um dos palestrantes do encontro. “Estou feliz de estar aqui porque, a partir de uma série de encontros aparentemente casuais, de um caso que não é por acaso, mas que traz em si a mão da Divina Providência, hoje se encontram nessa mesa pessoas que compartilham valores e um objetivo”. 
Ele, convertido há algum tempo ao catolicismo, declarou à Fides que a leitura do livro lhe trouxe “uma mensagem de conforto e esperança porque no momento em que através do encontro genuíno e profundo entre duas pessoas que têm caminhos existenciais diferentes, mas que se sentem ambos partícipes de um sentimento autêntico, conseguem realizar juntos uma obra de beleza, como o livro e a espiritualidade que o anima, isso me dá uma grande esperança, porque significa que há pessoas que podem ser autênticas testemunhas de fé e de valores. E nós hoje precisamos de testemunhas”. Certamente, Irmã Maria Gloria é uma delas e contou não a sua história, mas a história que Deus fez dentro dela e que a partir de um certo momento ela pôde ler. 
Um caminho marcado por três grandes temas, três vozes: os encontros, as perguntas e a beleza. “a partir daquele encontro especial, de quando o encontro com a fé dos padres tornou-se a minha fé motivada e pessoal porque fruto de um encontro com um Mistério, que se mostrou próximo e pessoal, desde então, a minha história foi contada de outro modo. Foi somente depois da Páscoa que se conta de verdade a própria vida, porque é somente olhando para o Único, que lhe conhece e o ilumina que começa a dar uma forma ao seu eu. Num determinado momento, você percebe que é amado”, explicou Irmã Maria Gloria, continuando, depois, com o segundo tema: “O ’homem se reconhece pelas suas perguntas, porque a coisa mais difícil, nesse nosso mundo é fazer esta pergunta, ou seja, a pergunta profunda de sentido e de vida das coisas”. E, enfim, a beleza que salvará o mundo que “não coincide”- afirmou Irmã Maria Gloria- “com um cânone estético, mas é a beleza que liga o verdadeiro ao bem. Falta-nos esta beleza, que vem de uma consciência formada e de uma fé capaz de cultura”. 
O Papa João Paulo II afirmou que “Uma fé que nãos e torna cultura não é uma verdadeira fé”; e num período em que a cultura formada na verdade, no bem e no belo quase não existe, a autora fica feliz que o livro contribua para difundir no mundo “o desejo de ser protagonista da história, não só na caridade, mas numa verdade formada e numa beleza contemplada”. A esperança é, então, que este livro, em que dois amigos falam de tudo, da fé à vocação, da vida ao mal, da arte à arquitetura, e onde são feitas as perguntas essenciais do homem, sirva principalmente aos jovens, e faça surgir o amor pelas perguntas, a verdadeira filosofia, ou seja, o amor pela sabedoria, como explicou Andrea Pamparana à Fides: “São importantes as respostas, mas queria que as respostas de Irmã Maria Gloria Riva suscitassem outras perguntas. É fundamental se questionar, creio que o amor pelas perguntas seja ainda mais importante do que as respostas, especialmente no mundo e no momento atual”. (P.C.) (Agência Fides 27/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Thu, 27 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁFRICA/QUÊNIA - Em risco a educação gratuita: outra conseqüência negativa do aumento de preços ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13997&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Nairóbi (Agência Fides)- Em Quênia está previsto um aumento das taxas escolares no mês de janeiro próximo. A associação dos dirigentes das escolas superiores apresentou as propostas de novas tarifas ao Ministro da Educação que advertiu que o governo não consegue pagar as novas despesas que cairá nas costas dos pais dos alunos. 
Se realmente isso acontecer, será um enorme passo atrás na campanha pela instrução gratuita, que considera uma das pedras milhares do governo do Presidente Kibaki. 
A este fardo para as famílias se acrescenta o forte aumento de preços dos alimentos, que aumentaram de 28% nos últimos meses. 
A despesa para as taxas escolares está em constante aumento, não obstante as medidas governamentais, segundo uma recente pesquisa por parte do Departamento Nacional de Estatística do Quênia (KNBS). 
As escolas afirmam que as taxas aumentaram por causa do aumento de preço dos alimentos, além dos matérias utilizados nas escolas, o aluguel, o transporte, a energia elétrica, a água e dos salários dos funcionários que não são professores. 
Por causa destes aumentos, a associação de diretores das escolas revelou que as escolas são obrigadas a pagar caro a farinha e o feijão, que alimentam vários estudantes ao ano. “Com os preços atuais dos produtos alimentares, devemos nos preparar para tempos difíceis”, disse um diretor escolar. 
O aumento de preços dos alimentos foi muito criticado por Dom Boniface M. Lele, arcebispo de Mombasa, que acusou alguns especuladores de terem criado a crise que aflige os mais frágeis da população (ver Fides 26/11/2008).
Também o aumento de preços dos combustíveis foi causado e de energia elétrica está causando problemas. O aumento de preço da eletricidade foi causado, além do aumento de preço do petróleo, pelas escassas chuvas que causaram uma redução da produção das centrais hidroelétricas locais. Para enfrentar essa penúria, o Quênia pretende integrar a própria rede elétrica com a da Etiópia, Uganda, Ruanda e Burundi dando vida a um pólo regional de energia. (L.M.) (Agência Fides 27/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Thu, 27 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/ÍNDIA - Os bispos condenam os atentados de Mumbai, enquanto a comunidade católica se ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13998&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Nova Délhi i (Agência Fides) – “O terrorismo é um mal, é o desprezo absoluto pela vida humana: condenamos com veemência os trágicos atentados de Mumbai chamando a unir todas as forças boas da Índia para construir a convivência e uma civilização de paz”: é o que declarou à Agência Fides a Conferência Episcopal da Índia através do porta-voz, Pe. Babu Joseph Karakombil, interpelado sobre os atos de violência registrados na cidade de Mumbai. 
Os bispos lançaram um apelo ao governo a fim de que “adote todas as medidas necessárias para terminar com a onda de sangue sobre a população inocente indiana e para garantir a segurança aos cidadãos, que desejam a paz e a tranqüilidade”. 
Maharashtra (Índia Ocidental) foi envolvida numa série de atentados simultâneos que mataram mais de 100 pessoas e feriram cerca de 300 
Terroristas armados do grupo radical islâmico “Deccan Mujahideen” lançaram ataques no coração da capital financeira, tomando como reféns muitos turistas estrangeiros nos dois hotéis mais luxuosos da cidade. Os militantes entraram nos hotéis e pediram a libertação de “todos os mujahideen presos nos cárceres indianos”, mas foram presos pela forças especiais indianas. 
Enquanto a polícia controla a situação, na cidade o alarme vermelho é ainda em vigor, a comunidade católica de Mumbai fechou hoje as escolas e os colégios em sinal de luto e por razões de segurança. Segundo o que refere à Agência Fides o porta-voz dos bispos indianos, a Igreja expressa sua proximidade e a sua solidariedade ás famílias das vítimas, enquanto em numerosas igrejas católicas da cidade foram organizados encontros de oração para pedir a Deus a paz na cidade e em toda nação indiana. 
Enquanto isso, voluntários católicos chegam aos hospitais para levar conforto e assistência aos feridos. (PA) (Agência Fides 27/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Thu, 27 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/PAQUISTÃO - Aberto o Primeiro Congresso Missionário na historia do Paquistão</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13999&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Karachi (Agência Fides) – É um evento histórico para a Igreja paquistanesa: teve início em Karachi o Primeiro Congresso Missionário Nacional na história do país. Como refere á Agência Fides Pe. Mario Rodriguez, Diretor Nacional das Pontifícias Obras Missionárias do Paquistão e organizador do Congresso, 210 delegados participam do evento, centralizado sobre o tema “Contar a história de Jesus no Paquistão”, que se baseia no tema do Congresso Missionário Asiático realizado na Tailândia em 2006. 
Entre os presentes na assembléia, que se realiza de 25 a 29 de novembro, estão bispos, teólogos, sacerdotes, religiosos, leigos, professores e líderes dos movimentos eclesiais provenientes de todas as dioceses do Paquistão: toda a comunidade católica pretende verificar a própria missionariedade e lançar estratégias para o futuro da evangelização no país. Participam, comunica à Fides Pe. Rodriguez, também muçulmanos, convidados em qualidade de observadores, a fim de reforçar as boas relações com a comunidade islâmica local, com a perspectiva de romper os preconceitos e contribuir a um diálogo construtivo entre comunidades religiosas diferentes. 
A Celebração Eucarística inaugural se realizou na catedral de Karachi e foi presidida pelo arcebispo de Karachi, Dom Evarist Pinto, na presença do encarregado dos Assuntos da Nunciatura Apostólica no Paquistão, Pe. Josè Luis Diaz Mariblanca Sanchez.
Em sua homilia, o arcebispo expressou a alegria pessoal e de toda a diocese em hospedar o Congresso e afirmou: “Cada fiel paquistanês é chamado a recontar a história de Jesus em cada momento e em todo lugar: na família, no trabalho, na escola”. “Não hesitem em se mostrar discípulos de Cristo!”, acrescentou Dom Pinto, exortando os delegados a se tornarem protagonistas da missão da Igreja em suas respectivas comunidades.
Depois da Santa Missa, os trabalhos do Congresso iniciaram com uma mensagem enviada pelo Papa Bento XVI, “confiante que, através da oração e o confronto, os participantes possam encontrar maneiras eficazes para recontar a história de Jesus” mo país, enviando ao Congresso a sua Benção Apostólica. 
Os delegados sublinharam que o encontro e toda a obra missionária da Igreja mira em fazer crescer o amor, a harmonia, a justiça e a comunhão entre as pessoas e a comunidade no Paquistão.
O Congresso prevê sessões de trabalhos na assembléia, seminários de grupo, orações e debates. Pe. Mario Rodriguez, diretor das POM, lembrou que, depois deste evento de caráter nacional, cada diocese poderá realizá-lo em seu território, envolvendo os fiéis e as comunidades locais, a fim de aumentar a sensibilidade missionária. (PA) (Agência Fides 27/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Thu, 27 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
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            <title>ÁSIA/TAIWAN - A evangelização da população indígena segundo a Justiça e a Paz: realizado o V° ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=14000&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Taipei (Agência Fides) – A evangelização da Igreja segundo critérios da Justiça e da Paz foi o tema do V° Congresso de Pastoral da População indígena organizado pela Comissão para a Pastoral dos Indígenas da Conferência Episcopal de Taiwan, realizado recentemente. Mais de 120 representantes de várias comunidades participaram do encontro de três dias, discutindo sobre temas como "as dificuldades da população católica indígena", "auto-suficiência e auto-assistência das tribos indígenas", “justiça, paz e assistência social”, “diálogo entre católicos e protestantes”. Além do bispo auxiliar de Hwalien, Dom John B. Tseng, presidente da Comissão, participaram ao congresso os bispos das dioceses de Hsinchu e di Taichung. 
A Igreja de Taiwan sempre deu particular importância à pastoral dos indígenas, que representam mais de um terço dos católicos do país. Na recente mensagem para o Dia de Oração para os indígenas, realizada em agosto em todas as dioceses de Taiwan, os bispos lembraram aos fiéis que “a oração e as ofertas para os indígenas demonstram que somos uma só coisa”. “Esperamos que este Dia estimule o povo indígena, a fim de possa viver plenamente a sua dignidade e o seu valor, recebendo oração, atenção, solidariedade de tosos”. A Comissão para a Pastoral dos Indígenas da Conferência Episcopal Regional de Taiwan, criada 9 anos atrás pela mesma Conferência, organiza um Congresso Pastoral da População indígena a cada dois anos, e o Dia de Oração pelos Indígenas a cada ano. Dom . John B. Tseng, também indígena, é quem segue a comissão. O objetivo da Comissão é o de responder às exigências pastorais e missionárias dos indígenas. (NZ) (Agência Fides 27/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Thu, 27 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>AMÉRICA/ESTADOS UNIDOS - Aumenta a produção do grão e do arroz, mas os países pobres pagarão ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=14001&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Nova Iorque (Agência Fides) - Se a crise econômica, o crescimento exponencial do preço dos combustíveis, alguns graves desastres ambientais, tinham nos meses passados feito temer o pior para as produções alimentares de grande consumo, das Nações Unidas e das diferentes agências empenhadas nesse setor, chegaram, porém, nos dias passados dados positivos. A produção de cereais teve durante o ano teve um aumento que reconstituiu as reservas que tinham se exaurido no período anterior. Todavia, esse resultado, sem dúvida positivo, não produzirá vantagens imediatas para os países em via de desenvolvimento que deverão pagar um terço a mais de importação dos gêneros alimentícios: é a conseqüência da atual crise financeira. 
Analisado detalhadamente alguns elementos principais desta mudança de cenário, se constata que para a produção de cereais em nível mundial no período de 2008-2009 se prevê um aumento de 5,3%, que significa que chegará a 2 bilhões e 240 milhões de toneladas. A produção mundial de grão, prevista sempre para 2008-2009 aumentará de 677 milhões de toneladas e baterá um novo recorde de colheita abundante que se prevê na Europa, ao na América do Norte e Oceania. Importante também é o bom resultado da produção de arroz (previsto para 2008-2009, 450 milhões de toneladas) com conseqüentes quedas de preços que deverá melhorar, pelo menos nesta caso, a situação dos consumidores em relação ao ano passado. É este um dado de particular relevo enquanto o arroz é o principal alimento em muitas regiões entre as mais pobres do planeta, sobretudo na Ásia. 
É bom ressaltar ainda que a produção mundial de cereais secundários (prevista a 1 bilhão e 100 milhões de toneladas) conseguirá satisfazer o aumento do consumo. A produção global deverá aumentar somente 1% em 2008. As dificuldades de muitos bancos envolvidos em financiamento de pesca e no desenvolvimento de criações são fatores que limitarão a disponibilidade de crédito ao setor. Neste cenário que apresenta alguns aspectos positivos, os países em via de desenvolvimento serão aqueles que este ano pagarão o preço mais alto das importações alimentares; o custo da compra de comida nos mercados internacionais para os países mais vulneráveis do ponto de vista econômico é de fato fermentado por cerca de um terço em relação ao ano passado, em vista do maior incremento anual nunca visto. A conseqüência não é indiferente: a causa de preços elevados, o número das pessoas que passam fome em solo em 2007 aumentou de 75 milhões. O problema permanece o da fragilidade dos mercados financeiros globais, a volatilidade dos preços e do imprevisto aumento que recaem gravemente sobre as populações mais pobres do Planeta.
Numa nota difundida em 22 de novembro, dedicada a atual crise financeira global e às suas conseqüências, o Pontifício Conselho da Justiça e da Paz ressaltou: "É preciso evitar que comece a corrente do protecionismo recíproco; o importante é reforçar as práticas de cooperação em matéria de transparência e de vigilância sobre o sistema financeiro. Em particular, é importante que o necessário confronto político entre os países mais ricos não leva a soluções baseadas em acordos exclusivos, mas relance um espaço de cooperação aberta e inclusiva. (Mtp) (Agência Fides 27/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Thu, 27 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>AMÉRICA/COLÔMBIA - A Igreja está próxima das vítimas das &quot;pirâmides financeiras&quot;, uma ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=14002&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Bogotá (Agência Fides) – "Com amor de pastores, acompanhamos todas as pessoas que perderam bens e posses, compreendemos sua dor e angústia, e convidamos a buscar, por meio do respeito da lei, a restituição de seus bens". Inicia com estas palavras o comunicado sobre grave crise social provocada no país difundido pelo Presidente da Conferência Episcopal da Colômbia e arcebispo de Barranquilla, Dom Rubén Salazar Gómez, endereçado ás vítimas da crise econômica das "pirâmides financeiras", isto é, o esquema para ganhar dinheiro que fez sucesso na década de 80, que fizeram com que muitas pessoas perdessem suas economias. Trata-se de um esquema ilegal de recrutamento de pessoas que investem uma determinada quantia em dinheiro para, mais tarde, ganharem o dobro ou o triplo do que investiram. 
No texto o arcebispo ressalta que esser fatos mostram, mais uma vez, a situação de enfermidade moral que a Colômbia vive, produzida pela degradação dos costumes sociais. Essa situação tem como causa e efeito, ao mesmo tempo, a violência generalizada, a injustiça, que corroeu todos os âmbitos da vida nacional, e a corrupção. "A enfermidade moral causa um número crescente de vítimas, em sua maioria desprotegida e inerme ante as forças destruidoras de sua dignidade", afirma.
Diante dessa situação, o presidente da CEC lança um apelo às forças vivas no país, a fim de que deixem de lado o que distancia e divide, "procuramos sinceramente o bem comum dos colombianos, especialmente dos mais pobres e abandonados", para poder assim "construir todos juntos uma sociedade mais justa, fraterna, solidária e em paz". 
O arcebispo conclui sua mensagem o início do Tempo do Advento, no domingo, dia 30 de novembro., tempo em que celebramos de maneira especial o mistério do amor infinito de Deus manifestado em seu Filho Jesus Cristo. "Acolhamos esse amor misericordioso e façamos da celebração do Natal uma ocasião propícia para continuar com renovada força e entusiasmo a tarefa comum de fazer da Colômbia uma verdadeira pátria para todos."
O governo colombiano interveio duas semanas atrás em relação a DMG, considerada uma das empresas ilegais maiores deste tipo, com ligações com narcotraficantes e líderes políticos. A queda desta entidades financeiras levou o governo a declarar estado constitucional de "emergência social" pelo qual milhares de colombianos perderam seu dinheiro, em quantidade que não foi ainda calculada oficialmente. RG) (Agência Fides 27/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Thu, 27 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>AMÉRICA/PERU - Encontro latino-americano de Televisões e de Produções Católicas para contribuir ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=14003&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Callao (Agência Fides) – Em sintonia com a Missão Continental, a Comissão episcopal para as Comunicações Sociais da Conferência Episcopal Peruana e o Departamento de Comunicaçõs do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM), preparou, para dezembro, um Encontro latino-americano de Televisões e de Produções Católicas, que contará com a participação de representantes das principais cadeias televisivas do Continente. O encontro se realizará em Callo, de 3 a 5 de dezembro, sobre o tema "Com uma visão pela Missão". 
O objetivo do evento é incentivar a produção e a difusão de materiais audiovisuais, atravé de uma troca efetiva entre organizalções e instituições católicas, a fim de contribuir na promoção e na difusão das atividads pastorais e na Missão Continental, à luz  do encontro de Aparecida.
Participarão do encontro: Dom Ricardo García, Presidente da Comissão Episcopal para as Comunicações da Conferência Episcopal peruana; Dom Héctor Gutiérrez Pabón, bispo de Engativá (Colômbia) e Presidente do Departamento de Comunicação do CELAM, e outros bispos do Peru. 
Os temas propostos para a reflexão serão relativos ao trabalho jornalistico e televisivo. Entre estes: "Desafios e oportunidades nos meios audiovisuais", "Como desenvolver uma comunicação televisiva de qualidade", "Promoção de valores humanos na televisão". (RG) (Agência Fides 27/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Thu, 27 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>VATICANO - Mensagem do Papa na XIII Sessão pública das Pontifícias Academias: “o nosso anúncio ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13982&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Cidade do Vaticano (Agência Fides) – “A necessidade e a urgência de um renovado diálogo entre estética e ética, entre beleza, verdade e bondade” foram reiteradas pelo Santo Padre Bento XVI na Mensagem enviada ao Presidente do Pontifício Conselho da Cultura, Dom Gianfranco Ravasi, e aos participantes da XIII Sessão pública das Pontifícias Academias sobre o tema: "Universalidade da beleza: relação entre estética e ética", realizada no dia 25 novembro.
“Em diversos níveis – continua o Papa na suo Mensagem - surge dramaticamente a cisão e, à vezes, o contraste entre as duas dimensões, a da busca pela beleza, compreendida, porém, como forma exterior, como aparência a ser buscada a todo custo e a da verdade e bondade das ações realizadas para se alcançar uma determinada finalidade. De fato, uma busca pela beleza, estranha ou separada busca humana pela verdade e pela bondade se transformaria, como infelizmente acontece, num mero esteticismo, e, principalmente, para os mais jovens, num caminho que leva ao efêmero, ao parecer banal e superficial ou, até mesmo, numa fuga para paraísos artificiais, que mascaram e escondem o vazio e a inconsistência interior”. 
O Santo Padre reitera então “a necessidade e o compromisso de se ampliar os horizontes da razão”, uma vez que “uma razão que quer se ver livre da beleza ficaria dividida, assim como uma beleza privada de razão se reduziria a uma máscara vazia e ilusória”. Recordando depois o encontro com o Clero da Diocese de Bressanone, no dia 6 de agosto, Bento XVI afirmou: “ressaltei que devemos visar uma razão muito ampla, na qual coração e razão se encontram, beleza e verdade se tocam. Se esse empenho é válido para todos, é ainda mais para o fiel, para o discípulo de Cristo, chamado pelo Senhor a ‘dar razão’ a todos sobre a beleza e a verdade da própria fé”. 
No Evangelho de Mateus, Jesus dirige-se aos seus discípulos com estas palavras: “Assim, brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus” (Mt 5,16). O Papa explicou que no texto grego fala-se de “obras belas e boas ao mesmo tempo, porque a beleza das obras manifesta e expressa, numa síntese excelente, a bondade e a verdade profunda do gesto, come também a coerência e a santidade de quem a realiza. A beleza das obras, das quais fala o Evangelho, leva além, a outra beleza, verdade e bondade que somente em Deus têm a sua perfeição e a sua nascente principal”.
A partir dessas considerações conclui-se que “o nosso testemunho deve se alimentar dessa beleza, o nosso anúncio do Evangelho deve ser percebido na sua beleza e novidade e, por isso, é necessário saber comunicar com a linguagem das imagens e dos símbolos; a nossa missão diária deve tornar-se uma eloqüente transparência da beleza do amor de Deus para alcançar eficazmente os nossos contemporâneos, freqüentemente distraídos e envoltos num clima cultural nem sempre propenso a acolher uma beleza em plena harmonia com a verdade e a bondade, mas também sempre desejosos e nostálgicos de uma beleza autêntica, não superficial e efêmera.”
Bento XVI sugere retomar a Carta aos Artistas do Servo de Deus João Paulo II, passados dez anos da sua publicação, “para que ela traga uma nova reflexão sobre a arte, sobre a criatividade dos artistas e sobre o tanto fecundo quanto problemático diálogo entre eles e a fé cristã, vivida na comunidade dos fiéis”. Depois de ter r manifestado o seu apreço por todos os Acadêmicos pelas atividades realizadas, o Pontífice conclui a sua mensagem com o desejo “de um empenho apaixonado e criativo, principalmente, na área artística, para promover nas culturas contemporâneas um novo humanismo cristão, que saiba percorrer com clareza e decisão o caminho da autêntica beleza”. (S.L.) (Agência Fides 26/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Wed, 26 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>VATICANO - “AVE MARIA” por Dom Luciano Alimandi - A presença de Jesus</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13983&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Cidade do Vaticano (Agência Fides) - “Subiu ele a uma barca com seus discípulos.. De repente, desencadeou-se sobre o mar uma tempestade tão grande, que as ondas cobriam a barca. Ele, no entanto, dormia. Os discípulos achegaram-se a ele e o acordaram, dizendo: Senhor, salva-nos, nós perecemos! E Jesus perguntou: Por que este medo, gente de pouca fé? Então, levantando-se, deu ordens aos ventos e ao mar, e fez-se uma grande calmaria. Admirados, diziam: Quem é este homem a quem até os ventos e o mar obedecem?” (Mt 8, 23-27).
A tempestade acalmada é um dos milagres mais impressionantes de Jesus. Talvez o que o torne especial seja o fato de, nós todos, podermos nos identificar com a situação descrita pelos Sinópticos. Reflitamos juntos: nós cristãos não percebemos, talvez, a existência terrena como uma longa caminhada para a eternidade, como uma barca que navega no mar do tempo, em meio a dificuldades que, com freqüência, chegam inesperadamente, provocando medo em nós? Se acreditamos verdadeiramente, o fato de Jesus ser a nossa própria barca não deveria nos dar uma serenidade inalterável, uma convicção firme que, como disse São Paulo, “tudo concorre para o bem daqueles que amam o Senhor” (Rm 8, 28)?
Quantos ensinamentos podem ser tirados do episódio da tempestade acalmada! Toda dificuldade na vida, principalmente as que “aparecem” de improviso como as ondas do mar, torna-se para o cristão uma oportunidade para “repousar” no Coração de Jesus. É admirável escutar as reflexões que as crianças fazem sobre trechos evangélicos. Eles, com efeito, podem dar respostas com profundidade teológica aos trechos do Evangelho, a ponto de ensinar os adultos. 
Um menino de nove anos, de uma escola elementar de Ostia (Roma), assim comentou, diante de todos os outros colegas de classe, o episódio mencionado: “os apóstolos, é verdade, tiveram muito medo, mas isso aconteceu porque não fizeram como Jesus fez. Jesus dormia, porque repousava no coração do Pai. Eles, ao contrário, não repousavam no coração de Jesus. Por isso se assustaram; mas, pobres apóstolos, como fariam para repousar no coração de Jesus, se ainda não o conheciam?”
Diante de um comentário como esse, só se pode dizer: “Eu te bendigo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque ... revelaste aos pequenos.” (Mt 11, 25)! De fato, a razão fundamental do medo dos apóstolos, que o Evangelho nos revela, é a sua pouca fé; mas porque essa pouca fé? Porque ainda estavam distantes do verdadeiro conhecimento dos projetos de Jesus: “quem é afinal aquele a quem os ventos e os mares obedecem?” O pequeno menino entendeu, por uma intuição do Espírito Santo! 
Nós também confiamos pouco em Jesus, porque não O conhecemos bastante. Se o conhecêssemos melhor, então a fé seria mais sólida, porque se apoiaria num conhecimento vivo da misteriosa presença de Jesus na nossa vida. São Pedro, muitas vezes, recorda a importância desse conhecimento: “O poder divino deu-nos tudo o que contribui para a vida e a piedade, fazendo-nos conhecer aquele que nos chamou por sua glória e sua virtude.” (2 Pt. 1, 3).
O conhecimento e o amor requerem, porém, atenção e tempo a serem dedicados ao Senhor! Quando nos deixamos distrair pelas coisas, pelas pessoas e pelos acontecimentos, quando é somente na aparência que nos aproximamos de Jesus, porque estamos ainda ancorados no porto das nossas seguranças humanas e das nossas ilusões, então não é preciso muito para fazer vacilar a nossa fraca fé. 
A fé, ao contrário, para ser autêntica, deve enraizar-se num profundo conhecimento de Cristo; não basta ouvir falar e nem mesmo falar dela, esta fé é vivida, dia após dia. Para vivê-la verdadeiramente é necessário aprofundá-la sem descanso. Quantos santos, como don Bosco, Inácio de Loyola … afirmaram, exatamente por isso, a importância da meditação diária dos mistérios de Jesus! Certo, retornando ao episódio citado, narrado no Evangelho, se poderia pensar que não foi mal para os apóstolos “despertar” Jesus, que depois acalmou a tempestade. Mas mais que à sua oração assustada, nós devemos dar atenção às palavras de Jesus: “porque tendes medo, homens de pouca fé?” 
São palavras muito atuais também para nós. Elas têm o poder, se assimiladas na fé, de acabar com qualquer medo que surge nos nossos corações diante do desconhecido, do imprevisto, do indomável… a tudo o que parece “inundar-nos” e “afogar-nos”. 
Mesmo que Jesus “durma”, a Sua Presença muda radicalmente a nossa vida, se acreditamos! A mesma dificuldade, quando apoiada na fé em Jesus, mesmo que continue, não mergulha o fiel no abismo da inquietação e do desespero, mas sim o purifica e santifica: “É isto o que constitui a vossa alegria, apesar das aflições passageiras a vos serem causadas ainda por diversas provações, para que a prova a que é submetida a vossa fé (mais preciosa que o ouro perecível, o qual, entretanto, não deixamos de provar ao fogo) redunde para vosso louvor, para vossa honra e para vossa glória, quando Jesus Cristo se manifestar.” (1 Pt 1, 7).
No Tabernáculo, Jesus está como Alguém que dorme, mas a Sua Onipotência não adormece nunca e suscita no coração de quem O adora, ondas de amor e de paz que vão combater e acalmar todas as “ondas” do mal. Adorando o Senhor Jesus, como a Virgem Maria, o cristão experimenta que Ele, mesmo “dormindo”, governa o mundo e o nosso coração! (Agência Fides 26/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Wed, 26 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>EUROPA/ESPANHA - Passados 23 anos da aprovação da lei, o aborto tornou-se na Espanha a ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13984&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Madri (Agência Fides) – No evento do Dia Internacional da Violência contra a Mulher, no dia 25 de novembro, o Instituto de Política Familiar (IPF) apresentou à Subcomissão Parlamentar sobre o aborto a palestra “O aborto na Espanha: 23 anos depois (1985–2008)”. De fato, passaram-se 23 anos desde a aprovação pela primeira vez na Espanha, em 5 de julho de 1985, da lei do aborto e, desde então, o número de abortos aumentou de maneira vertiginosa, transformando-se não somente na principal causa de mortalidade na Espanha, mas também na principal causa de violência contra a mulher, exposta ao drama do aborto. Diante desta situação, e depois do anúncio do governo de querer preparar uma nova lei sobre o aborto que substitua a atual, com o objetivo de ampliar s possibilidades de aborto, o IPF elaborou esta pesquisa com o objetivo de examinar, de maneira séria e rigorosa, a evolução desse problema, a sua atual situação, as suas principais características comparadas aos outros Países da União Européia. 
Os efeitos de um “filtro” como a atual lei sobre o aborto não são evitados com a proposta de uma lei que prevê um filtro maior – e que aumentaria de fato o número dos abortos – mas sim, removendo-se as causas na origem do fenômeno, explicou Eduardo Hertfelder, Presidente do Instituto de Política Familiar (IPF). Por isso, para resolver o problema, é necessária uma autêntica aposta na mulher e na infância que passa pela revisão da lei atual, a introdução de medidas de apoio destinadas às mulheres grávidas, o aumento dos recursos públicos no apoio a vários órgãos envolvidos e o desenvolvimento de uma verdadeira política de informação para as mulheres grávidas. 
Segundo os dados fornecidos pelo IPF na Palestra, o aborto representa para a mulher um drama enorme, que está crescendo vertiginosamente, tanto que uma gravidez em 6 termina com o aborto. O crescimento, que nos últimos 10 anos chegou a 100 por cento, faz da Espanha o primeiro País da UE27 em prática de abortos. Além disso, esse fenômeno tornou-se a principal causa de violência contra a mulher.
Não por acaso a Espanha, junto com a Grécia, é o único País da UE27 que não impõe “nenhum limite de tempo” na hipótese de “risco psíquico da mãe”, aspecto que fez o aborto se mais praticado como método contraceptivo. 
A esse propósito, o IPF propõe, entre outras coisas, uma revisão da lei atual que respeite pelo menos os seguintes pontos: eliminar o pressuposto “risco psicológico da mãe” que é a base do atual “filtro” da lei; fixar um período de reflexão de pelo menos uma semana antes de praticar o aborto; autorização para o aborto por 2 médicos da Previdência Social depois de uma oportuna análise e depois de ter obtido o apoio psicológico de um centro de atenção para a mulher grávida ou da Rede de mães; desenvolver, fortalecer ou criar centros de atenção para a mulher grávida ou Redes de mães; informação para a mulher grávida sobre as conseqüências que um aborto pode ter para a sua saúde física e psicológica. (RG) (Agência Fides 26/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Wed, 26 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁFRICA/QUÊNIA - “Condenamos intensamente o grupo de corruptos que, artificialmente, aumentou os ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13985&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Mombasa (Agência Fides)- “Ficamos chocados ao saber que altos funcionários do governo e homens de negócios são responsáveis pelo aumento artificial dos preços dos gêneros alimentícios” afirma numa nota enviada à Agência Fides, Dom Boniface M. Lele, Arcebispo de Mombasa, no Quênia.
Segundo as pesquisas da imprensa local, alguns funcionários do governo de propósito provocaram a falta de milho e farinha de trigo em diversas partes do País. “Assim - afirma a nota - um pacote de dois kg de farinha de trigo é vendido a 120 xelins, quando até uma semana atrás custava em média 85 xelins”. 
Dom Lele observa que “além da farinha de trigo, as pesquisas de mercado feitas pelo nosso Escritório de Desenvolvimento apontam um forte aumento dos preços de outros produtos alimentícios básicos entre junho e novembro de 2008. O aumento dos preços inclui o dos feijões, do pão, da farinha de trigo e do açúcar. È ainda desanimador constatar que enquanto o preço do petróleo e da gasolina caiu quase 50% nos mercados internacionais, os preços do combustível no Quênia continuam elevados, com uma redução de somente 7 xelins”. 
“Como Igreja católica – continua a nota – identificamo-nos com e falamos pelos pobres, os que não têm voz, os oprimidos e apoiaremos uma sociedade, que seja justa, onde as necessidades fundamentais são respeitadas. Não podemos permanecer em silêncio, com milhares de pessoas com fome por causa das ações de uma pequena quadrilha de personalidades. A acumulação individualista incessante de riquezas a despeito de um milhão de pessoas que sofrem, pode somente levar a um conflito infinito. Haverá a verdadeira paz somente quando todos os quenianos puderem garantir os produtos alimentícios e as outras necessidades básicas. Nós condenamos com a máxima firmeza o silêncio do governo e a sua incapacidade de adotar medidas em relação aos corruptos que são a causa da crise alimentar. A situação descrita acima é imoral e inaceitável”.
“Fazemos um apelo ao governo para que promova uma verdadeira luta contra a corrupção e prenda as pessoas responsáveis pelo crime dos alimentos. Não há nenhuma justificativa para que os autores desses terríveis crimes econômicos não sejam presos e levados ao tribunal. Isso servirá para que outros não contem com a impunidade”. 
O Arcebispo de Mombasa faz algumas propostas concretas para se sair da crise e dotar o Quênia de uma agricultura eficiente: “É responsabilidade do governo intervir e garantir que os preços das matérias-primas básicas, como a farinha de trigo, estejam acessíveis a todos. Isso pode ser feito eliminando-se as taxas inúteis que incidem sobre os bens de primeira necessidade e pressionando as empresas petrolíferas a reduzir os preços do combustível. 
Chegou o momento de o governo enfrentar seriamente o problema da insuficiente produção de alimentos. Os nossos líderes devem adotar medidas para apoiar os agricultores locais por meio de subsídios agrícolas a fim de promover a agricultura. Estas medidas levarão a um aumento das safras, ao aumento das reservas nacionais de alimentos e trarão divisas para o País através das exportações de alimentos. Isso não é um sonho. O Malauí, o nosso vizinho da África meridional, seguiu esse caminho obtendo um grande sucesso. O Malauí mostrou que o que é necessário para garantir a segurança alimentar é a vontade política e uma liderança com visão e sem egoísmo. 
O ministério da Agricultura pode aumentar a produção em regiões áridas e semi-áridas. Isso pode ser feito através do fornecimento de estábulos, de irrigação e informando aos agricultores sobre as técnicas adequadas de criação”. (L.M.) (Agência Fides 26/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Wed, 26 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁFRICA/CONGO RD - O jornalista assassinado talvez tivesse importantes informações. ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13986&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Kinshasa (Agência Fides)- “Pouco antes de ser assassinato, Didace Namujimbo, tinha apenas entregue um relatório à MONUC sobre a morte de seu colega da Radio Okapi, Serge Maheshe, assassinado em Bukavu em 13 de junho de 2007. Talvez tivesse descoberto alguma coisa importante sobre o crime”, disse uma fonte da Igreja local (que por motivos de segurança pediu o anonimato) de Bukavu, capital do Kivu sul, no leste da República Democrática do Congo. 
Didace Namujimbo, jornalista de Radio Okapi, órgão de informação mantido pela Missão das Nações Unidas no Congo (MONUC) e pela fundação Hirondelle, foi assassinado em Bukavu no dia 21 novembro (ver Fides 24/11/2008). 
 “Namujimbo era um jornalista muito empenhado nas temáticas sociais. Nos últimos tempos se ocupava dos protestos dos professores a fim de obter um salário adequado. Era uma pessoa muito apreciada. Em suas exéquias, a igreja estava lotada de pessoas, não é verdade que compareceram somente 500 pessoas, como escreveram alguns meios de comunicação”, disse a fontes à Agência Fides. 
“A sua morte pode ser ligada às investigações que estava fazendo sobre o assassinato de seu colega. De certo, quiseram mandar mais um sinal a quem um sinal de intimidação àqueles que procuram dar informações corretas e imparciais sobre o que está acontecendo ao norte e ao sul de Kivu”, acrescenta a fonte. Os próprios meios de comunicação congoleses encontram dificuldades para mandar seus cronistas para fazer reportagens sobre a guerra no Kivu-Norte.
A guerra entre o governo de Kinshasa e os rebeldes do Congresso Nacional pela Defesa do Povo (CNDP) de Laurent Nkunda, se realizam também no campo mediático. Nkunda é muito hábil em conceder entrevistas a diversos órgãos de informações internacionais (incluídas as mais famosas redes televisivas globais), a fazer filtrar as notícias que o apresentam debaixo de uma luz positiva. Enquanto os congoleses permanecem estupefatos pela ausência de declarações de seu governo, que parece não ser capaz de controlar este importante aspecto das relações internas e internacionais. “De fato causa perplexidade que o governo de Kinshasa não revide a visibilidade mediática de Nkunda, lembrando que procurado por crimes de guerra pela Corte Penal Internacional, um fato minimizado por vários órgãos de informações”, afirma a nossa fonte. “Por outro lado, é verdade que o exército congolês não goza de boa reputação por causa de alguns fatos: o exército governamental saqueia a população e violenta as mulheres, como fazem também os rebeldes e outras formações armadas; a justiça que não funciona e os salários são inadequados”.
No entanto, a MONUC denuncia a violação da trégua em ato no Kivu-Norte por parte dos homens de Nkunda, acusando-os de saquear a população. Entre os crimes cometidos segundo as organizações humanitárias presentes no local, estão os crimes sexuais: entre as vítimas estão adolescentes e meninas. (L.M.) (Agência Fides 26/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Wed, 26 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/TERRA SANTA - Apelo da Cáritas de Jerusalém em favor da difícil situação humanitária em Gaza</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13987&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Jerusalém (Agência Fides) – É preciso finalizar o assedio em Gaza e fazer chegar o mais rápido possível ajudas humanitárias a 1 milhão e 400 mil palestinos que passam fome, sede, falta de remédios e serviços essenciais para a sobrevivência. É o novo apelo lançado pela Cáritas de Jerusalém diante do recente bloqueio da Faixa de Gaza decretado pelo governo israelense. 
Como referiu o Ministro da Defesa, Israel fechou a fronteira onde se transita o tráfico comercial com a Faixa de Gaza depois que militantes palestinos lançaram um foguete em direção ao Estado judeu. Segundo um porta-voz da polícia israelense, o foguete lançado ontem não conseguiu, porém, ultrapassar o confim e caiu dentro da Faixa de Gaza. 
As medidas tomadas pelo governo israelense penalizam fortemente milhares de civis palestinos chegaram ao limite das forças: por isso as Nações Unidas preanunciou uma “iminente crise humanitária” no território. Israel interrompeu o fluxo de ajuda a Gaza desde dia 4 de novembro, quando um foguete do exército provocou a retomada de lanço de mísseis. A violência ameaça a trégua proclamada cinco meses atrás em torno do confim entre Gaza e Israel. 
A Caritas de Jerusalém, unindo a sua voz com as organizações internacionais que pedem o fim do bloqueio, lançou uma pelo lembrando que é população civil inocente, sobretudo mulheres, idosos e crianças que sofrem os trágicos efeitos do isolamento de Gaza. “Este assedio que dura mais de vinte dias, observa a Caritas, privou Gaza dos bens essenciais para a sobrevivência. As padarias fecharam, faltam aquecimento e energia elétrica. Até mesmo as sementes utilizadas pelos animais são utilizadas para fazer pão para as crianças”. Além disso, “as unidade nascituros e todos os pacientes nos hospitais estão agora em alto risco”, visto a impossibilidade de utilizar maquinários para salvar vidas. 
Um comboio humanitário preparado pela Caritas de Jerusalém pediu para entrar em Gaza, mas não recebeu ainda nenhuma resposta das autoridades israelenses, enquanto as pessoas sofrem e chegaram ao limite das forças. 
Também o Chanceler do Patriarcado Latino de Jerusalém e o Núncio Apostólico em Israel, Dom Antonio Franco, que pretendiam celebrar a Santa Missa na paróquia do local, foram impedidos de entrar em Gaza, não obstante tais acordos tenham sido feito com antecedência. A nenhum diplomata nem a outras organizações humanitárias ou internacionais foi consentido o acesso. 
A Caritas afirma que “não é preciso de muitas palavras para descrever a catástrofe humanitária que poderá acontecer. É preciso que a comunidade internacional se mobilize urgentemente a fim de terminar com o assedio em Gaza”. (PA) (Agência Fides 26/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Wed, 26 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>AMÉRICA/EQUADOR - Terceiro Simpósio Internacional de Missiologia, a fim de analisar as ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13988&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Quito (Agência Fides) – Realizar-se-á de 8 a 12 de dezembro, em Quito, no Equador, o 3° Simpósio Internacional de Missiologia sobre o tema "Em missão pela humanidade". O objetivo do encontro é compreender de maneira criativa a visão, o espírito e as intuições missionárias do Congresso Missionário Americano CAM 3, realizado em Quito, em agosto passado.
A Comissão Teológica do CAM 3, encarregada de preparar o simpósio, definiu o programa de atividades e os temas que serão abordados. Estão previstos diversos pronunciamentos a fim de aprofundar a ação missionária no mundo de hoje: “A missão pela humanidade” (Pe. Santiago Ramírez, Ofmcap, membro da Comissão teológica do CAM 3); “Pobreza e catolicidade da missão” (Pe. Víctor Ruano, guatemalteco, ex Vice- reitor Acadêmico da ITEPAL); “Missão Inter Gentes”(Irmã Marina Aguilar, Rm, equatoriana). 
Será apresentado também o documento conclusivo do CAM 3, tanto em formato textual quanto em vídeo, com as conclusões e as propostas lançadas pelo Congresso Missionário. Além disso, será analisado o esquema e o conteúdo do Projeto Missionário Americano, bem como a sua atuação em nível continental e em cada país. 
Dentro do Projeto Missionário Americano terá também espaço para traçar as possíveis diretrizes de cooperação e de apoio à Grande Missão Continental, lançada em agosto passado durante a celebração eucarística de encerramento do CAM 3. (RG) (Agência Fides 26/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Wed, 26 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>AMÉRICA/EL SALVADOR - Relações sobre o impacto no setor do minério metálico sobre a saúde e ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13989&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[San Salvador (Agência Fides) – As organizações sociais empenhadas na Campanha "Eu rejeito o setor de mineração metálica", que a Cáritas de El Salvador, apresentou um estudo científico onde expõe nos detalhes o impacto sobre a saúde e sobre o ecossistema que o setor de minério metálico pode causar no país se forem concedidas as autorizações pedidas pelas companhias de minério. 
Como demonstra Florian Erzinger, encarregado de realizar o estudo, a drenagem do ácido das mineiras não pode ser evitado através de métodos pedidos pelo "setor mineral verde" e as águas adjacentes às minas estariam já em alto risco de poluição com fortes concentrações de mercúrio, e metais como o arsênio, o chumbo, o zinco e o alumínio. Estas concentrações superam os valores máximos admitidos também para água potável. Além disso, os alimentos produzidos na bacia de Lempa, os vegetais, a carne e o leite poderiam ter concentrações de substâncias tóxicas. Segundo o estudo, os riscos de poluição difundidos pelo arsênio e metais pesados, interessam a 60% do território nacional e cerca de 4 milhões de salvadorenhos. 
A realização do estudo se baseia nas experiências de outros países que demonstram os impactos negativos. Além disso, considera a natureza sísmica de El Salvador, um ulterior fator de alto risco que poderia provocar tragédias se viesse a romper proteções de sustentam as águas tóxicas. As condições ambientais e sócio-demográficas de El Salvador, além disso, não seriam adequadas para as atividades minerarias e a oxidação de metais pesados causando uma maior drenagem de ácido. Em todas as áreas do país existe uma grande concentração de população, muito mais que em outros países americanos ou europeus. As áreas mais diretamente poluídas são povoadas ou destinadas à agricultura, a piscicultura e à pesca. Portanto não se poderiam evitar graves danos à população. 
Diante desta situação, a campanha cidadã "Eu rejeito o Setor de mineração metálica" contando sobre as experiências de outros países e sobre o estudo de Erzinger, reafirma a denúncia que diferentes organizações já realizam há tempo: a atividade mineral pressupõe um custo elevado e são poucos os benefícios, tanto em nível de comunidade onde trabalham as mineradoras quanto em todo o país. "Com toda a segurança, a economia salvadorenha teria mais problemas do que benefícios" concluem os membros da Cáritas de El Salvador. (RG) (Agência Fides 26/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Wed, 26 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>OCEANIA/AUSTRÁLIA - &quot;Mantenham vivo o espírito do DMJ&quot;: a exortação do Núncio ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13990&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Sydney (Agência Fides) – "O Dia Mundial da Juventude de Sydney foi um grande momento de graça. É agora é importante que o espírito do DMJ permaneça vivo através de iniciativas apropriadas e criativas, miradas a promover e renovar a Pastoral Juvenil na Austrália": é o que disse aos jovens australianos, Dom Giuseppe Lazzarotto, Núncio Apostólico na Austrália, em seu pronunciamento na abertura, em Sydney, a Assembléia Plenária dos Bispos australianos, 
O Núncio expressou novamente a gratidão do Santo Padre e o apreço pelo empenho da Igreja australiana em preparar, conduzir e realizar um evento de caráter mundial como o DMJ, que deu um notável impulso à pastoral juvenil especialmente em todosos os países  da Oceania. O Núncio lembrou a calorosa acolhida aos jovens peregrinos que vieram do exterior e a assistência oferecida a eles durante os explêndidos dias de Sydney. 
O DMJ está dando frutos: os numerosos países do Pacífico (como a Austrália, Nova Zelândia, Ilhas Salomão, Ilhas Fiji) se realizam encontros e eventos para os jovens, mirados a fazer reviver e assimilar na pastoral cotidiana o espírito e o entusiasmo do DMJ. 
Sobre estes e outros temas se confrontarão os bispos australianos , reunidos de até o dia 28 em Assembléia Plenária, presidida por Dom Philip Wilson, arcebispos de Adelaide e Presidente da Conferência Episcopal. Participam ao encontro 44 bispos das 32 dioceses da Austrália que, dividida em 12 comissões, falarão também das relações com as comunidades aborígines, da situação da educação católica, da vida pastoral, da relação entre fé e missão. (PA) (Agência Fides 26/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Wed, 26 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/ÍNDIA - Nomeação do Reitor do Seminário interdiocesano “Khrist Premalaya Philosophate” na ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13991&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Cidade do Vaticano (Agência Fides) – O Prefeito da Congregação para a Evengelização dos Povos, cardeal Ivan Dias, nomeou em 30 de setembro de 2008 como Reitor do Seminário inter-diocesano “Khrist Premalaya Philosophate” na arquidiocese de Bhopal (Índia), o Reverendo Pe. Thomas Chacko Ezhuparayil, da Sociedade do Verbo Divino (SVD).
O novo reitor nasceu em 4 de março de 1962 fez a profissão perpétua em 12 de junho de 1990 e foi ordenado sacerdote em 28 de abril de 1992. Depois de uma experiência pastoral em Panchkui (1993), foi docente e moderador (1994/1996) então decano ao “Khrist Premalaya Philosophate” de Bhopal. Depois de conseguir o doutorado em Filosofia em Bangalore (2000/2005) e desde 2005 foi de novo decano no “Khrist Premalaya Philosophate” de Bhopal. (S.L.) (Agência Fides 26/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Wed, 26 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/ÍNDIA - Nomeações do Reitor do Seminário inter-diocesano “Khrist Premalaya Theologate” na ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13992&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Cidade do Vaticano (Agência Fides) – O Prefeito da Congregação para a Evengelização dos Povos, cardeal Ivan Dias, nomeou em 30 de setembro de 2008 como Reitor do Seminário inter-diocesano “Khrist Premalaya Theologate” na arquidiocese de Bhopal (Índia), o Reverendo Pe. Clarence Srambical, della Società del Verbo Divino (SVD).
O novo reitor nasceu nasceu em 5 de dezembro 1942, emitiu a profissão perpétua em junho de 1970 é foi ordenado sacerdote em 15 outubro 1972. Fez o mestrado em Filosofia, se formou em Teologia e se conseguiu o diploma de Advanced Studies in Media and Communication em Oxford. Desempenhou os seguintes cargos: Secretário de Programa para o Centenário da Sociedade do Verbo Divino (1975), experiência pastoral em Jhabua (1976), Coordenador nacional das Comunicações SVD (1980/1986-2000/2003), Coordenador das Comunicações SVD para a Ásia e o Pacífico (2002/2008), Secretário da UNDA-OCIC (1997/2004), Vice-provincial da Província da Índia central SVD (2002/2005), Diretor do Centro de espiritualidade de Senhalay (2005/2008). (S.L.) (Agência Fides 26/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Wed, 26 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>VATICANO - Papa Bento XVI disse a Aram I, Catholicós de Cilícia dos armênios: “o aumento da ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13968&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Segunda-feira, 24 de novembro, o Santo Padre Bento XVI recebeu em audiência no Vaticano, o chefe da Igreja armênia apostólica de Cilícia, o Catholicós Aram I, acompanhado de uma delegação de bispos e arcebispos. O diálogo entre as várias confissões cristãs para a paz no mundo, a preocupada denúncia das perseguições que atingem os cristãos no Oriente Médio e em outras partes da terra foram os temas tocados pelo papa na referida audiência.
Antes do encontro no Vaticano, a delegação se deteve em oração, na Cripta Vaticana, diante do túmulo de João Paulo II. Uma oração comum, na Capela Redemptoris Mater da residência apostólica, concluiu a audiência. Bento XVI ressaltou que o encontro é a continuação da visita que o Catholicós fez a João Paulo II em janeiro de 1997 e de numerosos contatos e visitas recíprocas que “por graça de Deus” conduziram a relações mais estreitas entre Igreja católica e a Igreja apostólica armena. 
Existe um mundo ao qual os cristãos, unidos pela oração e pela herança espiritual de fé comum,  podem testemunhar valores de paz. E há um mundo que se volta contra os cristãos justamente por causa de seus valores e de sua fé. Ambos os aspectos foram ressaltados no encontro entre Bento XVI e o Catholicós armênio, Aram I.
O encontro teve um forte caráter ecumênico. De fato, o pontífice deu grande ênfase à contribuição dada nestes anos pela Sé de Cilícia e por seus delegados aos “positivos contatos” mantidos entre as Igrejas ortodoxas orientais com a Igreja católica. Nesse sentido, o papa fez os seguintes votos: “Devemos ter confiança que o diálogo continuará seguindo avante, vez que promete esclarecer questões teológicas que nos dividiram no passado, mas que agora parecem abrir-se a um maior consenso. Estou confiante de que o atual trabalho da Comissão Internacional, dedicada ao tema: ‘A natureza, a Constituição e a missão da Igreja’, permitirá a muitas das questões específicas do nosso diálogo teológico encontrar o seu justo contexto e a resolução.”
Além disso, Bento XVI afirmou que a “maior compreensão” e “o apreço pela tradição apostólica que nós partilhamos contribuirá a um ainda mais eficaz testemunho comum de valores espirituais e morais, sem os quais uma ordem social verdadeira, justa e humana não pode existir”.
Por sua vez, também o chefe da Igreja armênia apostólica de Cilícia observou que não existe outro caminho a não ser o do confronto respeitoso. O Catholicós armênio citou a Declaração comum subscrita junto com João Paulo II em janeiro de 1997:
“O encontro constituiu uma ocasião privilegiada para orar e refletir juntos, para reiterar o seu compromisso e o seu esforço comum pela unidade dos cristãos’, renovado e reforçado com o poder do Espírito Santo. Nós continuamos a viagem ecumênica dos nossos predecessores. Nós acreditamos que esse é o único caminho, fortificados pelos mandamentos de amor e unidade de nosso Senhor, que deverá levar-nos a uma missão comum diante da necessidade que o mundo inteiro tem da mensagem do Evangelho que dá vida.”
Em seguida, o pontífice voltou seu olhar para as difíceis realidades vividas pelas populações do Líbano e do Oriente Médio. Bento XVI disse rezar todos os dias pelas referidas populações afirmando que acompanha as respectivas vicissitudes com ”profunda preocupação”, porque, ressaltou, o repetir-se constante de “tensões e conflitos” “continua minando todos os esforços voltados a promover a reconciliação e a paz em todos os níveis da sociedade civil e na vida política e na região”:
“Recentemente ficamos muito sentidos com o aumento da violência e da perseguição contra os cristãos em algumas partes do Oriente Médio e em outros lugares. Somente quando os países envolvidos forem capazes de determinar o seu próprio destino, as várias etnias e comunidades religiosas aceitarem e respeitarem plenamente as outras, a paz será construída em sólidos fundamentos de solidariedade, justiça e respeito pelos direitos legítimos das pessoas e dos povos.” (S.L.) (Agência Fides 25/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Tue, 25 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>EUROPA/ESPANHA - O Presidente da Conferência Episcopal, cardeal Rouco Varela, chama a atenção ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13969&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Madri (Agência Fides) – Teve início na segunda-feira, 24 de novembro, em Madri, a 92ª Assembléia Plenária da Conferência Episcopal da Espanha (CEE) que prosseguirá até na próxima sexta-feira, dia 28. Entre os temas que serão abordados, estão o estudo e a provação da versão oficial da Conferência Episcopal espanhola da Sagrada Escritura. Além disso, a Comissão Episcopal para as Missões e a Cooperação entre as Igrejas apresentará aos bispos o documento “Atualidade da missão Ad gentes na Espanha”. A plenária escolherá também a sede do Congresso Eucarístico Nacional que se realizará em 2010. As sedes candidatas são: Barcelona, Granada, Lugo e Toledo. 
Em seu discurso inicial, o presidente da Conferência Episcopal, cardeal Antonio Maria Rouco Varela, arcebispo de Madri, lembrou em primeiro lugar a recente celebração do Sínodo dos Bispos sobre “A Palavra de Deus”, realizado no Vaticano, evidenciando que “depois da Assembléia Sinodal sobre a Palavra de Deus, a expectativa de uma Exortação do Papa sobre este tema e o Ano Paulino, está para ser aprovado a versão da Bíblia da Conferência Episcopal espanhola”. Segundo o cardeal, esta é uma ocasião excelente “para promover nos próximos anos uma renovada pastoral da Palavra de Deus em todos os âmbitos: na pregação, na diocese, no ensinamento, na família, nas celebrações dos sacramentos, na liturgia das Horas e na comunhão fraterna, que se fortifica e se alimenta da Palavra. Desta renovação podemos esperar, sem dúvidas, o revigoramento da missão da Igreja em todos os âmbitos da vida pessoal e social, a fim de que a graça salvadora de Jesus Cristo inunde de sua graça todos os homens”. 
Em segundo lugar, o presidente da CEE lembrouo próximo Dia Mundial da Juventude que se realizará em Madri, em 2011. “Sabemos que nos encontramos diante de uma grande oportunidade, uma verdadeira ocasião de graça”, ressaltou o arcebispo. Daqui a pouco Madri e toda a Espanha acolherão milhares de jovens católicos, provenientes do mundo inteiro. A presença dos jovens nos dirá que a Igreja é jovem, que Jesus Cristo representa a novidade do amor de Deus que salva a humanidade envelhecida pelo pecado. É hora de evangelizar a Espanha através dos jovens e para os jovens”. A este propósito, lembrou que no próximo domingo de Ramos, os jovens espanhóis estarão em Roma para receber das mãos do Papa a Cruz do Dia Mundial da Juventude e levá-la à Espanha. Durante estes anos de preparação para o evento de 2011, a Cruz peregrinará por todas as dioceses da Espanha, transportada pelos jovens. “Será uma ocasião para acolher o chamado de Jesus Cristo que chama todo jovem convidando-o a segui-lo, a abrir a sua existência à amizade que Ele os oferece, abraçando com Ele a cruz de amor que dá a vida em plenitude. Será a ocasião a fim de que, em todo lugar, seguindo um calendário preciso, possa revitalizar-se a atenção da Igreja rumo aos jovens”.
Continuando seu discurso, o cardeal falou de dois problemas sobretudo, neste momento na sociedade espanhola. Por um lado, a justificada inquietação “diante do perigo de uma deterioração da convivência serena e pacífica que conseguimos obter em nossa sociedade”. De fato, “a história da Espanha dos dois últimos séculos foi, infelizmente, caracterizada muitas vezes, por tensões que resultaram em fortes confrontos”, a última ocorreu nos anos trinta do século XX. Por isso, é necessário “vigiar para evitar comportamentos, palavras, estratégias e tudo o que possa dar espaço a confrontos que possam se transformar em violência”. Contemporaneamente “é preciso cultivar o espírito de reconciliação, alimentado pelo sacrifício e pela generosidade, que se contrapõe a vida social e política nos anos assim chamados de transição à democracia”. As vezes, continua o cardeal, é também “necessário saber esquecer” segundo o que pode ser chamado de “uma autenticação que cura e purifica a memória”, para poder libertar os jovens das tristezas do passado, ajundando-os a fortificar o desejo de plena concórdia e de amizade”.
O segundo motivo de preocupação diz respeito à crise econômica atual. Questa crise, segundo o purpurado, “é de ordem técnica, que os especialistas tentam diagnosticar a fim de oferecer algumas soluções mais adequadas”. Mas isto não pode fazer com que seja esquecida a responsabilidade moral dos vários protagonistas sociais. É este o momento para refletir sobre as origens morais da crise, “examinando se o relativismo moral não tenha fomentado condutas não orientadas por critérios objetivos de serviço ao bem comum e pelo interesse geral, se a vida econômica não estásendo dominada pela avareza do ganho rápido e sem proporção em relação aos bens produzidos; se o desperdício e a ostentação, privada e pública, não tenham sido apresentadas com muita frequência como prova de grandeza econômica e social”. Ao mesmo tempo, ,é o momento de refletir também sobre as exigência morais que a crise impoõe, por isso “é preciso de um tempo de revigoramento das pessoas como indivíduos morais, capazes de orientar a vida e a sua conduta segundo o verdadeiro bem pessoal e social, que não pode se confundir mais com os próprios gostos ou interesses”.
Em conclusão, o cardeal lembrou o documento sobre a evangelização eleborado pela Comissão Episcopal para as Missões, que será estudado e aprovado pela Assembléia Plenária. A este propósito afirmou que “a Igreja na Espanha foi e continua sendo intensamente missionária” e que o “trabalho dos missionários foi sempre o de serem promotores da cultura humanista e da dignidade de todo ser humano”. Este documento “deseja ajudar o discernimento necessário nesta matéria para encorajar as nossa comunidades ao compromisso missionário, prova decisiva do vigor da fé e da profundidade que a evangelização chega a nós”. (RG) (Agência Fides 25/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Tue, 25 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
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            <title>ÁFRICA/SUAZILÂNDIA - “Os recentes atentados mostram o falimento da elite do governo que não se ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13970&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Mbabane (Agência Fides)- “A Constiuição foi adotada e uma porção significativa da população de Suazilândia foi deixada fora do processo de reversão constitucional. Nós acreditamos que o fato de terem sido marginalizados induziram algumas pessoas a aadotar métodos brutais e violentos a fim de forçar uma mudança no país. Este é realmente um grito a fim depedir a atenção e o reconhecimento. Os recentes atentados são uma manifestação do falimento da parte da elite do governo que não empenhou seriamente e honestamente no diálogo com os cidadãos”. Assim o bispo de Manzini, Dom Louis Ncamiso Ndlovu, e vice-presidente da Southern African Catholic Bishops Conference (SACBC), com uma mensagem publicada num jornal local, interveio a fim de advertir o governo do país depois de uma recente onda de atentados, bombas que explodiram em diferentes áreas do pequeno país da África Austral. A mensagem do bispos foi enviada à Agência Fides. 
Dom Ndlovu condena com veemência os atentados: “Devemos lembrar que a Igreja condena todas as formas de violência. Portanto o terrorismo deve ser absolutamente condenado. Isso mostra o total desprezo pela vida humana e não pode nunca ser justificado, enquanto a pessoa humana é um fim e nunca um meio. Os atos terroristas atingem o coração da dignidade humana e são uma ofensa para toda a humanidade (João Paulo II – Mensagem para o Dia Mundial da Paz 2002)”.
O governo do país acusou alguns expoentes da oposição de serem os responsáveis pela onda de atentados. Em 15 de novembro, Mario Masuku, líder do Movimento Democrático Unido para o Povo (Pudemo) foi preso com a acusação de terrorismo. O Pudemo, junto a outros três movimentos da oposição foram acusados, segundo o primeiro-ministro Barnabas Dlamini, em base na lei anti-terrorismo. O bispos de Manzinni critica a prisão e a política fechada do Rei e do governo em relação à oposição: “Na semana passada o primeiro-ministro falou sobre um plano para tratar com aqueles que estão em desacordo com a elite dominante. Ele definiu terroristas uma série de movimentos de libertação e proclamou que aquele que for membro ou associado com ele corre o risco de ser julgado segundo a lei sobre o terrorismo. A sucessiva prisão do líder do Movimento Democrático Unido para o Povo, Mario Masuku, foi uma clara indicação que desejo do Rei de manter o status quo foram respeitados”.
A Suazilândia é uma monarquia absoluta, guida pelo Rei Mswati III, conhecido pelo seu custoso estilo de vida num país paupérrimo. Dom Ndlovu lembra que num discuro anterior ao do primeiro-ministro, “o Rei sublinhou que aqueles que estão em desacordo com o status quo devem ser sufocados e tratados com dureza. Invocou então à regra ‘olho por olho’. Sabemos que, se fossem obrigados a viver por essa regra, toda a nação se tornaria cega”. (L.M.) (Agência Fides 25/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Tue, 25 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
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            <title>ÁFRICA/GUINÉ BISSAU - Preocupação pela estabilidade da Guiné Bissau depois do falimento do ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13971&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Bissau (Agência Fides)- Parece que voltou a calma em Bissau, capital da Guiné Bissau, depois do falimento da tentativa de golpe por parte de alguns militares. Domingo, 23 de novemnro, um grupo de soldados atacou a residência do Presidente Joao Bernardo “Nino” Vieira, com metralharoras e granadas, matando um militar que estava de guarda e ferindo outro. Mas não conseguiram matar ou tomar o poder de Estado. Cinco soldados foram presos, enquanto está sendo procurado o líder golpista, Alexandre Tchama Yala, um sargento da marinha. 
A invasão na residência presidencial foi liderado logo depois da proclamação dos resultados das eleições legislativas de 16 de novembro (ver Fides 17/11/2008 ), vencidas pelo PAIGC (Partito africano pela 'indipendência da Guiné e de Cabo Verde), a formação política do Presidente Vieira, que obteve 67 cadeiras sobre 100 disponíveis. Os resultados foram contestados pelo ex-presidente Kumba Yala, que juntou com o suposto líder do comando dos golpistas, Tchama Yala.
O partido de Kumba Yala, partido para a Renovação Social, obteve 28 deputados. 
O episódio jogou novamente o país no desconforto porque as eleições eram vistas como um passo rumo a afirmação da democracia. Os países vizinho a Guiné Bissau, que tinham alertado suas tropas durante o golpe, condenaram a tentativa de golpe de Estado. A Guiné Bissau, demonstraram preocupação pela deterioração da segurança interna do país. A Guiné Bissau se tornou um importante canal de tráfico de cocaína que da América Latina chega a Europa, fazendo escala na África ocidental. Uma situação que envolve os países limítrofes e que ameaça a desestabilização de toda a área, por causa da corrupção e do consumo crescente de cocaína entre as populações locais. 
Uma delegação da CEDEAO (Comunidade econômica e financeira da África ocidental) está sendo espera em Bissau para avaliar a situação. O presidente do Senegal, Abdoulaye Wade, propôs fazer uma conferência em Dacar sobre a Guiné Bissau para “diagnosticar com atenção os problemas deste país irmão, com um acento particular sobre o tráfico de drogas, a fim de encontrar soluções eficazes e duradouras”. (L.M.) (Agenzia Fides 25/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Tue, 25 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/ÍNDIA - Conclui-se a campanha mundial de oração: 481. ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13973&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Bangalore (Agência Fides) – Foi uma longa corrente que abraçou o mundo inteiro, confiando à Virgem Maria as vítimas das perseguições contra os cristãos na Índia: conclui-se em Bangalore a iniciativa de oração de apoio aos cristãos vítimas dos ataques dos fundamentalistas hinduístas de Orissa e em outros Estados da índia. Milhões de pessoas rezaram com o Santo Rosário, no mundo inteiro, através da iniciativa do sacerdote salesiano Pe. T. C. George, Dieretor do Centro Vishwadeep, que disse: “Quisemos colocar os pequenos fiéis da Mãe Índia debaixo do manto protetor da Mãe de Deus e Mãe Nossa, a Virgem Maria. 
A campanha iniciou em 6 de outubro na vigília da Festa de Nossa Senhora do Rosário e se concluiu com uma solene Missa celebrada em Bangalore no dia 22 de novembro. Participaram fiéis católicos do mundo inteiro que, durante 40 dias e 40 noites, rezaram, em turno, sem interrupção, a oração do Rosário rezando pela paz na Índia. 
Segundo informações de Pe. George, foram oferecidos 481.525 Rosários por fiéis espalhados em 44 nações dos cinco continentes. O número maior de fiéis envolvidos se encontra na Índia.
O arcebispo de Bangalore, Dom Ignatius Pinto, disse: “O Rosário é um instrumento potente a fim de levar a paz em família e a harmonia no país”, lembrando que numerosos Pontífices encorajaram a devoção do Santo Rosário. (PA) (Agência Fides 25/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Tue, 25 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/CORÉIA DO SUL - Se reforça o empenho da Igreja para a reconciliação e a evangelização da ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13974&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Seul (Agência Fides) – Reconciliar-se, continuar com as ajudas humanitárias, levar novamente o anúncio do Evangelho aos irmãos da Coréia do Norte: são estas as prioridades pastorais da Igreja na Coréia do Sul, como afirmou a Comissão para a Reconciliação na Conferência Episcopal, em recente encontro realizado em Suji. O congresso faz parte de um itinerário contido no “Livro Branco para a Reconciliação”, que é um programa em etapas, delineado pela Comissão para prosseguir na progressiva aproximação com a Coréia do Norte. O Livro Branco será publicado e divulgado em 2009.
No encontro,  pe. John Kim Hun-il, representante do Comitê de ajudas humanitárias na Coréia do Norte, falou da “Estratégia de evangelização da Coréia do Norte”, propondo alguns passos: fornecer ajudas humanitárias e cooperação para o desenvolvimento; estabelecer relações de amizade; realizar iniciativas comuns; celebrar os Sacramentos e anunciar a mensagem de Cristo, até a união definitiva dos dois povos.
Pe. Petr Im Eul-chul, membro da Comissão organizadora, destacou que, atualmente, as ajudas humanitárias e a cooperação são os principais caminhos para estabelecer relações cordiais com as autoridades civis da Coréia do Norte e para conquistar a confiança da população do Norte. Trata-se de uma aproximação propedêutica para a evangelização, que será possível quando Deus quiser.
Questões abertas, destacou o simpósio, são a dos refugiados políticos, fugidos da Coréia do Norte para o Sul, para escapar do regime repressivo de Pyongyang; e a das famílias divididas, que até agora sofrem com a divisão de seus membros entre os territórios do Norte e do Sul.
A Igreja, em todas os seus componentes, pretende atuar no âmbito pastoral para estas pessoas e fortalecer o seu empenho para a reconciliação e a reunificação das duas Coréias. Nesse percurso, foi elogiada e considerada uma iniciativa, rica de novas esperanças, a abertura de um novo “Centro de Serviços para a Paz” em Pyongyang, com a presença permanente de um frei franciscano no Centro (ver Fides de 10/11/2008). (PA) (Agência Fides 25/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Tue, 25 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/HONG KONG - Apelo vocacional dos novos sacerdotes ordenados em Hong Kong, um dos quais tem ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13975&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Hong Kong (Agência Fides) – Mais de 1.600 fiéis de Hong Kong participaram da solene Celebração e da grande festa pela ordenação dos três novos sacerdotes, realizada no dia 15 de novembro na Catedral dedicada à Imaculada Conceição (ver Fides de 11/11/2008). Segundo o Kong Ko Bao (o boletim diocesano em chinês), durante a liturgia, concelebrada por noventa sacerdotes, os três novos sacerdotes agradeceram a todos pelo acompanhamento espiritual da sua vocação. Além disso, pediram para continuar a rezar porque assim pede o caminho da sua vocação. Solicitaram aos jovens e aos menos jovens de Hong Kong que respondessem positivamente ao chamado do Senhor. 
Don Liao Ya Lun falou em nome de todos os três: “Hoje, o Senhor deu três novos sacerdotes à diocese para que um número ainda maior de jovens responda ao chamado. Com a nossa experiência pedimos-lhe que rezem não só pelos seus filhos, mas por todos os jovens e também pelos menos jovens”, pois um dos três, padre Tan Yong Ming, tem 52 anos. Os pais e os parentes dos novos sacerdotes, presentes ao Aldo dos fiéis, estavam muito comovidos. A mãe de padre Liao disse: “Meu filho era tão tímido… e agora fala em público pregando o Evangelho, devo tudo ao Senhor! Ajudá-lo-ei sempre para que seja um bom sacerdote”. 
Don Liao Ya Lun nasceu em Hong Kong em 1974, numa família católica. Depois da participação no Dia Mundial da Juventude de Paris (1997) e a oração mensal para as vocações, amadureceu o seu percurso vocacional. Entrou para o seminário em 2001. Padre Tan Han Wei nasceu em Hong Kong em 1975, numa família católica. Entrou para o seminário em agosto 2001. Padre Tan Yong Ming nasceu há 52 anos, em 1957, numa família católica. Trabalhou na Administração de Hong Kong como engenheiro civil e pesquisador. Entro para o seminário em 2000.
Segundo o site diocesano, atualmente, a diocese conta com 246.000 fiéis, 291 sacerdotes, 68 irmãos, 502 religiosas, 52 paróquias com 41 igrejas, 31 capelas. A Igreja administra 297 asilos e escolas elementares com 24.000 inscritos, 6 hospitais, 13 clínicas, 39 Centros de serviço social e familiar, 18 Colégios, 13 Casas para idosos, 20 Centros de reabilitação. (NZ) (Agência Fides 25/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Tue, 25 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/KUWAIT - “Somos uma pequena realidade, jovem e dinâmica, que vive em paz com a maioria ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13976&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Roma (Agência Fides)- “Temos liberdade de culto e mantemos boas relações com as outras fés e com a maioria islâmica” disse à Agência Fides Dom Camillo Ballin, Vigário Apostólico do Kuwait.
“A Igreja católica no Kuwait é uma realidade pequena, mas dinâmica” afirma o Vigário Apostólico. “É formada por pessoas provenientes do exterior, que se encontram no País a trabalho. A maior parte dos fiéis é de jovens, que trazem entusiasmo e a vontade de se empenhar, típica da sua idade. É uma Igreja em permanente mudança, porque os estrangeiros, uma vez terminado o trabalho partem (mesmo que haja pessoas vivendo ali há 30 anos ou mais). Não é, de fato, possível obter a cidadania do Kuwait, nem, para um estrangeiro, adquirir propriedades. Esta legislação tornou-se necessária porque o País, assim como os outros Estados do Golfo, tem um grande número de trabalhadores de fora. Se fosse concedida a cidadania a todos, os locais seriam uma minoria”. 
“Por esse motivo - recorda Dom Ballin- somente 4 famílias de religião católica têm a cidadania local, assim como cerca de 150 protestantes. Trata-se de famílias de origem turca ou iraquiana que viviam no Kuwait em 1961, no momento da independência. Decidiu-se, na época, conceder a cidadania às pessoas de origem estrangeira que naquele momento viviam no País”.
Os católicos são 350 mil dos quais 320 mil de rito latino e 30 mil de rito oriental. A maior parte dos católicos é de origem asiática (filipinos, senegaleses, bengaleses, indianos, paquistaneses), árabe (libaneses, egípcios) e européia. Isso significa que se usa uma grande variedade de idiomas para o culto: árabe, inglês, italiano, francês, tagalos, híndi. Além do rito latino, há o siro-malabarese, o siro-melkita, o maronita e o copto. “Somos uma realidade pequena, mas muito variada, que reflete no seu pequeno tamanho a riqueza espiritual da Igreja católica” conclui Dom Ballin. (L.M.) (Agência Fides 25/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Tue, 25 Nov 2008 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>AMÉRICA/EL SALVADOR - Inicia a reunião anual do Secretariado dos Bispos da América Central ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=13977&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[San Salvador (Agência Fides) – Começou ontem, 24 de novembro, e irá até o dia 27, na cidade de San Salvador, a reunião anual do Secretariado dos Bispos da América Central (SEDAC). Foi o que informou à Agência Fides Dom Pedro Hernández Cantarero, Vigário Apostólico de Darién (Panamá). O SEDAC inclui as Conferências Episcopais da América Central e do Panamá. Participam do encontro cerca de 50 Bispos. “Desta reunião - explica Dom Hernández Cantarero – surgem acordos que ajudam todos os Bispos da área a estarem em sintonia para o bom andamento da pastoral”. Os Bispos esperam  também definir os últimos detalhes para começar a Grande Missão Continental, cuja abertura oficial em toda a América Latina foi declarada no mês de agosto durante a celebração do Terceiro Congresso Missionário CAM 3. 
“Nesse encontro definiremos algumas questões comuns, também para entender como utilizar melhor as forças vivas da nossa área nos diversos Países de que é composta”. O programa prevê também a discussão sobre alguns temas inerentes à liturgia e a linguagem comum para as celebrações. O encontro terminará na quinta-feira à tarde com a celebração de uma Santa Missa na Catedral de San Salvador. (RG) (Agência Fides 25/11/2008)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Tue, 25 Nov