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        <title>Fides News Portoghese</title>
        <description><![CDATA[Le notizie dell'Agenzia Fides]]></description>
        <link>http://www.fides.org/index.php</link>
        <lastBuildDate>Tue, 09 Feb 2010 15:25:50 +0100</lastBuildDate>
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            <title>Logo dell'Agenzia Fides</title>
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            <description><![CDATA[Feed fornito da www.fides.org. Fare click per visitare il sito.]]></description>
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            <title>VATICANO - “A Igreja a serviço do amor pelos que sofrem”: XXV Aniversário do Pontifício ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16875&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Cidade do Vaticano (Agência Fides) – Inicia-se hoje, 9 de fevereiro, as celebrações para o XXV aniversário do Pontifício Conselho para os Agentes de Saúde e XVIII Dia Mundial do Enfermo, que se concluirão no dia 11 de fevereiro. Abrirá os encontros a mostra “A Igreja a serviço do amor pelos sofredores”, 28 quadros do pintor Francesco Guadagnuolo. O sujeito principal dos quadros expostos é Papa João Paulo II, que 25 anos atrás instituiu o organismo e sua relação com o sofrimento. “Amostra de pintura é destinada a ser – explicou Dom José L. Redrado, O.H, secretário do Pontifício Conselho para os Agentes de Saúde – um corolário artístico-cultural às celebrações religiosas em programa para o XXV do organismo. Três dias que têm como inspiração a Mensagem de Bento XVI dedicada para esta ocasião: “A Igreja a serviço do amor pelos enfermos”. No mesmo espírito que foi organizado também o concerto de música clássica em que se exibirão dois pianistas, o alemão Rolf-Peter Wille e Lina Yeh de Taiwan e a Junior-Orquestra do Conservatório Santa Cecília de Roma. 
Entre os momentos salientes das celebrações jubilares está o Simpósio Internacional, terça-feira 9 e quarta-feira 10 de fevereiro, que se concentrarão sobre duas Cartas Apostólicas : a “Salvifici Doloris” e o Motu Proprio “Dolentium Hominum”, com o qual o Papa João Paulo II instituiu o Pontifício Conselho para os Agentes de Saúde. A manhã de 11 de fevereiro, XVIII Dia Mundial do Enfermo, está prevista a chegada ao Vaticano das relíquias de Santa Bernadete Soubirous e a Missa solene presidida pelo Papa Bento XVI na basílica de São Pedro. Ao final das celebrações, se realizará uma procissão na rua da Conciliação com a imagem de Nossa Senhora de Lourdes, organizada pela UNITALSI e destinada a se concluir na Praça São Pedro. (AP) (8/2/2010 Agência Fides)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Mon, 08 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
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            <title>EUROPA/ESPANHA - “Dar a Vida, semeando esperança”:  XV Dia Diocesano da Pastoral da Saúde</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16876&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Fuenlabrada (Agência Fides) – Celebra-se no sábado, dia 20 de fevereiro, no hospital de Fuenlabrada, o XV Dia Diocesano de Pastoral da Saúde organizada pela Delegação Diocesana de Pastoral da Saúde. Durante o encontro será apresentada a campanha “Dar vida, semeando esperança”, e serão lembrados os objetivos da mesma: celebrar o XXV aniversário do Dia Mundial do Enfermo; valorizar e difundir o grande compromisso pastoral deste dia, avaliar as repercussões nas comunidades cristãs, em relação a atenção à saúde e na sociedade; celebrar os 25 anos de vida e esperança do Dia do Enfermo e dar um novo impulso às celebrações desse dia, como meio para renovar a ação evangelizadora da Igreja o mundo da saúde. (AP) (8/2/2010 Agência Fides)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Mon, 08 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁFRICA/ÁFRICA DO SUL - A Igreja Católica local administra um programa internacional de ajuda ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16877&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Johanesburgo (Agência Fides) - “Este evento premia o compromisso e os resultados da Igreja Católica em cuidar da maior população do mundo atingida pelo vírus HIV” – afirmou Ruth Stark representante do CRS (Catholic Relief Services, a Caritas dos Estados Unidos) na África do Sul, durante uma cerimônia realizada em Johanesburgo. O evento se refere à transferência da administração do programa AIDS-Relief das mãos da CRS para a Conferência Episcopal da África do Sul (SACBC, conferência episcopal que reúne os bispos da África do Sul, Botswana e Suazilândia).
AIDS-Relief fornece cuidados e assistência a mais de 60 pessoas em três países da África Austral, onde se registra a maior incidência de infecções do vírus HIV. O programa é financiado elo President’s Emergency Plan for AIDS Relief (PEPFAR), cujos fundos são enviados para a África do Sul através da CRS.
“Estamos orgulhosos e agradecemos as pessoas que trabalharam o campo, fornecendo assistência às crianças locais. É aqui que a dedicação e o compromisso de nosso pessoal especializado e não, se mostra à altura de incríveis desafios, muitas vezes em circunstâncias difíceis. É o compromisso e o duro trabalho destas pessoas que consideram o todo” – disse Irmã Alison Munro, responsável pelo departamento de AIDS da SACBC.
Em seu pronunciamento, Irmã Alison recordou a história dos últimos 10 anos do departamento AIDS da Conferência Episcopal da África Austral, que fez tem a tarefa de coordenar os esforços da Igreja Católica na África do Sul Botswana e Suazilândia em favor dos portadores da doença. A religiosa sublinhou que ajudam a Igreja sul-africana naquela obra, além da CRS, também outros organismos católicos Cordaid (Holanda), Trocaire (Irlanda) e Cafod (Inglaterra e Gales).
O programa é endereçado, sobretudo, às crianças e, mesmo permanecendo “uma gota no oceano”, como recordação de Irmã Alison, “o seu efeito em forma de cascata é impossível de medir”. Graças à distribuição gratuita de remédios anti-retrovirais, a maior parte das pessoas inseridas no programa sobrevivem e são capazes de ter uma vida digna. (L.M.) (Agência Fides 8/2/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Mon, 08 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁFRICA/GUINÉ - “As tensões provocadas pelas condições de subdesenvolvimento das áreas de ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16878&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Conakry (Agência Fides) - “Um banal incidente de circulação que provoca uma explosão de violência evidencia a degradação da vida social da Guiné e em particular da área do país" – disse à Agência Fides uma fonte da Igreja na Guiné depois dos confrontos em N'Zérékoré, que provocaram dois mortos e cerca de quarenta feridos. 
N'Zérékoré é um centro da Guiné florestal, a cerca de 1000 km da capital Conakry, no leste da Guiné. Os confrontos estouraram na sexta-feira dia 5 de fevereiro depois de uma banal discussão entre um homem e uma mulher de etnia Guerzé, cristã, que pretendia atravessar a estrada interditada pela polícia a fim de permitir aos fiéis muçulmanos, de etnia Malinké, que não tinham encontrado um lugar na mesquita próxima. A discussão iniciou e depois num confronto entre as duas etnias. As autoridades impuseram o cessar-fogo e enviaram N'Zérékoré uma delegação governamental, que se reuniu com os líderes religiosos locais, cristãos e muçulmanos. Estes últimos convidaram a população à calma. 
“As tensões políticas dos últimos meses na Guiné despertaram conflitos atávicos em Malinké, muçulmanos originários do Mali, e Guerzé, cristãos, mas não acredito que tenha alguma ligação com os atuais fatos políticos do país" – disse a fonte de Fides. 
“Estas tensões ligadas à partilha de terras e dos recursos, aumentaram porque 20 anos atrás, no período do governo do presidente Lansana Conté (1984-2008), a Guiné Florestal onde se encontra N'Zérékoré foi abandonada a si mesma" – diz a fonte de Fides. “Não existem infra-estruturas nem estradas asfaltadas, ou um programa de desenvolvimento real. Para percorrer os 1000 km que separam N'Zérékoré da capital ocorrem 20 horas. As únicas atividades econômicas avançadas são realizadas por uma série de multinacionais: a área está em fase de desmatamento por causa do abatimento de árvores por parte de uma empresa chinesa, enquanto uma companhia americana explora as importantes jazidas de ferro. Estas atividades provocam graves problemas para o ambiente sem levar benefícios para a população local, como emprego ou a criação de infra-estruturas acessíveis a todos. Para exportar o mineral de ferro, por exemplo, foi utilizado um aeroporto particular gerido pela companhia de mineração". 
Para compreender as causas das recentes violências (além das violências do dia 07 de fevereiro, foram verificadas também em 2006 e em 2007) é preciso então uma chave de leitura mais aprofundada do que uma simples descrição dos "confrontos entre cristãos e muçulmanos". (L.M.) (Agência Fides 8/2/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Mon, 08 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/TAILÂNDIA - A casa de acolhimento para as crianças portadoras de deficiência dos ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16879&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Bancoc (Agência Fides) – Todo segundo sábado do mês de janeiro na Tailândia se celebra o "Dia das Crianças". Este ano a festa foi celebrada no dia 9 de janeiro, e a St. Camillus foundation of Thailand Home for Disabled Children Lat Krabang, Casa de Acolhimento para crianças portadoras de deficiências dos Religiosos Camilianos, em colaboração com a Cruz Vermelha tailandesa, organizou muitas atividades para as crianças. Nesta ocasião se reuniram também as crianças da fundação Kevorkian além da comunidade limítrofe ao Centro Camiliano. Além de vários jogos organizados, os prêmios e a comida à disposição para todas as crianças, cada um delas organizaram verdadeiros espetáculos. No mês de janeiro foram acolhidos na Casa dos Camilianos 4 novas crianças com patologias psíquicas, físicas e com problemas múltiplos. Graças aos voluntários, as crianças foram ao cinema e jantaram fora. Além disso, um grupo de estudantes da Universidade de Rungsit fez um filme sobre a vida das crianças que vivem dentro da Casa dos Camilianos para usá-lo como publicidade no Centro. A história foi contada por uma criança não vidente que tocava violão, fazendo emergir a o talento das crianças portadoras de deficiência. Além disso, foram giradas algumas cenas na sala de fisioterapia e naquelas das atividades e do estúdio onde as crianças desempenham as suas atividades cotidianas. Na sala de atividades estão as crianças que possuem problemas mentais e autismo, empenhadas a plantar sementes de feijão, além de se dedicaram ao desenho e pintura. (AP) (8/2/2010 Agência Fides)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Mon, 08 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/CHINA - Católicos chineses reconhecidos pela sociedade e pela mídia</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16880&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Pequim (Agência Fides) – Um católico foi eleito pelos maiores meios de comunicação nacionais chineses e pelos votos expressos on-line, no lenço dos “10 personagens 2009”, enquanto um estudante universitário católico, morto para salvar uma criança, foi indicado pelas autoridades provinciais e locais como modelo moral de coragem e dedicação: são dois recentes e eloqüentes testemunhos de como hoje os católicos sejam apreciados e reconhecidos pela sociedade e pelos meios de comunicação chineses em geral.
Segundo as informações enviadas pela Agência Fides, Wang Ping An (Ping An significa “paz", um camponês católico de 71 anos de modestas condições, há mais de 23 anos cuidas dos idosos, crianças abandonadas, doentes, pessoas sozinhas, portadores de deficiência, acolhendo centenas de pessoas em sua casa. Acompanhou 63 idosos na etapa conclusiva de suas vidas, ocupando-se de tudo, até mesmo do funeral. No ano 2000 construiu uma cada 50 simples quartos, fazendo um empréstimo a fim de dar uma casa aos que não tinham. Durante a peregrinação a Roma, em 2007, a ele oferecida por um benfeitor, ele participou da audiência geral do Santo Padre: para ele foi o maior prêmio, a realização de um sonho de sua vida. Hoje depois da seleção de milhares de pessoas, foi eleito como candidato entre os “10 personagens 2009” que comoveram toda a China, pela Comissão composta por representantes dos maiores meios de comunicação chineses como CCTV (China Central Television), Agência Xin Hua e People Daily, e pelos votos populares expressos on-line. A premiação se realizará no Ano Novo Chinês e será transmitida ao vivo pelo CCTV à noite. Mas ele, em sua simplicidade de camponês disse: "Jesus nos ensinou que toda vez que fizermos estas coisas a alguém é a ele quem estamos fazendo". 
O jovem universitário católico Giovanni Huang Chuan Ding, 21 anos da paróquia de Nan Guan da diocese de Bao Ji na província de Shaan Xi, morreu em 27 de janeiro para salvar uma criança de 5 anos que caiu nas águas geladas do rio. Em suas exéquias, celebrada em 3 de fevereiro, participaram mais de três mil fiéis, incluindo os companheiros universitários, as autoridades provinciais e locais, que o recordaram comovidos. "Exemplo para todos os cidadãos de Bao Ji”, “universitário heróico, corajoso, de alto compromisso moral", "o melhor universitário" foram os títulos que as autoridades o deram oficialmente indicando-o como modelo. (NZ) (Agência Fides 08/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Mon, 08 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/MALÁSIA - A Igreja evangélica de Bornéo apresenta recurso para utilizar a Bíblia com o ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16881&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Kuala Lumpur (Agência Fides) – O caso do uso do nome Alá para os cristãos da Malásia continua atual na sociedade malaia, notam fontes da Fides na Igreja local. 
A Igreja evangélica “Sidang Injil Borneo” (SIB), que significa “Comunidade evangélica de Bornéo”, denominação protestante enraizada, sobretudo no Bornéo Malaio, encaminhou um recuso à Alta Corte de Apelo e Poderes Especiais para obter a permissão para utilizar e difundir as Bíblias e outras publicações pastorais na língua “Bahasa Malásia”, em que se usa o termo “Alá” para indicar Deus.  
A Alta Corte marcou para o dia 5 de março a primeira audiência com representantes da Igreja evangélica para examinar a delicada questão, que se insere no episódio já conhecido que ocupou as crônicas dos jornais no mês de janeiro: o recurso apresentado pela Igreja Católica, de modo especial, pelo semanal “Herald”, para o uso da palavra “Alá” em sua edição em “Bahasa Malásia”. 
A Igreja “Sidang Injil Borneo”, em uma declaração de dez tópicos, enviada à Agência Fides, pede ao governo o reconhecimento de seu direito, constitucionalmente estabelecido, de usar e difundir as Bíblias em “Bahasa Malásia” e em “Bahasa Indonésia”, duas línguas semelhantes que utilizam o termo “Alá”. 
A Igreja SIB nasceu em 1928 e se difundiu na Malásia peninsular em 1993, utilizando sempre, para o culto, liturgias e publicações, a “Bahasa Malásia”, única língua usada entre SOS índios do Bornéo. Trata-se de uma das maiores Igrejas cristãs na Malásia, que conta com mais de 500 mil fiéis e 600 igrejas em toda a nação. Uma destas foi atacada na onda de violência contra edifícios cristos, após a sentença da Alta Corte favorável à Igreja católica, nos primeiros dias de janeiro. 
O líder da SIB, Jerry Dusing, recorre contra a proibição emitida pelo governo contra as Bíblicas e as publicações que utilizam o termo “Alá” porque a comunidade viu-se “impedida no culto e no trabalho pastoral”. Além disso, foram seqüestradas as Bíblicas que circulavam na congregação e as que haviam sido expedidas à Indonésia, todas em “Bahasa Malaia” o in “Bahasa Indonésia” (veja Fides 20/10/2009). “A liberdade religiosa é um nosso direito” – disse Dusing. O líder criticou também a orientação do governo de conceder somente aos fiéis cristãos presentes no Bornéo malaio (precisamente nos estados de Sabah e Sarawak) que utilizem o termo “Alá” para o culto (porque “o uso é tradicional para os cristãos nativos na Malásia oriental” – diz o executivo). A SIB apresentará todas estas questões ao juiz do tribunal. 
Entretanto, depois da prisão e da detenção de três jovens acusados de tomar parte dos ataques a igrejas cristãs, ocorridos no mês de janeiro, os inquéritos da polícia prosseguem e levaram à prisão e detenção de outros quatro jovens muçulmanos: jovens desempregados de idade entre 18 e 29 anos, acusados pelos magistrados pelos ataques incendiários pelos quais podem cumprir penas de até 20 anos de prisão. 
Na lista dos 18 edifícios de culto que sofreram ataques ou atos vandálicos entre 8 e 27 de janeiro, após os fatos que aqueceram a opinião pública malaia, estão: 11 igrejas e um convento cristão; três mesquitas e duas salas de oração muçulmanas, e um templo sikh. (PA) (Agência Fides 8/2/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Mon, 08 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ASIA/PAKISTAN - Shazia e a violência contra as mulheres cristãs no Paquistão</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16882&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Lahore (Agência Fides) – O triste caso de Shazia – a jovem cristã, violentada, torturada e assassinada pelo seu patrão, um rico advogado muçulmano de Lahore (veja Fides 25/01/2010) – “traz à atenção da opinião pública e da comunidade internacional as violências contra mulheres no Paquistão, especialmente as trabalhadoras cristãs” – dizem à Fides fontes da Igreja no Paquistão. 
Segundo a ONG paquistanesa “Aliança contra a Violência Sexual” (“Alliance Against Sexual Harassment”), 91% das trabalhadoras domésticas alegam ter sofrido abusos ou violências sexuais. E ainda, “Shazia, que era jovem e pertencia a uma comunidade religiosa de minoria muçulmana era particularmente vulnerável” – nota a ONG. Segundo a organização, a cada ano, verificam-se muitas denúncias de casos semelhantes e relatam verdadeiros seqüestros a trabalhadoras: frequentemente, são levadas de suas famílias cristãs, obrigadas a casar-se cm ricos empresários e a converter-se ao islamismo. 
Em 2009, os casos denunciados de violências contra mulheres (cristãs ou não-cristãs) aumentaram em 13%, nota a Fundação “Aurat”, ativa há mais de 20 anos na defesa da mulher no Paquistão. Muitos casos permanecem desconhecidos, porque não são registrados. Segundo os dados fornecidos pela Fundação, em 2009, houve 1.052 homicídios de mulheres, 71 casos de estupro com homicídio, 352 estupros, 265 estupros de grupo, 1.452 casos de torturas e 1.198 sequestros. 
Alguns destes casos tiveram como vítimas meninas, como o recente episódio com uma menina de 4 anos violentada e morta no último dia 31 de janeiro, em uma aldeia da região de Faisalabad, em Punjab.
“A situação é preocupante” – notam as fontes da Fides. “A discriminação social contra as minorias religiosas é comum, de modo especial, há muitos abusos contra mulheres, perpetrados por grupos de islâmicos, mas também por expoentes da classe media burguesa, como ocorreu no caso de Shazia. O governo deve adotar sérias medidas para garantir a liberdade e os direitos das mulheres no Paquistão”. (PA) (Agência Fides 8/2/2009)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Mon, 08 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>AMÉRICA/EL SALVADOR - “A situação de violência é extremamente grave e ameaça demolir a ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16883&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[São Salvador (Agência Fides) – A Igreja católica em El Salvador propôs hoje pedir ajuda a outras nações, especialmente aos Estados Unidos e Brasil, para combater a violência no país, que a seu ver, “é muito grave e ameaça destruir a sociedade”. “Pode-se receber ajuda de outras nações, de modo especial, dos Estados Unidos, no que se refere a estratégias neste setor” – disse o Arcebispo de São Salvador, Dom José Luis Escobar Alas, em uma coletiva de imprensa depois da Missa de domingo, citando também o Brasil ou “tantos paises amigos”. O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, que é muito estimado em El Salvador, tem na agenda uma visita ao país, em fins de fevereiro. 
“A escalada da violência não tem limites; assim como é infinito o bem, porque vem de Deus, assim também o mal pode não ter limites – disse o Arcebispo. Se a sociedade tolera e permite o crescimento da violência, aonde vamos parar? Devemos por um freio nisso agora, para colocar um fim a esta situação. Agora”. Dom Escobar Alas comentou o clima de violência que domina o menor país da América: em 2009 números assustadores indicam 4.365 homicídios, o índice mais elevado nos últimos 10 anos, segundo estatísticas da policia. E 2010 já começou com o mesmo ritmo. O Arcebispo descreveu como “profundamente preocupante o nível da violência” em El Salvador, referindo-se aos massacres perpetrados na noite de sábado, 6 de fevereiro, quando pelo menos cinco pessoas foram assassinadas e outras seis ficaram feridas, e em análogos episódios, no último dia 2, sete presumíveis membros de uma gang foram mortos por um esquadrão armado. 
“Uma coisa está clara para todos: a situação de violência é extremamente grave e ameaça demolir a sociedade; é necessário reagir pronta e eficazmente” – acrescentou Dom Escobar Alas. Somente no mês de janeiro, em El Salvador, houve 404 casos de homicídios, o que significa uma média de 13 por dia, segundo a Polícia Nacional Civil (PNC). Em 30 de janeiro, a Conferencia Episcopal publicou um documento no qual convida toda a comunidade a refletir sobre o país, “que sofre uma epidemia de violência”, e convida a agir contra ela. Os Bispos são muito claros ao escrever: “Nem mesmo os países em guerra perdem tantas vidas como o nosso por causa da violência... colocando na pratica o ensinamento de Cristo, conseguiremos estabelecer a paz social”. (CE) (Agência Fides, 08/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Mon, 08 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>AMÉRICA/COSTA RICA - Laura Chinchilla: primeira mulher eleita Presidente da Costa Rica</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16884&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[São José (Agência Fides) – Na Costa Rica, pela primeira vez, uma mulher foi eleita como Presidente do país: Laura Chinchilla Miranda, primeira nas sondagens, conseguiu escalar o último degrau. Com efeito, de 2006 a 2008, foi Primeira Vice-presidente do governo de Oscar Arias (Prêmio Nobel da Paz 1987). Representante do Partido de liberación nacional (Pln), de esquerda, conquistou 47% dos votos, contra os 24% do candidato de centro-esquerda, Otton Solis. A recém-eleita, 50 anos, lançou um apelo a seus adversários políticos e a diversos setores nacionais, prometendo continuar as políticas de seu predecessor, Arias: melhorar a qualidade da saúde, da educação, da segurança; e assegurar apoio ao matrimônio. 
A sua apresentação oficial ocorreu em 28 de novembro de 2009, por ocasião da “Marcha da vida e da família”, apoiada pela Igreja católica, na qual 50 mil pessoas manifestaram contra o aborto e os casamentos entre homossexuais. Sua presença suscitou surpresa na maioria de governo e na oposição. Durante a campanha eleitoral, a candidata à presidência visitou 3 emissoras de rádio, entre as quais a "La Paz del dial", e em um dos programas, afirmou: “Minha visão é favorável à vida. Não entendo como existem pais que ensinam a seus filhos a respeitar os animais mas são capazes de sacrificar uma vida humana”. 
Ontem, domingo, 7 de fevereiro, dia das eleições, Dom Hugo Barrantes Ureña, Arcebispo de São José e Presidente da Conferencia Episcopal, celebrou às 7h a Santa Missa na Catedral Metropolitana, para a qual foram convidados todos os candidatos às eleições. (CE) (Agência Fides, 08/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Mon, 08 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>EUROPA/IRLANDA - Nomeação do Diretor nacional das Pontifícias Obras Missionárias</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16885&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Cidade do Vaticano (Agência Fides) – Em 1o de janeiro de 2010, o Card. Ivan Dias, Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, nomeou como Diretor nacional das Pontifícias Obras Missionárias na Irlanda, por um quinquênio (2010-2014) o Rev.do Pe. Gary Howley, da Sociedade de São Patrício para as Missões no Exterior. 
O novo Diretor nacional nasceu em 25 de outubro em Clonmel (diocese de Waterford and Lismore) e deposi dos estudos de teologia em Kiltegan, foi ordenado sacerdote em 7 de junho de 1980 na igreja de Saint Mary, diocese de Kildare and Leighlin, pelo Bispo da diocese de Abakaliki, na Nigéria. De 1980 a 1985 trabalhou na diocese de Abakaliki (Nigéria) como pároco e no seminário menor. De 1985 a 1989, trabalhou na Irlanda no setor de promoção da Sociedade de São Patrício para as Missões no Exterior, e em 1990/1991 foi pároco na Arquidiocese de Lusaka (Zâmbia). Em 1991/1992 estudou jornalismo nos Estados Unidos. A seu retorno, foi diretor do magazine da Sociedade de São Patrício “África” (1993/2003); Secretário da Associação Imprensa dos religiosos (1995/2001); Superior regional dos missionários de São Patrício (2004/2008); Membro executivo da União Missionária Irlandesa (IMU) (2004/2008). (S.L.) (Agência Fides 8/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Mon, 08 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁFRICA/MALAVI - A nomeação do Chefe de Estado do Malavi como Presidente da União Africana ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16868&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Lilongwe (Agência Fides) - No último dia 31 de janeiro, a 14a Cúpula da União Africana elegeu o Chefe de Estado do Malavi, Bingu wa Mutharika, como Presidente de turno da União. Em seu discurso na tão esperada tomada de posse, Mutharika indicou as prioridades de seu mandato: segurança alimentar, infra-estruturas continentais (estradas, portos, etc.) e energéticas, manutenção da paz no continente.
“No Malavi, todo o governo louva as qualidades de seu Presidente, eleito para a condução da África. O Malavi se tornará famoso e conhecido no continente. A oposição também está satisfeita por isso” – diz à Fides Pe. Piergiorgio Gamba, missionário monfortano que vive e trabalha no país há 30 anos. 
Mas como responde a população? “A primeira conseqüência concreta da nomeação de Bingu wa Mutharika como Presidente da UA foi o aumento no orçamento do Estado, apresentado ao Parlamento para a aprovação, de um bilhão de Kwacha (cerca de 4 milhões e 900 mil Euros) para os primeiros 6 meses do mandato de Mutharika” – diz o missionário. “Trata-se de despesas para encontros, viagem, pessoal colocado a disposição do Presidente pelo Ministério do Exterior. A União Africana não consegue financiar os seus gastos, por que nós devemos pagar? – perguntam-se os cidadãos do Malavi”. 
“Isto acontece num país onde o Ministério da Educação denuncia a carência de 6 mil professores para as escolas, onde em alguns casos a média estudante/professor é de 1 professor para 200 alunos, enquanto a norma deveria ser de 65 alunos por professor. A oposição quer saber os detalhes das despesas antes de assinar em branco para uma empresa que pode oferecer diversas oportunidades, mas que são difíceis de quantificar” – continua Pe. Gamba. “Espero que este cargo internacional possa induzir o governo a tomar decisões democráticas para o país, antes de dar ao continente aulas de liberdade e de colaboração. Em todo caso, 2010 será um ano realmente importante para o Malavi” – conclui o missionário. (L.M.) (Agência Fides 6/2/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Sat, 06 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁFRICA/ RD CONGO - Preocupação dos missionários pela enésima operação militar no leste do Congo</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16869&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Kinshasa (Agência Fides) - O início de um novo ataque militar no norte e no sul de Kivu (leste da República Democrática do Congo) contra as Forças Democráticas de Libertação de Ruanda está levantando muitos interrogativos por parte dos missionários da Rede “Paz para o Congo”. Uma nota enviada à Agência Fides pela Rede destaca que “as autoridades militares congoleses anunciaram o fim da operação militar Kimya II (veja Fides 19/11/2009) conduzida contra as FDLR e o início de uma nova operação denominada Amani leo (“A paz agora”, em suaili). As duas informações despertam curiosidade”. 
“Se, segundo as declarações oficiais, Kimya II foi um sucesso por ter alcançado seus objetivos, por que foi suspensa e não prosseguiu?” – questionam-se os missionários. Talvez porque as declarações oficiais, altamente positivas, não correspondem à realidade e foram desmentidas pelo último relatório do Grupo de especialistas da ONU para a RDC e por diversas associações de direitos humanos, que afirmaram claramente o fracasso do Kimya II. Com efeito, não conseguiu desarmar e nem repatriar um número significativo de rebeldes ruandeses, mas também não conseguiu destruir a estrutura local de comando e impedir o seu retorno a certas áreas minerarias das quais haviam sido afastadas. A estes insucessos, soma-se o agravamento da crise humanitária, por causa dos “efeitos colaterais” da operação: civis mortos, aldeias incendiadas, violências sexuais, furtos, desabrigados...”. 
Segundo a Rede “Paz para o Congo”, a nova operação anunciada, Amani leo, “não deixa imaginar nada de novo, pois não houve nenhuma mudança nas pessoas do comando. Afirma-se todavia que será menos ofensiva e mais defensiva em relação à Kimya II. Entenderam, talvez, que o melhor modo de combater os ataques das FDLR é reduzir a pressão militar sobre elas e aumentar as possibilidades de diálogo político e de negociações? É o que se espera. Por outro lado, as ações militares contra as FDLR serviram sobretudo para desviar a atenção da opinião pública, nacional e internacional, dos grandes problemas da região dos Grandes Lagos Africanos: o comercio ilegal de recursos minerais, a falta de democracia e a deriva ditatorial, as violações dos direitos humanos, o desrespeito da soberania nacional e das fronteiras, as tentativas de expansionismo e hegemonia, a corrupção, a impunidade, as questões salariais,... “ – concluem os missionários. (L.M.) (Agência Fides 6/2/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Sat, 06 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/ÍNDIA - Um “Livro Branco” sobre as violências, para levar reconciliação e justiça a ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16870&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Bhubaneswar (Agência Fides) – O governo deveria escrever um “Livro Branco” sobre a situação em Orissa, a fim de enfrentar e resolver “com neutralidade e transparência” as questões dos desabrigados, da devolução das terras, do direito a uma vida pacífica: é o apelo enviado à Agência Fides por Dom Raphael Cheenath, Arcebispo de Bhubaneswar, diocese onde se verificaram as violências anticristãs de agosto de 2008.
O Arcebispo difundiu um apelo após a visita de uma delegação de representantes da União Européia que estiveram no distrito de Kandhamal, teatro das violências. 
“Apesar das declarações dos administradores, a dignidade e os direitos humanos dos cristãos vitimas das violências de 2008 continuam muito distantes do mínimo padrão de normalidade. Há 15 meses das violências, milhares de refugiados ainda vivem nas ruas, em abrigos provisórios, sem esperanças de voltar a ter uma vida digna, submetidos a continuas ameaças” – relata o Arcebispo à Fides. 
“Pedimos para Orissa paz e reconciliação duradouras possíveis somente através de uma justiça transparente: ou seja, consentindo a nossos refugiados que possam retornar às suas casas” – explica Dom Cheenath. “Nós nos opomos à segregação do distrito de Kandhamal”.
O Arcebispo denuncia que o governo local não está preparado para realizar um inquérito neutro e transparente, que garanta aos expulsos de casa os seus direitos.  Ao mesmo tempo, assegura o firme compromisso da Igreja Católica no processo de assistência e reabilitação dos desabrigados: “Estamos nos aproximando da estação dos monções e suas condições de vida podem piorar ulteriormente: seria um desastre humanitário” – afirma alarmato. 
Inicialmente, depois das violências de 2008, as famílias de desabrigados eram cerca de 11 mil, num total de cerca 54 mil pessoas. Destas, 1.200 famílias deixaram a área pra transferir-se a outros estados da Índia. Hoje, cerca de 6 mil famílias vivem acampadas em tendas nos subúrbios de Bhubaneswar, capital de Orissa; cerca de 300 famílias continuam residindo em acampamentos para refugiados montados pelo governo no distrito de Kandhamal; mais de 4.440 famílias vivem em barracas ou abrigos temporários em diversas cidades e aldeias do estado. Apenas 1.100 famílias receberam um mínimo de assistência humanitária do governo ou das ONGs. A Igreja está fazendo o possível e ajudou a reconstruir cerca de 2.500 casas, mas é ainda uma mínima parte da obra humanitária e de reconstrução necessária. 
Muitos refugiados tentaram retornar às suas casas, mas receberam ameaças e intimidações de extremistas hindus, que as invadiram com violência, apropriando-se na absoluta indiferença das autoridades civis locais”. 
“O caminho da justiça é fundamental” - nota Dom Chhenath. “Hoje, os culpados das violências e dos homicídios estão ainda livres, apesar dos testemunhos oculares, enquanto muitos dos acusados já foram absolvidos. Pedimos rapidamente um Inquérito Especial sobre o ocorrido em Kandhamal”, acrescenta o Arcebispo.
Os pontos fundamentais a serem incluídos no “Livro Branco” sobre Orissa são, segundo o prelado: a compensação devida aos deslocados para as propriedades destruídas; a ocupação e o direito ao trabalho; a questão da terra, que permanece o primeiro elemento de sobrevivência para as famílias daquela área. “Pisando nos direitos da terra, se nega a estas famílias o sustento de base, e também a educação e assistência médica”. (PA) (Agência Fides 6/2/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Sat, 06 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/TAIWAN - 60 anos da missão em Taiwan da Legião de Maria</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16871&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Taipé (Agência Fides) – Em 21 de fevereiro de 1950, numa pequena sala da paróquia de Hua Sha, nasceu a primeira comunidade da Legião de Maria em Taiwan. Sessenta anos depois, os seus mais de 2.300 membros, presentes em 206 comunidades da ilha, estão intensificando o caminho rumo à solene celebração pelos 60 anos da missão em Taiwan, que se abriu em 1º de janeiro de 2010 e se concluirá em 20 de fevereiro de 2011 sobre o tema “Imitar Cristo, aplicar a Caridade – Onde está a Mãe, lá também está o Filho”. Os membros da Legião de Maria de Taiwan, através da difusão da devoção mariana, se empenha ativamente na pastoral, na catequese, na evangelização, no serviço social a fim de que através do amor pela Mãe, seja mais conhecido e amado seu Filho. São os melhores colaboradores dos sacerdotes e uma rica fonte de vocações para a vida consagrada.
Segundo as informações enviadas à Agência Fides sobre o programa das celebrações pelo 60° aniversário, a solene liturgia de abertura dos “60 anos da Legião de Maria em Taiwan” se realizará em 27 de fevereiro, enquanto um seminário para os jovens membros da Legião de Maria se realizará em 15 de agosto. Em outubro será promovido um importante trabalho de caridade na ilha, e no dia 8 de dezembro se celebrará o dia da consagração de todos os membros da família. Enfim, em 20 de fevereiro de 2011, se realizará o encerramento solene da celebração pelos 60 anos.
A Legião de Maria é um movimento laical fundado em 7 de setembro de 1921 em Dublin por Frank Duff, depois de descoberto o “Tratado da verdadeira devoção à Virgem Maria” de São Luis Maria Grignon de Montfort. O servo de Deus Frank Duff pôde assim tirar deste teto uma profunda compreensão da vital e fundamental função de Maria na obra de redenção do mundo. Hoje a Legião de Maria conta mais de 3 milhões de membros. O missionário irlandês Pe. W. A. Mcgrath, responsável pela missão de Han Yang, na província de Hu Bei dos missionários Colombanos, introduziu este movimento em terras chinesas nos anos 40 do século passado. (NZ) (Agência Fides 06/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Sat, 06 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>AMÉRICA/BRASIL - Dom Dimas Lara Barbosa sobre a “Campanha Ficha Limpa”: “estamos abertos ao ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16872&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Brasília (Agência Fides) – O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) no Brasil, guiado pela Igreja Católica e por vários ativistas sociais, apresentaram novamente no dia 06 de fevereiro ao Congresso o pedido de não modificar o projeto de lei que proíbe a nas eleições de outubro, aqueles candidatos que tenham precedentes penais. A organização declarou estar aberta ao diálogo para discutir sobre o projeto “Campanha Ficha Limpa” que está sendo examinado pela Câmara dos Deputados, e se opõe às “mudanças radicais” da iniciativa, como proposto pelos congressistas do governo e pelos parlamentares da oposição. 
O projeto de lei foi entregue ao Congresso em setembro de 2009 com o apoio de um milhão e quinhentas mil assinaturas do MCCE. A votação está prevista para março e as sanções previstas para fazer que entre em vigor nas presidenciais, legislativas e estaduais no mês de outubro, deveriam ser definidas o mais tarde em junho. 
“A sociedade brasileira não espera novos atrasos na discussão e na aprovação deste tema que tem como primeira finalidade os interesses de todos os cidadãos” – escreveu numa declaração o secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Dimas Lara Barbosa. Para os políticos de alto nível cobertos pelo “fórum privilegiado”, que permite a eles não serem julgados pelo corpo judiciário ordinário, a normativa proposta prevê o direito de proibição, sem uma condenação de primeiro grau e seria suficiente que um tribunal aceitasse a denúncia. (CE) (Agência Fides, 06/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Sat, 06 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>AMÉRICA/BRASIL - “Intermirifica.net”: também para os missionários uma ocasião para criar sinergias</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16873&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Porto Alegre (Agência Fides) – Encerra-se no domingo 7 de fevereiro, em Porto Alegre, no Brasil, o "Mutirão de Comunicação da America Latina e Caribe" (Muticom) que teve início no dia 3 de fevereiro. O Muticom, organizado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), pelo Conselho Episcopal Latino-americano CELAM, pela Organização Católica Latino-americana e Caribenha de Comunicação (OCLACC) e outros organismos da Igreja, foi inaugurado pelo presidente do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais, Arcebispo Claudio M. Celli.
Em seu discrusro, Dom Celli, falando sobre a “Igreja como um corpo vivo na sociedade de rede”, apresentou o primeiro catálogo global "on line" da mídia católica. Este novo elenco,de estrutura Wiki, é fruto da colaboração entre os editores que se registram no sistema. É encorajado pelo CELAM, pela SIGNIS e outros organismos eclesiais internacionais. A apresentação de "intermirifica.net" ofereceu a ocasião a Dom Celli de interpelar os participantes do Mutirão, recordando que somente no Brasil existem mais de 180 emissoras radiofônicas católicas, enquanto em todo o continente africano existem pouco mais de 200 emissoras de rádio católicas, e que as oportunidades de sinergia, a troca e a cooperação recíproca estão abertas. 
O Pe. Ariel Beramendi, oficial do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais, interpelado pela Agência Fides sobre as primeiras impressões causadas por intermirifica.net referiu que “para os missionários pode ser uma ocasião a fim de criar sinergia na mídia, também na mesma Congregação religiosa”. E acrescentou: “Não é possível programar um trabalho pastoral missionário sem conhecer objetivamente os recursos sobre os quais contar. Neste sentido, a directory Intermirifica.net ajuda a revelar a situação específica dos diferentes contextos que se pretendem evangelizar, ação em que os meios de comunicação desempenham um papel fundamental. Para nós – continua Pe. Ariel – os meios de comunicação católicos ressaltam a catolicidade da Igreja, onde respeitando os carismas e a sensibilidade dos missionários, nos sentimos parte de uma grande família”. O Mutirão, que se realizou na Universidade Católica do Rio Grande do Sul, no Brasil, reuniu especialistas de 37 países que refletiram sobre o tema central “Os processos de comunicação e cultura solidária”. (CE) (Agência Fides, 06/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Sat, 06 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>AMÉRICA/HAITI - “Saber que muitas pessoas rezam por mim me ajuda a continuar a fazer aquele ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16874&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Porto Príncipe (Agência Fides) – “Não existem palavras para descrever a devastação do território nesta cidade. Em toda a cidade são evidentes os sinais. Precisamos de tudo – água, comida, remédios, tendas. Por favor , nos ajudem agora! Ricos e pobres perderam tudo. Ouve-se as pessoas cantarem cantos de oração a Deus para que os salve”: são as palavras de Colette Cunningham, uma voluntária irlandesa de 49 anos, que voltou à Irlanda, depois de trabalhar em Zâmbia com a Catholic Relief Services (CRS) e no Haiti. O seu testemunho foi enviado à Agência Fides pela Irmã Janet Fearns, FMDM, responsável pelas Comunicações da Direção Nacional da Inglaterra e Gales das Pontifícias Obras Missionárias (Missio). 
Enquanto estava no Haiti, Colette escrevia: “Estou trabalhando com a CRS para a assistência sanitária... estou trabalhando também com as crianças que ficaram traumatizadas por causa do sismo. Estou ajudando estas crianças para que superem este trauma. Uma menina pequena, Anne-Delianne, de 4 anos, ficou debaixo dos escombros de sua casa durante quatro dias, com um pedaço de parece que pressionava sua cabeça. Isto causou uma chaga por causa da pressão sobre a fronte e quando chegou á clinica tinha um buraco do qual a gente via o crânio. Começou a contar-me que ficou ali e podia ouvir a sua avó chorar e a chamar pelo nome. Ela ficou triste e pediu a sua avó para não chorar porque não estava para morrer e que Jesus estava tomando conta dela. Logo depois foi salva e os médicos a fizeram uma cirurgia reconstrutora”. Colette Cunningham descreve que a menina ficou muda por causa do trauma do terremoto, mas que através de suas conversas com ela, gradualmente ela voltou a sorrir, cantar e pular. 
Colette continua a  contar a sua experiência entre as vítimas do terremoto no Haiti: “Ontem, num dos campos, uma garota ficou debaixo de um telão porque tinha ferido uma perna. Sobre esta tela, ela e sua família escreveram: Jesus é a minha segurança. Existem momentos em que sinto realmente sem forças, mas saber que muitas pessoas rezam por mim me ajuda a continuar a fazer aquele pouco que posso para ajudar as pessoas nesta terrível situação”. (AR) (Agência Fides 6/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Sat, 06 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>VATICANO - Mensagem do Papa para a Quaresma: “formar sociedades justas, onde todos recebam o ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16860&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Cidade do Vaticano (Agência Fides) – “A justiça de Deus está manifestada por meio da fé em Cristo” (Rm 3, 21-22) é o tema da Mensagem do Santo Padre para a Quaresma 2010. Bento XVI começa ilustrando o significado do temo “justiça”: “Aquilo de que o homem mais precisa não lhe pode ser garantido por lei… São certamente úteis e necessários os bens materiais – no fim de contas o próprio Jesus se preocupou com a cura dos doentes, em matar a fome das multidões que o seguiam e certamente condena a indiferença que também hoje condena centenas de milhões de seres humanos á morte por falta de alimentos, de água e de medicamentos - , mas a justiça distributiva  não restitui ao ser humano todo o “suo” que lhe é devido. Como e mais do que o pão ele de fato precisa de Deus”.
Procurando as causas da injustiça, o Papa afirma que ela é fruto do mal, “não tem raízes exclusivamente externas; tem origem no coração do homem, onde se encontram os germes de uma misteriosa conivência com o mal… o homem torna-se frágil por um impulso profundo, que o mortifica na capacidade de entrar em comunhão com o outro. Aberto por natureza ao fluxo livre da partilha, adverte dentro de si uma força de gravidade estranha que o leva a dobrar-se sobre si mesmo, a afirmar-se acima e contra os outros: é o egoísmo, consequência  do pecado original”. 
A “relação profunda” entre e fé em Deus e a justiça com o próximo está também na palavra que em hebraico indica a virtude da justiça, sedaqah significa, dum lado a aceitação plena da vontade do Deus de Israel; do outro, equidade em relação ao próximo, e maneira especial ao pobre, ao  estrangeiro, ao órfão e á viúva… Para entrar na justiça é portanto necessário sair daquela ilusão de auto – suficiência , daquele estado profundo de  fecho, que á a própria  origem da injustiça”.
“O anúncio cristão responde positivamente  á sede de justiça do homem, como afirma o apóstolo Paulo na Carta aos Romanos: “ Mas agora, é sem a lei que está manifestada a justiça de Deus… mediante a fé em Jesus Cristo, para todos os crentes… Deus pagou por nós no seu Filho o preço do resgate, um preço verdadeiramente exorbitante. Perante a justiça da Cruz o homem pode revoltar-se, porque ele põe em evidencia que o homem não é um ser autárquico , mas precisa de um Outro para ser plenamente si mesmo. Converter-se a Cristo, acreditar no Evangelho, no fundo significa precisamente isto: sair da ilusão da auto suficiência  para descobrir e aceitar a própria indigência – indigência dos outros e de Deus, exigência do seu perdão e da sua amizade.”
A Mensagem se encerra recordando que “graças a esta experiência, o cristão é levado a contribuir e formar sociedades justas, onde todos recebam o necessário para viver segundo a própria dignidade de homens e a justiça seja vivificada pelo amor”, e desejando que “este tempo penitencial seja para cada cristão tempo de autentica conversão e de conhecimento intenso do mistério de Cristo, que veio para realizar a justiça”. (SL) (Agência Fides 5/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Fri, 05 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁFRICA/QUÊNIA - A proposta de inserir na Constituição uma cláusula que transfere o início da ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16861&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Nairóbi (Agência Fides) – Está suscitando uma forte reação na Igreja no Quênia a proposta da Comissão Parlamentar para a Revisão da Constituição de modificar a cláusula que define o início da vida. Segundo a nova proposta, o início da vida seria transferido da concepção ao momento do nascimento (veja Fides 25/1/2010).
Pe. Pascal Mwambi, sacerdote queniano especialista em bioética, enviou à Agência Fides um artigo explicando as motivações éticas, científicas e religiosas que demonstram a necessidade de reconhecer os direitos do embrião. “A comissão parlamentar encarregada de propor um esboço da revisão constitucional não pode afirmar que a vida começa no momento do nascimento, se não for movida por razões egoístas e por uma mentalidade anti-vida pronta para destruir muitas vidas antes do nascimento” – afirma o sacerdote. 
“Biólogos, cientistas e médicos não devem temer em afirmar os fatos empíricos sobre o processo de formação do novo organismo humano a partir da fecundação. Depois de três semanas (estado embrionário), o novo organismo possui todos os seus órgãos, que já estão formados e prestes a desenvolverem-se gradualmente... Em nenhum momento, podemos afirmar que o embrião não seja uma pessoa humana. Há um crescimento autônomo e contínuo da criança, e um diálogo cruzado com a mãe, que deve ser o primeiro "ventrus Advocatus" (advogado do ventre) da criança”. 
Se passasse a linha de que a vida tem início somente no momento do parto, implicitamente negando os direitos do embrião, segundo Pe. Mwambi, “abrir-se-iam as portas para toda forma e manipulação, pesquisa e experimentação sobre o embrião. Além disso, “o diagnóstico de eventuais indicações de anomalias hereditárias ou de patologias cromossômicas levará ao aborto eugenético ou seletivo, pois o feto não é uma pessoa viva juridicamente reconhecida. A negação levará a modalidades de fecundação medicamente assistida, que ignoram ou substituem o ato conjugal, levando à separação entre a união sexual e a procriação”. 
Temos ainda tempo para agir, porque o projeto ainda não foi aprovado. Não se trata apenas de alterar uma clausula do esboço de revisão constitucional, mas sim de salvar as vidas humanas das futuras gerações” – conclui pe. Mwambi. (L.M.) (Agência Fides 5/2/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Fri, 05 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁFRICA/RDCONGO - Líderes religiosos de 4 países da África central dispostos a mediar com os ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16862&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Kisangani (Agência Fides) - “A paz não tem cor política ou religiosa. Para que nossos esforços de paz tenham sucesso, é preciso sustentá-los com a oração. Oremos juntos pela paz em nossos corações, rezemos para as vítimas, por aqueles que abraçam os fuzis, a fim de que se convertam à paz e para que as resoluções e recomendações desta conferência produzam frutos” – afirmou Dom Marcel Utembi Tapa, Arcebispo de Kisangani, em sua homilia na Missa de encerramento da conferência (veja Fides 30/1/2010) dos líderes religiosos sobre a questão dos guerrilheiros ugandesas do ERS (Exército de Resistência do Senhor).
A conferência realizou-se de 2 a 4 de fevereiro em Kisangani (capital da Província Oriental, no leste da República Democrática do Congo). Participaram os líderes religiosos das áreas onde o ERS é ativo: norte de Uganda, leste da RDC, sul do Sudão e República Centro-africana. De modo especial, as delegações se compunham da seguinte forma: 5 representantes do sul do Sudão; 2 de Uganda, 3 da República Centro-africana; 8 da RDC, aos quais se somou o Ministro do Interior da Província Oriental, que representava o governo provincial.
Os participantes da conferência expressaram seu apreço pela iniciativa e auspiciaram que sirva para pacificar a região. No final dos trabalhos, criou-se um comitê regional composto por 9 membros representantes das diversas delegações, encarregado de formular as propostas de negociação com o ERS. Em seu discurso de encerramento, o Arcebispo de Kisangani afirmou que os líderes religiosos estão prontos para mediar as negociações de paz com os grupos de guerrilha, se lhes for pedido.  (L.M.) (Agência Fides 5/2/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Fri, 05 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/INDONÉSIA - “Há diálogo e amizade inter-religiosa em Sumatra”, diz à Fides o Arcebispo de Medan</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16863&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Medan (Agência Fides) – Não há tensão inter-religiosa no norte da ilha de Sumatra, após os recentes episódios de violência contra duas salas de culto protestantes. “São episódios raros, ocorridos em circunstancias específicas. Nos últimos cinco anos, a situação em Sumatra – de modo especial, na província de Aceh – melhorou muito, social, humana e religiosamente”: foi o que disse, numa entrevista à Agência Fides, Dom Antonius Sinaga, OFM Cap, Arcebispo de Medan, Arquidiocese metropolitana referente para as outras duas dioceses do Norte de Sumatra, Padang e Sibolga.
“Não estou preocupado com as relações inter-religiosas, sobretudo entre cristãos e muçulmanos: aliás, estou confiante. Os episódios isolados de violência anticristã (sobretudo contra denominações protestantes) dependem de fatores contingentes e não são conseqüência de uma onda de ódio. Por exemplo, o último incidente (duas salas de oração de uma comunidade pentecostal incendiadas em Pandang, no norte de Sumatra), foi causa do incitamento de um líder muçulmano radical que veio visitar a província e de um grupo de fanáticos que o seguiu. O caso foi condenado por numerosos líderes muçulmanos locais”. 
O importante, destaca o Bispo, é a política do governo local: “Em nível público, o governo local em Sumatra fez a sua parte e defende a idéia de uma sociedade pluralista, como ocorre em nível nacional, no respeito do Pancasila, cinco princípios mor da nação indonésia, que garantem a liberdade aos fiéis das comunidades religiosas reconhecidas”. 
É verdade que uma forma de controle e de pressão sobre o crescimento das comunidades cristãs protestantes é exercida. Negando ou prolongando muito o tramite das licenças para a construção de novas igrejas; também a “visibilidade” das liturgias cristãs das denominações pentecostais suscitam por vezes, reações de pequenos grupos fundamentalistas islâmicos, que temem o proselitismo cristão.  
Além disso, no Norte de Sumatra, uma potencial situação de conflito é a situação no contexto da comunidade de etnia batak, que vive principalmente no sul da província de Aceh: esta comunidade inclui cristãos e muçulmanos, e existem fortes pressões pela conversão ao islamismo dos batak cristãos, na tentativa de realinhar os dois fatores, grupo étnico e religião. Mesmo considerando este cenário e tal complexidade de elementos, como ressaltam à Fides fontes da Igreja na Indonésia, “ocorre recordar anos dolorosos e não muito distantes (ver o final dos anos 90) em que as igrejas queimadas a cada ano na Indonésia eram um fenômeno preocupante e atingiam cifras muito altas: cerca de 800 igrejas incendiadas ou atacadas entre 1996 e 2000, ou pensemos à violência anticristã perpetras nas ilhas Moluscas e Sulawesi e entre 1999 e 2001. Desde então os passos avantes são evidentes”.
Além disso, as maiores organizações islâmicas indonésias – como Muhammadiyah (cerca de 30 milhões de seguidores) e Nahdlatul Ulama (cerca de 40 milhões de seguidores) – condenam parecidos episódios. Também grandes e influentes meios de comunicação deploram a violência, como mostra o último editorial do Jakarta Post, intitulado “Stop Church burning”. “A alaviação complexa da harmoni inter-religiosa em Sumatra e em toda a Indonésia – conclui a fonte de Fides – é então positiva e esperamos em contínuas melhoras”. (PA) (Agência Fides 5/2/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Fri, 05 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/FILIPINAS - “Dos candidatos à presidência queremos esclarecimentos sobre a defesa da ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16864&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Manila (Agência Fides) – “Os candidatos à presidência da República devem ser claros sobre questões relativas ao respeito da vida e da família. Se são católicos, não pode existir dicotomia entre fé e o serviço público ao qual sou chamado”: é o que afirma numa conversa com a Agência Fides Dom Paciano Aniceto, Arcebispo de São Fernando e Presidente da Comissão Episcopal sobre Vida e família. A Comissão publicou, no final de 2009, um “Catecismo sobre família e vida para as eleições de 2010”, em que ilustra a posição da Igreja e se pode aos governantes para “cultivar uma moralidade iluminada pela fé”, não apoiando por isso leis que violam o direito à vida e os direitos das famílias. 
O documento gerou um amplo debate na imprensa, na opinião pública e na política das Filipinas, esta “fase quente” de campanha eleitoral, em vista das eleições presidenciais de maio próximo. O Catecismo, em particular, teve o efeito de “obrigar” os candidatos à presidência a expressar um parecer favorável ou contrário a um texto de lei em discussão no Congresso Filipino, o “Documento sobre saúde reprodutiva” (Reproductive Health Bill). 
O projeto de lei pretende legalizar e promover nas Filipinas práticas como o aborto e a contracepção entre os jovens como instrumentos de controle do índice de natalidade. Recentemente o Congresso Filipino, visto a delicadeza da matéria e as divisões na opinião pública, renunciou a examinar e votar a lei, adiando as eleições. 
"A renúncia do Congresso causou fortes reações na imprensa que duramente atacou a Igreja Católica, acusada pelo principal jornal filipino, o Philippine Daily Inquirer, de ser ‘injusta e imoral em seu interno”, de querer impor uma moral à nação, de querer limitar as liberdades dos cidadãos e impor o controle demográfico. 
Dom Aniceto antecipa à Agência Fides a resposta a estas acusações, que difundirá num comunicado público: “Muitas vezes condenamos injustiça e imoralidade, tanto na vida pública quanto na Igreja. Muitas vezes falamos contra a corrupção e pedimos transparência na política, especialmente em vista as eleições. Hoje esta questão da “saúde sexual e reprodutiva” é nova na agenda política nacional, e exige uma resposta clara da Igreja e dos homens políticos. Entendemos seguir e apresentar ao povo filipino as orientações da doutrina social da Igreja. Queremos mostrar as armadinhas presentes no texto em discussão no Congresso e as pressões que, em matéria, fazem sobre as Filipinas fazem algumas agências da ONU e dos Estados Unidos favoráveis a meios de controle demográfico que violam o direito à vida. Queremos informar os cidadãos sobre uma delicada questão de consciência que necessita da luz da fé”. (PA) (Agência Fides 5/2/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Fri, 05 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/CHINA - A comunidade católica de He Bei promove a família e o matrimônio cristão em vista ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16865&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Shai Jia Zhuang (Agência Fides) – Em vista do Ano Novo chinês, que é uma tradicional festa muito importante marcada pela união familiar e considerando os muitos desafios que a sociedade atual apresenta à família e à Igreja, como o divórcio, as separações..., as diferentes comunidades católicas de He Bei estão promovendo numerosas iniciativas que tem como finalidade a família e o matrimônio cristão, notícia que chegou à Agência Fides.
Conscientes das exigências da zona rural, onde os casais vivem por muito tempo separados por causa da imigração por motivos de trabalho, o Centro de Serviço Social da Diocese de Heng Shui levou cursos de promoção familiar e matrimonial em vários povoados, aproveitando a volta dos trabalhadores imigrantes para a festa de Ano Novo. Os sacerdotes e 5 voluntários do centro junto com um sacerdote psicólogo, Pe. Hu Qiu Cheng, presidiu um encontro de 2 horas num povoado par explica o sentido da vida, do matrimônio e da família. Em cada lugar estabelecidos para o encontro se apresentaram centenas de fiéis provenientes dos povoados vizinhos, entre eles vários não católicos. 
Outra iniciativa sobre o tema foi realizada na paróquia de Wu An da diocese de Han Dan, que instituiu um prêmio para os “casais modelo” que promovem a vida familiar e matrimonial cristã na sociedade, sobretudo no meio dos jovens de hoje. “O testemunho concreto, vivo, é a melhor pregação” – ressalta o pároco. A paróquia celebra sempre coletivamente também os aniversários de matrimônio, para recordar a todos a “indissolubilidade e a importância de uma família harmoniosa, construída sobre bases sólidas que é a cristã”. (NZ) (Agência Fides 05/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Fri, 05 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>AMÉRICA/MÉXICO - Também ao vivo web o XIV Congresso Nacional da Infância e Adolescência Missionária</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16866&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Chihuahua (Agência Fides) – Realiza-se em Chihuahua no México de 4 a 7 de fevereiro, o XIV Congresso Nacional da Infância e Adolescência Missionária (CONIAM), organizado pelas Pontifícias Obras Missionárias do México. O objetivo principal do CONIAM é despertar o espírito missionário nas crianças e adolescentes mexicanos, reforçar o trabalho da Infância missionária e da Adolescência Missionária (IAM), além de promover o seu nascimento onde ainda não existem.  Há 28 anos (1982) o México celebra os Congressos Missionários para as crianças e adolescentes: até hoje foram 13 e o atual è o 14°. O Congresso da IAM se realiza a cada dois anos numa diocese do país, sendo considerado um ótimo meio par despertar a consciência missionária das famílias e dos animadores a fim de responder ao mandato missionário de Cristo Ressuscitado. 
Desta vez a diocese que hospeda é a Arquidiocese de Chihuahua, e o slogan é: "a tua vida, Padre Maldonado, nos convidou à missão". Padre Maldonado (1892-1937), sacerdote diocesano de Chihuahua, trabalhou com os índios Tarahumara. Foi assassinado brutalmente assassinato no povoado onde era pároco num momento em que era intensa contra a perseguição da Igreja por parte do governo mexicano. João Paulo II o beatificou em 1992 e o canonizado no ano 2000.
O congresso reúne milhares de crianças e adolescente de oito a quinze. A abertura e o encerramento particularmente intensos de oração e de festa para que todos os participantes se reúnam para celebrar a Santa Missa. Um dos momentos significativos, encerramento do congresso, é constituído pela Marcha missionária, onde as crianças e os adolescentes cantam, dançam, gritam e aplaudem enquanto caminha. A novidade deste Congresso 2010 é que as PP.OO.MM do México trabalharam para tornar possível a transmissão ao vivo deste encontro, a fim de que as pessoas que desejam participar diretamente possam vivê-lo por através do site web: www.ompemexico.org.mx. (CE) (Agência Fides, 05/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Fri, 05 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>AMÉRICA/EQUADOR - Cem anos depois da morte de Dom Leonidas Proaño, bispo dos indígenas e dos ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16867&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Quito (Agência Fides) – Após cem anos do nascimento de Dom Leonidas Proaño, a Conferência Episcopal do Equador e toda a comunidade nacional celebraram esta festa com muita devoção e com compromisso a fim de divulgar aos jovens a pessoa do "bispo dos índios", como era conhecido. Dom Proaño nasceu em 29 de janeiro de 1910 em Santo Antonio de Ibarra e morreu em 31 agosto de 1988 em Quito. Também a Assemblea Nacional por unanimidade homenageou o "bispo dos pobres e dos índios", que deixou como herança o respeito pelos princípios de transparência, igualdade social e defesa dos direitos humanos. 
A Conferência Episcopal do Equador confiou a Dom Julio Terán Dutari, bispo de Ibarra, a tarefa de recordar a pessoa, o ministério e a herança de Dom Proaño. Escreve Dom Terán Dutari: “entre todos os méritos de Dom Proaño, devo ressaltar o seu valor enorme de Pastor da Igreja, talvez controverso no passado, e reconhecido por todos indistintamente”. E cita uma declaração do Cardeal Pablo Muñoz Vega, seu contemporâneo ilustre, que afirmou: “Estamos diante de um bispo equatoriano e latino-americano de grande influência, dentro e fora do ambiente da Igreja".
Dom Proaño viveu o período de mudança depois do Concílio Vaticano II. Continua Dom Terán Dutari: “A Conferência do Episcopado latino-americano em Medellin foi a concretização do Evangelho e do Vaticano II, para aquele momento que vivia a América Latina. O seu anúncio: o amor preferencial pelos pobres. Para que entre eles possa agir Cristo ressuscitado, a fim de que os pobres possam construir uma nova comunidade de fé, esperança para todos. Este era o segredo de Dom Proaño: viver as riquezas de uma vida cristã comunitária, transformando a pobreza sociológica, com um autêntico espírito de pobreza evangélica... Dom Proaño até a sua morte foi um pastor fiel sob o impulso do Espírito Santo. Enfrentou sinais de sinais de contradição. Abriu estradas para discernir e continuar a ir adiante. E hoje permanece luminoso testemunho para aqueles que próximos ou longe, se mantêm vigilantes na esperança diante da passagem de Deus na história de nossos povos". (CE) (Agência Fides, 05/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Fri, 05 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>VATICANO - Bento XVI na Audiência Geral: “no coração da Igreja deve arder sempre um fogo ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16854&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Cidade do Vaticano (Agência Fides) – O testemunho missionário de São Domingos de Gusmão, fundador da Ordem dos Pregadores conhecidos como Frades Dominicanos, foi sublinhada pelo Santo Padre Bento XVI durante a Audiência Geral de quarta-feira, 3 de fevereiro. Nascido na Espanha, em Caleruega, no ano 1170, numa família nobre, Domingos se destacou por causa de seu interesse pelos estudos de Sagrada Escritura e pelo amor para com os pobres. Ordenado sacerdote, foi nomeado cônego do cabido da catedral de sua diocese de origem, Osma. O bispo de Osma, que estimava suas qualidades espirituais, o levou consigo ao norte da Europa, para cumprir algumas missões diplomáticas. “Viajando – recordou o Santo Padre – Domingos percebeu dois enormes desafios para a Igreja de seu tempo: a existência de povos que ainda não tinham sido evangelizados no sul do continente europeu e a dilaceração religiosa que enfraquecia a vida cristã no sul da França, onde a ação de alguns grupos heréticos incomodava e distanciava as pessoas da verdade da fé. A ação missionária com quem não conhecia a luz do Evangelho e a obra de reevangelização das comunidades cristãs se tornou as metas apostólicas que Domingos se propôs perseguir”.
Foi pedido a Domingos que pregasse ao grupo herético dos “Albigenses”. Domingos aceitou com entusiasmo esta missão, que realizou com o exemplo de sua existência pobre e austera, com o anúncio do Evangelho e com debates públicos. A esta missão de pregar a Boa Nova ele dedicou o resto de sua vida. "Os seus filhos teriam realizado também alguns sonhos de São Domingos: a missão ad gentes, ou seja, aos que ainda não conheciam Jesus, e a missão aos que viviam nas cidades, sobretudo universitárias, onde as novas tendências intelectuais eram um desafio para a fé dos cultos”.
Bento XVI evidenciou a atualidade da missão: “este grande santo nos recorda que no coração da Igreja deve sempre arder um fogo missionário, que conduz incessantemente a levar o primeiro anúncio do Evangelho e, onde for necessário, a uma nova evangelização: é Cristo, de fato, o bem mais precioso que os homens e as mulheres de nosso tempo e de todo lugar têm o direito de conhecer e amar! É consolador ver como também na Igreja de hoje tantos – pastores e fiéis leigos, membros de antigas ordens religiosas e de novos movimentos eclesiais – que com alegria dedicam sua vida por este ideal supremo: anunciar e testemunhar o Evangelho!”
Dois são os valores considerados indispensáveis por Domingos para o sucesso da missão evangelizadora: a vida comunitária na pobreza e o estudo. Domingos e os Frades Pregadores se apresentavam como mendicantes, ou seja, sem propriedade de terrenos a ser administrada, que os tornava assim mais disponíveis ao estudo e à pregação itinerante e constituía um testemunho concreto para as pessoas... Em segundo lugar, Domingos “com um gesto corajoso, quer deseja que seus seguidores adquiram uma sólida formação teológica”. Depois da morte de Domingos, ocorrida em 1221 em Bolonha, a Ordem dos Pregadores se difundiu em vários países da Europa. Domingos foi canonizado em 1234. Concluindo a sua catequese, Bento XVI sublinhou os dois meios indispensáveis que São Domingos de Gusmão indica para que a ação apostólica seja incisiva: a devoção mariana e o valor da oração de intercessão para o sucesso do trabalho apostólico. O papa, enfim, pediu a intercessão de Domingos de Gusmão para que Deus enriqueça sempre a Igreja “de autênticos pregadores do Evangelho”. (SL) (Agência Fides 4/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Thu, 04 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>VATICANO - Os bispos da Inglaterra e Gales em visita à Propaganda Fide rezam na capela onde o ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16855&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Cidade do Vaticano (Agência Fides) – Os bispos da Inglaterra e Gales, por ocasião de sua presença a Roma para a visita ad Limina Apostolorum no Pontificado de Bento XVI, realizada de 24 janeiro a 4 de fevereiro, os bispos da Inglaterra e Gales visitaram no dia 3 de fevereiro o Prédio de Propaganda Fide, que hospeda a Congregação para a Evangelização dos Povos e dos Secretariados Internacionais das Pontifícias Obras Missionárias, detendo-se em particular nos lugares ligados ao Cardeal John Henry Newman (1801-1890): a Capela dos Reis Magos e a Capela Newman. 
Os bispos, acompanhados pelo presidente da Conferencia Episcopal, o arcebispo de Westminster, Dom Vincent Nichols, e pelo cardeal-arcebispo emérito de Westminster, Cormac Murphy-O'Connor, foram acolhidos pelo Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, Cardeal Ivan Dias, pelo secretário do organismo missionário, Dom Sarah, e pelo secretário adjunto, Dom Piergiuseppe Vacchelli.
Depois de um encontro no qual foi tomada em consideração a situação da Igreja local e os desafios mais urgentes, os bispos, foram à Capela dos Reis Magos para a celebração da missa, concelebrada pelo Cardeal Dias, pelo Cardeal Murphy-O'Connor e pelo Arcebispo Nichols, que contou com a participação também dos oficiais da congregação. O presidente da Conferência Episcopal falou sobre o “constante chamado à conversão” que deve estar presente no coração de todo ser humano e que foi sentida muito claramente na vida  do Cardeal Newman, que se espera possa ser logo beatificado. Dom Nichols falou sobre a grande saudade sentida por Newman por uma “autoridade infalível e universal”, coisa que “no final o trouxe aqui”. De fato, Newman não só foi ordenado e celebrou a sua primeira missa na capela do prédio de Propaganda Fide, mas nele morou e frequentou os estudos no então Colégio Urbano que tinha aqui a sua sede. O arcebispo de Westminster definiu Newman “um convertido excepcional” e disse que estavam emocionados por estar ali naquele lugar onde se sentiam próximos a Newman. No final da missa, Dom Nichols sublinhou que a visita à Capela dos Reis Magos, lugar onde se realizou a ordenação como sacerdote católico de John Henry Newman, foi um “momento precioso” de sua visita a Roma e permanecerá para sempre marcada em sua memória. 
No final da celebração Dom Michael Campbell, bispo de Lancaster, disse à Agência Fides que “a próxima beatificação de John Henry Newman, um grande homem inglês, é um evento importante não somente para a Igreja Católica, mas no âmbito ecumênico, a partir do momento que é venerado por católicos e anglicanos, como estudioso, gentleman e santo”. (AR) (Agência Fides 4/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Thu, 04 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁFRICA/NIGÉRIA - “Estamos todos preocupados com a falta de poder criada pela ausência do ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16856&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Jos (Agência Fides) - “Os nigerianos estão muito preocupados e desorientados por causa do risco que se crie uma série ausência de poder” – disse à Agência Fides Dom Ignatius A. Kaigama, Arcebispo de Jos, na Nigéria, onde crescem as pressões sobre o presidente Umaru Yar’Adua para que peça demissão ou transfira seus poderes ao vice-presidente Goodluck Jonathan. O Chefe de Estado está internado numa clínica saudita desde novembro passado e não parece ser capaz de exercer suas funções, num momento delicado da vida política da Nigéria. Os confrontos de Jos (ver Fides 20/1/2010) e o anúncio do Movimento de Emancipação do Delta do Níger (MEND) de retirar a trégua no sul da Nigéria são eventos que pedem um governo firme e seguro do país. Por este motivo se multiplicam os apelos por parte de vários organismos e personalidades da Nigéria a fim de que Yar’Adua coloque em prática os procedimentos previstos pela Constituição em caso de ausência ou impedimento do presidente. No dia 3 de fevereiro, 17 principais jornais e meios de comunicação da Nigéria lançaram um apelo para que Yar'Adua, peça demissão ou transfira os poderes ao seu vice nos próximos sete dias. Se Yar'Adua não obedecer, será necessário iniciar no Parlamento um procedimento de impeachment.
“A transferência de poder ao vice-presidente não significa que o presidente uma vez restabelecido, não possa voltar a governar o país” – disse Kaigama. “Trata-se somente de uma medida temporária porque a Nigéria precisa urgentemente de uma direção política diante dos problemas que estão emergindo. É preciso reduzir a tensão que está subindo no país, conferindo plenos poderes presidenciais ao vice-presidente Jonathan, que caso contrário não poderá colocar em prática todas aquelas medidas necessárias para garantir a paz”.
“Cito um exemplo - continua Dom Kaigama - quando nos reunimos na Vila Presidencial para discutir sobre a situação de Jos (veja Fides 2/2/2010), o Vice-presidente não estava sentado na mesa presidencial, porque não lhe haviam sido conferidas, interinamente, as atribuições de Chefe de Estado: como Vice-presidente, tem poderes limitados”. 
Em relação a Jos, Dom Kaigama afirma que “a situação está melhorando dia após dia. Uma delegação da Christian Association of Nigeria (CAN) chegou para expressar a solidariedade de todos os cristãos da Nigéria com a população castigada pelos atritos”. 
No sul da Nigéria, em outubro passado, o MEND declarou uma trégua e aceitou a anistia oferecida pelo Presidente Yar’Adua. Os rebeldes afirmam que a ausência do Presidente impediu a aplicação da anistia e agora, ameaçam retomar as hostilidades.  (L.M.) (Agência Fides 4/2/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Thu, 04 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/HONG KONG - Depois de muitos anos, os Trapistas de Hong Kong festejam os votos perpétuos ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16857&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Hong Kong (Agência Fides) – O mosteiro dos trapistas cisterciences de Hong Kong dedicado a “Our Lady of Joy”, habitualmente dominado pelo silêncio e pela oração, celebrou no último dia 30 de janeiro, com uma grande festa, os votos perpétuos de dois monges. A alegria foi imensa, pois, depois de tantos anos, este mosteiro, que conta somente com monges idosos, recebeu duas novas vocações. Além disso, a profissão religiosa se realizou em plena celebração do Ano diocesano das Vocações Sacerdotais. Como afirmou o Abade dom Anastasius Li, diante de centenas de participantes do rito: “espero que todos se recordem especialmente das vocações da diocese, dos institutos religiosos e do mosteiro”. 
Segundo informa o Kong Ko Bao (boletim diocesano em versão chinesa), os dois monges, visivelmente comovidos, emitiram os votos diante da assembleia reiterando com firmeza seu compromisso de se dedicar à vida contemplativa “observando o silêncio, a oração, o trabalho e uma vida de santificação”. 
A abadia de Our Lady of Joy di Hong Kong goza de grande respeito na ilha e também no continente. Os 16 monges construíram com suas próprias mãos este mosteiro belíssimo, na montanha que antigamente era a região mais remota da ilha, e que foi concedida pela Administração de Hong Kong aos monges que fugiram do continente em 1950 levando consigo apenas o saio que vestiam. Com o seu duro trabalho e enorme dedicação, os monges transformaram este local num oasis espiritual da ilha, dominada por uma vida desregrada. 
Os trapistas cistercienes, fundados em 1098 em Citeaux, chegaram à China, na província de Hebei, em 1883 e fundaram a “Our Lady of Consolation Abbey”, o primeiro mosteiro cistercense na Ásia. Em 1928 fundaram o Our Lady of Joy Abbey, sempre em Hebei. A ordem foi dissolvida à força em julho de 1947 e o mosteiro foi destruído em agosto do mesmo ano. Os monges, porém, não se renderam e em 1947, transferiram-se para a cidade de Cheng Du, na província de Si Chuan, e para Hong Kong em 1950, com os 16 monges restantes, que reconstruíram a Our Lady of Joy Abbey. Em 1986 foi aberto o mosteiro The Holy Mother of God a Nan Tou em Taiwan. Hoje, no mosteiro de Hong Kong vivem 17 monges: 9 sacerdotes e 8 irmãos. (NZ) (Agência Fides 04/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Thu, 04 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>AMÉRICA/HAITI - O apelo de Dom Dumas, presidente da Caritas Haiti: “As pessoas precisam de uma ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16858&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Roma (Agência Fides) – “As primeiras ajudas efetivas depois do terremoto foram distribuídas pelo pessoal da Igreja Católica, a partir do Núncio e pelas diversas comunidades religiosas que estão em todo o país. Assim também com os socorros médicos: os serviços de saúde dos religiosos socorreram a população nos primeiros dias logo após o terremoto”: foi o que disse Dom Pierre-André Dumas, Bispo de Anse-a-Veau e Presidente da Caritas Haiti, respondendo à pergunta da Agência Fides no final da coletiva de imprensa, na sede da Comunidade de Santo Egídio, em Roma, no dia 3 de fevereiro.
O Presidente da Caritas Haiti descreveu a situação na ilha, propôs algumas idéias para a reconstrução e lançou um apelo ao Presidente dos Estados Unidos. Aos jornalistas, o Bispo disse que a imprensa pode transformar a tragédia deste momento em uma ajuda solidária para o ‘pós-tragédia’, a fim de que não se torne uma “emergência esquecida”. 
Eis alguns dados fornecidos pelo Bispo: mais de 180.000 mortos, mais de 185.000 feridos, mais de 200 mil desaparecidos; uma comunidade de religiosas, as Filhas de Maria, perdeu 15 religiosas; um milhão e 500 mil pessoas vagam no interior do país. Muitas pessoas e famílias inteiras estão ainda traumatizadas e se sentem mal toda vez que a terra treme, o que acontece continuamente. Na capital, 75% das casas estão destruídas, mas há cidades também no interior do país onde tudo foi destruído e isso não é mais notícia. As pessoas começam a migrar rumo a Canadá, França e Estados Unidos. Para quem fica, é difícil encontrar gêneros essenciais como arroz, feijão, e massas. Não existem mais supermercados, hospitais e estruturas do governo. Perdeu-se tudo, inclusive arquivos de documentos; não há mais pontos de referência. 
“Mas os haitianos são pessoas de dignidade, querem se reerguer” – disse ainda o Presidente da Caritas Haiti. A reação do povo ao desastre, todavia, não é violenta, e isto é importante porque a polícia perdeu a metade de seus agentes, muitos morreram e os sobreviventes estão empenhados em organizar suas famílias. “O povo precisa de uma mão amiga – disse ainda o Bispo. Chega de palavras sobre este calvário. Basta com as polêmicas. Este deve ser um momento de reflexão. O problema agora é o amanhã: o ensino está paralisado porque não há mais escolas, as 15 principais igrejas de Porto Príncipe não existem mais, começando pela Catedral; não existem mais casas para os sacerdotes e religiosos que eram encarregados destas paróquias. Devemos reconstruir e pensar se é o caso de começar tudo do zero. Devemos levar em conta a Igreja local, pois há Instituições que podem canalizar as ajudas. Um cálculo preliminar indica que serão precisos cerca de 30 milhões de euros para o empreendimento. Atenção: resolver não significa fazer tudo no lugar dos haitianos”. 
Sobre o trabalho da Caritas, o Bispo reafirmou que se deve agir “de modo rápido e eficiente”, e prossegue: “por isso, pedimos que a ajuda não seja militarizada, é o momento da gratuidade. Vi médicos norte-americanos e cubamos trabalhar juntos, e isto diz tudo. Nosso país vizinho nos ajudou muito, Santo Domingo doou enormes quantidades de ajudas alimentares e de todos os gêneros, mas nem todos sabem que para os dominicanos, os haitianos sempre foram considerados levemente inferiores”. Dom Dumas destacou ainda: “é preciso que o povo do Haiti seja protagonista de sua história, Haiti merece respeito”. Em seguida, lançou um apelo ao Presidente dos Estados Unidos e vencedor do prêmio Nobel da Paz, Barak Obama, para que os EUA façam “mais”, por sua vizinhança geográfica e que o Presidente Obama use toda a sua autoridade para efetivar as ajudas. (CE) (Agência Fides 04/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Thu, 04 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>AMÉRICA/REPÚBLICA DOMINICANA - “Triunfo da vida” na nova Constituição da República Dominicana</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16859&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Santo Domingo (Agência Fides) – A nova Constituição da República Dominicana garante o direito à vida desde o momento da concepção até a morte natural. A assessoria de imprensa da Conferência Episcopal da República Dominicana informou a Agência Fides que “depois de uma longa batalha com os grupos pró-aborto e contra os interesses internacionais que pressionavam o governo a fim de que a nova Constituição aprovasse o direito de matar (aborto), a vida triunfou”. “A Igreja Católica – prossegue o texto – havia se transformado em oposição, e por isso, recebeu criticas e foi alvo de sarcasmos, mas no final, Deus permitiu que a vida, desde o momento da concepção até a morte natural, seja respeitada em nossa Constituição”. 
Após uma discussão de quase sete meses no parlamento, e em seguida, na Assembleia Nacional de Revisão, foi aprovada a nova Constituição da República Dominicana, que sustenta e “defende a vida desde a concepção até a sua morte natural”. Depois do anúncio oficial do presidente da Assembleia, Reinaldo Pared Pérez, o presidente da República Dominicana, Leonel Fernández, declarou que a nova Constituição é a “Constituição do século XXI”. 
A nova Constituição Dominicana que penaliza o aborto entrou em vigor no dia 26 de janeiro, dia de Juan Pablo Duarte (o principal “Pai da Pátria” Dominicana) e foi aprovada pelo Congresso Nacional Dominicano. A defesa da vida foi uma das questões mais debatidas durante a assembléia, que finalmente aprovou o artigo 37 da Carta, que afirma que “o direito à vida é inviolável desde sua concepção até a morte. Não pode ser estabelecida, nem pronunciada e aplicada, em nenhum caso, a pena de morte”. (CE) (Agência Fides, 04/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Thu, 04 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁFRICA/ETIÓPIA - Terminada a Cúpula da UA: dentro dos trabalhos as crises na Somália e ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16843&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Adis Abeba (Agência Fides) – O conflito na Somália, a manutenção da paz no Sudão e a crise política em Madagascar foram os temas principais da Cúpula da União Africana que se concluiu em 2 de fevereiro, em Adis Abeba, capital da Etiópia.
Segundo o presidente da Comissão da UA, Jean Ping, no Sudão “foram realizados progressos notáveis na aplicação do Acordo de Paz inclusivo de 2005, mas os grandes desafios pedem uma atenção contínua por parte da comunidade internacional. O Sudão se apressou a fazer eleições presidenciais e parlamentares sobre a independência do sul do Sudão. É a eventualidade de uma vitória dos defensores da independência sudanesa a preocupar os observadores internacionais. “Devemos trabalhar com os responsáveis sudaneses para promover a paz no país” – ressaltou o Comissário da Paz e da Segurança da UA, Ramtane Lamamra, enquanto o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, se manifestou a favor da manutenção da unidade do Sudão. “Fazemos isto respeitando plenamente a vontade dos povos sudaneses, mas devemos em todo caso tornar atraentes a unidade do país” – afirmou Ban. Das declarações dadas à imprensa por expoentes sudaneses emerge a consciência que o sul do Sudão está se encaminhando rumo à independência. Segundo um funcionário sudanês a função da comunidade internacional deveria ser a de garantir um pacífico período pós-referendo.
A UA pediu “ao regime ilegal de Madagascar de finalizar as tentativas de impor soluções unilaterais à crise” ameaçando a imposição de sanções. O homem forte da ilha, Andry Rajoelina, afirmou que as eleições legislativas se realizarão em março próximo, finalizando as negociações com outros movimentos políticos malgaxes (ver Fides 17/12/2009).
Em relação à Somália durante a Cúpula da IGAD (Autoridade intergovernamental para o Desenvolvimento, que reagrupa 6 países do leste da África), público um comunicado no qual expressa preocupação pela extensão das ações dos grupos terroristas somalis nas regiões relativamente estáveis do Somaliland e do Puntland (ver Fides 1/2/2010).
O presidente do Maláui, Bingu wa Mutharika, foi eleito pela UA, no lugar do líder líbio Khadafi. O novo presidente da UA declarou que entre as prioridades de seu mandato estão, a segurança alimentar do continente, o desenvolvimento das infra-estruturas e da energia. (L.M.) (Agência Fides 3/2/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Wed, 03 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁFRICA/QUÊNIA - A celebração no Quênia dos 100 anos das Missionárias da Consolata</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16844&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Nairóbi (Agência Fides) - “É verdade que, como Missionárias da Consolata, vocês viveram o desejo de seu fundador: proclamar o amor de Deus” – afirmou Dom Peter Kairo, arcebispo de Nyeri (Quênia), ao festejar os 100 anos da presença das Missionárias da Consolata, em Mathari, Nyeri, no dia 30 de janeiro. Segundo a Agência CISA de Nairóbi, cerca de cinco mil fiéis participaram da missa de Ação de graças. 
Dom Kairo reiterou que o amor de Deus impulsionou as religiosas a deixar seus países e ir ao Quênia para se colocar a serviço dos outros. O arcebispo de Nyeri citou o exemplo de irmã Irene Stefani, “Nyaatha”, cuja sepultura foi abençoada antes da missa, sublinhando a sua dedicação “de levar conforto aos doentes, não somente de Nyeri, mas também da paróquia de Gikondi onde morreu”. Dom Kairo citou como, exemplo vivo, Irmã Graziella Paladin, 81 anos, que trabalha ainda servindo os detentos do cárcere local.
A Irmã Jacinta Theuri, Superiora regional das Missionárias da Consolata no Quênia, em sua intervenção definiu a celebração jubilar “um evento especial que marca o nosso renascimento, é um novo início. Viemos 100 anos atrás, hoje estamos aqui e queremos olhar adiante para mais 100 anos. Se Missionárias da Consolata não significa ser uma irmã, um sacerdote o um irmão, significa ser uma pessoa que experimentou o amor de Cristo profundamente em sua vida”. 
Irmã Jacinta acolheu a ocasião, em nome de todos os padres, irmãos e irmãs da Consolata, para pedir perdão a quem sofreu de qualquer modo por algo feito pelos Missionários da Consolata. “Pedimos perdão porque queremos recomeçar um novo século com esta palavra de perdão. Penso que quando aprendemos a perdoar, nós nos tornamos verdadeiros portadores de consolação”.
Na cerimônia estava presente a Prêmio Nobel da Paz, a professora Wangari Maathai, que estudou com as Irmãs da Consolata. “A minha missão na vida é recordar às pessoas que fazemos parte do ambiente. A missão dos Missionários da Consolata é consolar e nos reconciliar com o ambiente”.
As Missionárias da Consolata são uma congregação internacional fundada em 29 de janeiro de 1910 em Turim pelo bem-aventurado Giuseppe Allamano (dez anos depois os Missionários da Consolata). Desde 1913 estão presente no Quênia. Hoje a Congregação é composta por 746 membros, presentes em todo o mundo dos quais 700 professas, 38 junioras e 8 noviças. No Quênia a Congregação tem 80 irmãs que trabalham em sete dioceses: Mombasa, Nyeri, Marsabit, Maralal, Embu, Meru e Nairobi. (L.M.) (Agência Fides 3/2/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Wed, 03 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
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            <title>ÁSIA/ÍNDIA - Os deslocados cristãos de Orissa, um opróbrio a ser escondido</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16845&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Bhubaneswar (Agência Fides) – Prossegue o grande sofrimento dos deslocados cristãos de Orissa, vítimas das violências anticristãs em agosto de 2008. Como comunica à Agência Fides, a Igreja em Orissa, os deslocados foram atingidos e ultrajados duas vezes: a primeira quando foram expulsos dos povoados por causa da fúria dos grupos fundamentalistas hinduístas que incendiaram suas casas e roubaram suas propriedades; a segunda aconteceu nestes dias, enquanto o governo local de Orissa finalmente autorizou a visita de uma delegação de representantes da União Europeia (UE) no distrito de Kandhamal, teatro de violências anticristãs. 
A presença dos deslocados acampados nas estradas, as suas evidente condições de marginalização e miséria, a absoluta falta de toda assistência social, o estado de abandono em que vivem, teria sido sinal evidente da responsabilidade e indiferença do governo local diante desta penosa situação. Os funcionários civis decidiram limpar novamente a área que será visitada pela delegação da UE, de 4 a 5 de fevereiro.
E assim cerca de 100 pessoas de 21 famílias pobres, de 11 povoados cristãos atualmente organizados em barracas, onde e esforçam para sobreviver – são obrigados a abandonar rapidamente a cidade de G Udaigiri, onde se estabeleceram depois das ondas de violência.
A Igerja local disse à Fides: “são pessoas que estão vivendo no desespero: não podem voltar para seus povoados porque foram abusivamente ocupados pelos fundamentalistas hinduístas, que continuam a ameaçá-los; tiveram que deixar de improviso os campos de deslocados, fechados pelo governo; são rejeitados e marginalizados nos povoados ou nas cidades onde buscam acolhimento e socorro. Continuam a sofrer vexações, ameaças e violências”. Agora, a presença deles não é desejada pelo governo de Orissa que à delegação da UE pretende mostrar somente as casas reconstruídas, contando como área de Kandhamal voltou completamente à normalidade e à harmonia. 
“A situação é muito grave. Escrevemos uma carta à Comissão Nacional para as Minorias, a fim de assinalar mais esta, certeira de violação dos direitos humanos destes deslocados cristãos e cidadãos indianos” – disse à Agência Fides John Dayal, responsável do All India Christian Council, organismo ecumênico que defende os direitos das minorias religiosas na Índia. “Atualmente não existem notícias para onde foram transferidos os deslocados. É preciso recordar que mais da metade das 5.600 casas destruídas ou queimadas em Kandhamal devem ser ainda reconstruídas. No entanto, ninguém se preocupa em arrumar alojamento para estas pessoas, primeiro instrumento para uma sobrevivência digna, e a educação de seus filhos”. (PA) (Agência Fides 3/2/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Wed, 03 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/COREIA DO SUL - Aos filhos de Dom Orione a assistência aos imigrantes de Changwon: ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16846&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Changwon (Agência Fides) - “No dia 2 de fevereiro, Festa da Apresentação do Senhor no Templo e Dia da Vida Consagrada, um discreto e ao mesmo tempo grande evento se realizo em Changwon, cidade costeira da Coreia do Sul: a entrada de uma comunidade de Dom Orione nesta nação asiática": são as palavras proferidas pelo superior-geral da Pequena Obra da Divina Providência, Dom Flavio Peloso, no ato da assinatura da convenção com o bispo de Masan, Dom Han Myeong Ok, no encontro na cidade de Changwon. O bispo confiou aos filhos de Dom Orione a assistência e a pastoral dos numerosos imigrantes que chegam para trabalhar na cidade industrial de Changwon, um milhão de habitantes, que vivem em condições muito precárias e de grande necessidade.
Atualmente, os orionianos usufruirão de sua missão dos ambientes de um centro social da diocese e viverão num apartamento de um grande condomínio popular. "Há dez anos a abertura na Coréia esteve antes no desejo e depois na programação no quatro do desenvolvimento na Ásia, depois das Filipinas e Índia" – disse ainda o superior-geral. "Agora se tornou realidade. Depois dos contatos pessoais, depois da primeira inserção em 2006-2007, agora os dois confrades coreanos Pe. Bernardo Seo Young-Tae e Pe. Andrea Kim Tae Gun e o clérigo bielo-russo Yury Prakapiuk formam a primeira comunidade residente na Coréia". (SL) (Agência Fides 3/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Wed, 03 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/GIAPPONE - “Blogs vocacionais” para suscitar entusiasmo pelo sacerdócio e a vida religiosa</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16847&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Tóquio (Agência Fides) – A centelha de uma vocação pode nascer na Internet. É o que afirma a nova ‘task-force’ dedicada à pastoral vocacional, recentemente instituída pela Igreja japonesa. Como informado à Agência Fides pela Conferência Episcopal, trata-se de um grupo de pessoas que devem monitorar o setor das vocações ao sacerdócio e à vida consagrada em todo o Japão, procurando soluções para os problemas mais evidentes, delineando perspectivas e propondo orientações práticas para dar um impulso às vocações em terras nipônicas. A equipe é presidida pelo Arcebispo de Osaka, Dom Jun Ikenaga, e pelo Bispo de Nagoya, Dom Jun’ichi Nomura, e composta por sacerdotes, teólogos, especialistas religiosos e leigos.
A comissão partiu de uma análise da situação, identificando as raízes mais profundas da carência vocacional no Japão, causada principalmente pela cultura individualista e materialista que não deixa espaço à dimensão transcendental do homem. 
Entre os meios identificados para alastrar o campo do apostolado e da promoção vocacional, prevê-se a abertura de “blogs vocacionais” na Internet, e a busca de novos espaços na mídia tradicional: espera/se que uma nova abordagem possa gerar entusiasmo e um novo despertar de vocações no Japão. 
(PA) (Agência Fides 3/2/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Wed, 03 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/CHINA - Com o XI° Curso de Evangelização, a paróquia de Fu Shun iniciou as atividades de ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16848&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Fu Shun (Agência Fides) – “O dogma, princípio da evangelização; a espiritualidade, alma da evangelização; a Sagrada Escritura, instrumento de evangelização; os Sacramentos, raiz da evangelização”: estes foram os temas abordados no XI° Curso de Evangelização na paróquia de Fu Shun, na diocese de Liao Ning, com o objetivo de promover a evangelização através da ativa participação de todos. 
Segundo as informações enviadas à Agência Fides, em uma semana de estudos, de 18 a 23 de janeiro, mais de 270 paroquianos, provenientes de 7 distritos, reuniram-se para estudar e trocar idéias, com 6 sacerdotes, 8 religiosas e 3 seminaristas. 
Dom Pei Jun Min, Bispo da diocese de Liao Ning, presidiu a abertura do Curso, encorajando todos para que “assumam a missão segundo a própria vocação”. 
O pároco, pe. Wang Jian Xin, explicou: “Com esta iniciativa, abrimos as atividades de evangelização do ano 2010. Aqueles que freqüentaram o Curso levarão aquilo que compartilhamos a todas as comunidades eclesiais de base, para amplificar a evangelização”. 
A paróquia de Fu Shun, com mais de 7.000 fiéis, é uma comunidade muito ativa. No início do ano, 80 Ministros extraordinários da comunhão e Catequistas receberam o mandato durante uma solene celebração. A Congregação do Sagrado Coração de Jesus, fundada em 1941, conta hoje cerca de sessenta religiosas ativas na pastoral, na evangelização e no serviço social, principalmente no campo da saúde. 
(NZ) (Agência Fides 03/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Wed, 03 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>AMÉRICA/ARGENTINA - Em andamento o Curso Internacional de Missiologia</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16849&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Buenos Aires (Agência Fides) – Está em andamento o Curso Internacional de Missiologia organizado para o Cone Sul “João Paulo II”, que teve início em 25 de janeiro na sede nacional das Pontifícias Obras Missionárias (POM). O XXVIII Curso de Missiologia se concluirá no dia 13 de fevereiro e estão participando cerca de 60 pessoas de todo o país: sacerdotes, religiosos, seminaristas e leigos. Estão presentes também estudantes de Chile, Uruguai, Paraguai e Venezuela, alem de missionários de diversas nacionalidades (Brasil, Colômbia e Indonésia). O Curso foi aprovado pela Pontifícia Universidade Urbaniana e conta com o apoio da Conferencia Episcopal Argentina, por meio da Comissão Episcopal para as Missões. 
Segundo as informações enviadas à Agência Fides, a cerimônia de abertura foi presidida pelo Diretor nacional das POM na Argentina, padre Osvaldo Pablo Leone, e por Victorina Ramos, coordenadora do Centro de Missiologia para o Cone Sul “João Paulo II”, que depende da Pontifícia União Missionária (PUM). Estavam presentes também os Missionários dos Sagrados Corações de Jesus e Maria, e da Paróquia de Nossa Senhora das Dores. 
De acordo com os responsáveis, o curso oferece um espaço para a formação individual, além de convidar também para compartilhar um patrimônio de experiência missionária em fraternidade, no estudo, na oração e na missão, “ao lado de outros irmãos de diversas expressões culturais que, fiéis a Jesus, continuam a acreditar que n’Aquele que é o Caminho, a Verdade e a Vida”. (CE) (Agência Fides 03/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Wed, 03 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>AMÉRICA/BOLÍVIA - Na festividade da Apresentação de Jesus, teve início a Missão Permanente para ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16850&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Cochabamba (Agência Fides) – A Arquidiocese de Cochabamba prossegue o próprio caminho de evangelização enviando discípulos missionários de sua comunidade eclesial. Na bse deste empenho, existe a convicção de que “somos todos missionários”, mesmo que façamos escolhas de vida diversas, e temos a consciência de nosso papel na vida e na missão da Igreja. Com estas motivações, todos os agentes pastorais foram convidados para o lançamento da Missão Permanente, que teve lugar no dia 2 de fevereiro às 19h na Catedral Metropolitana de Cochabamba.
A celebração foi aberta em 3 locais diferentes: a Paróquia da Compañia, onde se reuniram todos os leigos provenientes das paróquias da Arquidiocese, na Paróquia de São Domingos, onde se encontraram os sacerdotes, e no Centro Franciscano, onde se concentraram todos os representantes da Vida Consagrada. Dali, partiram três procissões em direção da Catedral. 
A Arquidiocese de Cochabamba tem 32.306 km2 e compreende 13 das 16 províncias do Departamento (divisão política), com o mesmo nome. Os habitantes na área da Arquidiocese são 1.266.314 (dados de 2002). A Arquidiocese tem 66 paróquias, 28 das quais encontram-se na província de Cercado, capital do departamento, e formam a "Vicaria Episcopal Ciudad", enquanto as outras estão distribuídas no resto das províncias que constituem a Arquidiocese e formam quatro Vicariatos Episcopais: Ayopaya-Capinota, Sacaba-Chapare Valle Alto e Valle Bajo. (CE) (Agência Fides, 03/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Wed, 03 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>AMÉRICA/ESTADOS UNIDOS - Publicados os Atos do Primeiro Fórum Internacional sobre Migrações e Paz</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16851&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Nova York (Agência Fides) – Nos dias 29 e 30 de janeiro, realizou-se em Antigua, Guatemala, o Primeiro Fórum Internacional sobre Migrações e Paz, organizado pelo Scalabrini International Migration Network (SIMN), organização sem fins de lucro e apolítica da Congregação dos Missionários de São Carlo, os Escalabrinianos (conhecidos como Carlistas, no Brasil). O evento se realizou ao redor do tema “Fronteiras: Muros ou Pontes?”. Nos dois dias do Fórum, os 218 participantes dividiram suas experiências, ações e idéias para promover uma convivência realmente humana e pacífica no respeito dos direitos humanos em nível internacional e com atenção especial para as Américas. Entre os participantes, estavam representantes de governos e organizações internacionais, sociais, eclesiásticas, centros acadêmicos e da mídia, políticos, especialistas em matéria de imigração, organizações de migrantes, e alguns vencedores de Prêmios Nobel da Paz, como a guatemalteca Rigoberta Menchú, o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Médicos Sem Fronteiras e o ACNUR. Os trabalhos do Fórum foram publicados em dois volumes, em espanhol e inglês. Cópias da publicação estão disponíveis no Scalabrini International Migration Network (SIMN), 27 Carmine Street. Nueva York, NY 10014-4423. E-Mail: secretary@simn-cs.net 
(SL) (Agência Fides 3/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Wed, 03 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁFRICA/MADAGASCAR - Renúncia do Bispo de Mahajanga e sucessão</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16852&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Cidade do Vaticano (Agência Fides) – No dia 2 de fevereiro de 2010, o Santo Padre Bento XVI aceitou a renúncia ao governo pastoral da diocese de Mahajanga (Madagascar), apresentada por Dom Joseph Ignace Randrianasolo, em conformidade com o can. 401 § 2 do Código de Direito Canônico. Seu substituto é Dom Roger Victor Rakotondrajao, Coadjutor da mesma diocese. 
(SL) (Agência Fides 3/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Wed, 03 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁFRICA/ BURQUINA FASO - Nomeação do Bispo de Ouahigouya</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16853&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Cidade do Vaticano (Agência Fides) – Em 2 de fevereiro de 2010, o Santo Padre Bento XVI nomeou como Bispo da diocese de Ouahigouya (Burquina Faso) o Rev. Justin Kientega, do clero de Koudougou, Ecônomo da diocese.
O Rev. Justin Kientega nasceu em 7 de julho de 1959 na paróquia de Temnaoré, diocese de Koudougou. Após a escola fundamental, entrou no Seminário Menor de Koudougou; em seguida no Seminário maior de Ouagadougou e em Koumi, em Bobo-Dioulasso. Foi ordenado sacerdote em 25 de julho de 1987 para a diocese de Koudougou. Depois da ordenação, ocupou os seguintes cargos: 1987-1992: Vigário paroquial em St. Alphonse di Rèo; 1988-1992: Capelao diocesano da Infância Missionária; 1992-2002: Pároco da Catedral de Koudougou; 2002-2007: Estudos para a Láurea em Pastoral da Saúde no Instituto Camillianum em Roma; 2007-2008: Vigário da paróquia Notre Dame de la Réconciliation de Burquina em Koudougou; desde 2008: Ecônomo da diocese e Capelão do Centro hospitalar regional de Koudougou. A Diocese de Ouahigouya, erigida em 1958, é sufragânea da Arquidiocese de Ouagadougou, tem 19.126 kmq e 1.200.000 habitantes, dos quais 100.000 católicos. 62 sacerdotes (53 diocesanos, 9 Fidei Donum), 13 irmãos religiosos, 99 religiosas e 15 seminaristas maiores atuam na Diocese. (SL) (Agência Fides 3/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Wed, 03 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁFRICA/NIGÉRIA - Encontro sobre a crise de Jos: “um encontro profícuo de onde emergiu que a ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16837&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Jos (Agência Fides)- “Foi um encontro positivo e profícuo” – disse à Agência Fides Dom Ignatius A. Kaigama, Arcebispo de Jos, que participou de um encontro na residência presidencial de Abuja, com o vice-presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, sobre os conflitos perpetrados em 17 de janeiro em Jos, a capital do Estado de Plateau (ver Fides 20/1/2010). No encontro participaram, além do governador do Estado de Plateau e a várias personalidades locais, também alguns importantes expoentes nacionais, entre eles Dom John Onaiyekan, Arcebispo de Abuja e Presidente Christian Association of Nigeria (CAN), órgão que reúne as principais confissões cristãs da Nigéria. Dom Kaigama descreve com estas palavras à Fides o encontro: “Tivemos um encontro muito franco e direto, em que cada um pôde expressar a amargura, a raiva e os temores da própria comunidade, que seja cristã ou muçulmana. “Deste modo entendemos melhor as recíprocas posições e as causas profundas da crise. Posso afirmar que do debate emergiu que a religião não é a causa dos conflitos. As causas reais das tensões e das violências são sociais, políticas, étnicas, econômicas e até mesmo de confrontos entre personalidades diferentes. Quando se ataca uma igreja ou uma mesquita o faz porque ambos são o símbolo mais evidente da comunidade que se deseja atingir, mas não enquanto local de culto”. Em sua intervenção o vice-presidente Jonathan (que de fato exercita as funções de Chefe de Estado porque o presidente Presidente Umaru Yar'Adua está internado desde novembro num hospital no exterior) sublinhou que o Estado de Plateau é um Estado que serve ligação entre o norte muçulmano e o sul cristão e que “mesmo no passado tenham existido alguns conflitos sociais de menor entidade, o que vimos recentemente é constrangedor e devemos examinar juntos como finalizar tudo isto”. No final do encontro foi criado uma comissão de 15 personalidades (entre eles Dom Kaigama) para buscar uma solução definitiva na crise atual do Estado de Plateau. Dom  Kaigama faz para a Agência Fides uma avaliação sobre qual contribuição podem oferecer os líderes religiosos ao problema: "os chefes religiosos devem impedir que quando se manifestam tensões entre as comunidades, a religião é instrumentalizada". "É preciso intervir a fim de restabelecer a paz, evitando usar uma linguagem que provoque as pessoas e pregar a paz e a reconciliação". (L.M.) (Agenzia Fides 2/2/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Tue, 02 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁFRICA/CONGO RD - A solidariedade da Igreja de Isiro para com as vítimas dos guerrilheiros do LRA</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16838&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Kinshasa (Agência Fides) – A comunidade católica de Isiro, situada nordeste da República Democrática do Congo, participou no domingo dia 31 de janeiro a uma procissão e a uma Santa Missa para recordar e rezar pelas vítimas dos rebeldes ugandenses do LRA (Exército de Resistência do Senhor), como ato de solidariedade para com aqueles que foram feridos, torturados e seqüestrados pelos rebeldes, e para chamas a atenção da opinião pública e das autoridades sobre este grave problema. Há vários anos os rebeldes ugandenses na região atacam povoados indefesos. Na ausência do bispo de Isiro, Dom Julian Andavo Mbia, presidiu a Santa Missa Dom Dieudonné Abakuba, vigário episcopal, concelebrada por uma dezena de sacerdotes, na presença de oitocentos fiais. "Estamos reunidos, para a celebração eucarística e para comemorar os nossos irmãos vítimas do LRA e para expressar a nossa solidariedade a todos aqueles que sofrem" – ressaltou Dom  Abakuba em sua homilia. Não sabemos por que isto esta acontecendo hoje, mas podemos ver estes episódios com a luz da fé. Que o Senhor abra o coração das autoridades do país a fim de que busquem soluções. Muitas pessoas abandonaram seus povoados por causa do medo de novos ataques, os mortos ficaram lá, sem serem sepultados. Ninguém gosta de ser um deslocado. Devemos ajudar os nossos irmãos que carregam o peso deste sofrimento. Estamos reunidos aqui para partilhar com os nossos irmãos, a dor e os bens que temos. O que recebemos do Senhor não é somente para nós, mas serve para o bem de todos. "Abramos os nossos corações e nossas mãos para aliviar os sofrimentos dos outros. Somos chamados a viver na comunhão e na compreensão". Em seu testemunho, Pe. Tatsima Baldwin, responsável pela Caritas diocesana, sublinhou": os deslocados são pessoas como nós, que por causa dos rebeldes do LRA perderam os filhos, o cônjuge, os pais, a propriedade, a casa. De alguns que se refugiaram na floresta, não sabemos quais foram os seus destinos". Em 2 de fevereiro, se abriu uma conferência inter-religiosa sobre a crise provocada pelo LRA, convocada por Marcel Utembi Tapa, Arcebispo de Kisangani (ver Fides 30/1/2010). (L.M.) (Agência Fides 2/2/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Tue, 02 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>AMÉRICA/REPÚBLICA DOMINICANA - O Cardeal Lopez Rodriguez: o povo dominicano continua a acolher ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16839&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Santo Domingo (Agência Fides) – A Agência Fides recebeu uma mensagem do Cardeal Arcebispo de Santo Domingo e Presidente da Conferência Episcopal da República Dominicana, Dom Nicolas de Jesús Lopez Rodriguez, no qual relata a situação do país-“irmão” do Haiti, depois do terremoto: a destruição de grande parte da cidade de Porto Príncipe e a enorme quantidade de mortos e feridos. “Em relação aos feridos – escreve o Cardeal – embora as equipes estrangeiras e os médicos tenham assistido muitas pessoas no local, continuam a chegar a diversos hospitais, clínicas e outras instituições da República Dominicana, adultos, adolescentes e crianças que precisam de cirurgias, tratamentos clínicos, medicamentos e hospitalização. Foi realmente uma obra admirável de solidariedade do povo dominicano com o povo irmão do Haiti. Sobre o trabalho da Igreja, seja as duas Arquidioceses de Santo Domingo e Santiago, como as outras nove dioceses, foram ativas em todos os momentos; muitos grupos paroquiais foram ao Haiti levando pessoal para ajudar os sem-testo e os enfermeiros, houve numerosas coletas de dinheiro; entregamos à Conferência Episcopal do Haiti 100.000,00 US$, além de diversas coletas de gêneros alimentícios, remédios, água potável, roupas, etc., que foram enviados por várias instituições” – escreve o Cardeal Lopez Rodriguez.&#8232;Apesar da carta ter sido escrita antes da reunião com os Bispos do Haiti em Porto Príncipe, em 29 de janeiro, o Cardeal se faz porta-voz de uma realidade sem precedentes: a ajuda imediata da República Dominicana à nação vizinha. Ainda hoje, grande parte dos socorros por via terrestre entrou da República Dominicana, e além disso, o povo dominicano demonstrou uma solidariedade exemplar. A voz da Igreja Católica, no testemunho do Arcebispo de Santo Domingo, foi a maior peça da grande obra deste país, que divide a mesma ilha do terremoto. (CE) (Agência Fides, 02/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Tue, 02 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>AMÉRICA/HAITI - O Núncio Apostólico acompanhou os Bispos da República Dominicana a rezar diante ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16840&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Porto Príncipe (Agência Fides) – O Núncio Apostólico no Haiti, o Arcebispo Bernardito Auza, falou à Agência Fides sobre o encontro dos Bispos da Republica Dominicana com os Bispos do Haiti, que se realizou poucos dias atrás, para expressar a efetiva solidariedade e manifestar sem empenho em ajudar o povo do Haiti depois do terremoto de 12 de janeiro. Sexta-feira, 29 de janeiro, o Cardeal Arcebispo de Santo Domingo e Presidente da Conferência Episcopal da República Dominicana, junto com outros cinco Bispos e o Reitor da universidade católica "Mater et Magistra" encontraram-se com os Bispos haitianos para expressar seu pesar e solidariedade. O avião no qual viajavam chegou às 8.15h. “Acompanhei-os ao aeroporto – relata o Arcebispo Auza a Fides – em seguida os levei à sede da Conferência Episcopal do (CEH) e por volta das 9,10h, teve início o encontro. O Presidente da CEH e Arcebispo de Cap-Haitien, Dom Louis Kebreau, sdb, tomou a palavra, e depois, foi a vez do Cardeal de Santo Domingo, com um discurso formal. Pouco depois, foi entregue um cheque de 100.000 US$ como uma ajuda da Igreja do país vizinho”. Alguns Bispos haitianos tomaram a palavra. Na troca de idéias, todos os Bispos da República Dominicana falaram, assegurando a ajuda continua em víveres e outras coisas, para ajudar a reconstrução do país. Os Bispos dominicanos demonstraram muito interesse sobre a questão da colocação futura dos 240 seminaristas sobreviventes (de 256), alguns gravemente feridos, pois os dois seminários maiores (filosofia e teologia) foram destruídos. Depois do encontro, a delegação visitou o túmulo do Arcebispo de Porto Príncipe, Dom Joseph Serge Miot, e fizeram uma oração comum. O Núncio Apostólico acompanhou depois os hóspedes a visitar a parte devastada de Porto Príncipe, sobretudo as sedes institucionais, estatais e governamentais, e também o local no qual surgia a Catedral e o Arcebispado. O comentário dos Bispos foi unânime: “A destruição foi total”. A visita durou pouco mais de cinco horas. O avião partiu para Santo Domingo às 14h. A Agência Fides agradece ao Núncio por seu testemunho de Porto Príncipe. (CE) (Agência Fides, 02/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Tue, 02 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>OCEANIA/AUSTRÁLIA - Um novo Relatório para a tutela das minorias aborígines</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16841&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Sydney (Agência Fides) – Reduzir a presença dos aborígines nos cárceres australianos; proteger a linguagem indígena e sustentar o desenvolvimento das comunidades aborígines locais: são as ações-mestres do novo Relatório do Conselho para Direitos Humanos na Austrália, organismo governamental que conduziu um inquérito sobre as condições e perspectivas das comunidades aborígines australianas. Os resultados do estudo, enviados à Agência Fides, foram apresentados ao Parlamento australiano, que se comprometerá a prosseguir o caminho do desenvolvimento econômico e social dos aborígines e de sua progressiva integração no tecido social australiano, conservando, todavia, a própria identidade cultural. Atualmente, os aborígines na sociedade australiana são cerca de 470.000. O governo, com o auxilio de numerosas ONGs e um forte empenho da Igreja Católica, lançou programas de desenvolvimento humano, educação e solidariedade para contribuir no crescimento e no desenvolvimento da comunidade. O empenho do governo australiano segue as recomendações oferecidas pelo recente Relatório da ONU sobre a condição dos povos indígenas no mundo (“State of the World’s Indigenous People”). Segundo o documento, mais de 370 milhões de indígenas no mundo vivem na pobreza e sofrem privações nos campos da saúde, instrução e do respeito aos direitos humanos, e é dever do governo intervir para promover seus direitos humanos, econômicos e sociais. (PA) (Agência Fides 2/2/2010 righe 27 parole 274)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Tue, 02 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA - A mulher na Ásia, entre violência e pobreza, encontra força na Eucaristia</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16842&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Daca (Agência Fides) – “A violência contra as mulheres é muito difundida no sul da Ásia. A pobreza das mulheres é grandíssima. Nas sociedades dos países do sul da Ásia o preconceito e a discriminação das mulheres estão na cultura dominante. "A religião cristã, em particular a fé católica, são para as mulheres um caminho para recuperar a sua dignidade, auto-estima e identidade": é o que afirma numa conversa com a Agência Fides Virginia Saldhana, responsável pelo departamento dedicado às mulheres, no âmbito do Departamento do Laicato e a Família da Federação das Conferências Episcopais da Ásia (FABC), num recente seminário da FABC dedicado ás mulheres no sul da Ásia. Do Fórum, que se realizou em Daca (Bangladesh), e intitulado “Mulheres que vivem a Eucaristia no sul da Ásia", participaram religiosos, leigos, e várias mulheres católicas do país. O seminário focalizou os principais problemas que afetam a condição feminina, encorajando as Igrejas locais a responderem com compromisso aos desafios colocados pela falta de direitos e dignidade das mulheres. "Procuramos explicar às mulheres que elas podem viver a Eucaristia com um sentido e um significado novo: não somente como refúgio para seus sofrimentos, mas como fonte de força para agir na promoção humana e social de sua condição" – explica à Fides Virginia Saldhana.&#8232;“Empenhar-se e tomar iniciativa muitas vezes causam riscos. Mas da Eucaristia as mulheres podem obter coragem de ser pão repartido para os outros" – acrescenta, como explicaram as experiências proferidas por várias mulheres no encontro. "Refletimos sobre a vida de Maria e sobre como a Virgem viveu a Eucaristia em sua vida. O seu exemplo foi de forte impacto sobre todas as mulheres que participavam do evento, que apreciaram o modelo de Maria como mulher que fala a elas no século XXI ” - ressalta a responsável da FABC. “As mulheres cristãs são parte essencial da missão da Igreja e para elas, viver a vida cristã plenamente significa também levar avante sem temor a causa de sua dignidade” - destaca Dom Saldanha.&#8232;“Nós queremos encorajar todas as Igrejas locais na Ásia e valorizar o papel fundamental da mulher na missão da Igreja: na família, na comunidade, na pastoral eclesiástica, no diálogo inter-religioso” – conclui. (PA) (Agência Fides 2/2/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Tue, 02 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>VATICANO - Bento XVI no Ângelus: “a caridade é o distintivo do cristão”. ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16828&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Cidade do Vaticano (Agência Fides) – “Enquanto estamos neste mundo, a caridade é o distintivo do cristão. É a síntese de toda a sua vida, daquilo que crê e faz. Por isto, no início de meu pontificado, quis dedicar a minha primeira Encíclica ao tema do amor: Deus caritas est”. Assim, o Santo Padre Bento XVI comentou, domingo, 31 de janeiro, antes do Ângelus, o chamado “hino à caridade” do apostolo Paulo, proclamado nas leituras da Missa do dia. “No final, quando nos encontraremos face a face com Deus – disse o Papa – todos os outros dons faltarão; o único eterno será a caridade, porque Deus é amor e nós seremos semelhantes a Ele, em comunhão perfeita com Ele”. 
Após a oração mariana, Bento XVI recordou o dia dedicado aos doentes de Hanseníase com estas palavras: “O último domingo de janeiro é o Dia Mundial dos Doentes de Hanseníase. Meu pensamento dirige-se espontaneamente a Padre Damiano de Veuster, que deu a vida por estes irmãos e irmãs, e que, em outubro passado, proclamei santo. À sua celestial proteção confio todas as pessoas que infelizmente ainda hoje sofrem por esta doença, assim como todos os agentes de saúde e os voluntários que se esforçam para que exista um mundo sem lepra. Em especial, saúdo a Associação Italiana Amigos de Raoul Follereau”.
Em particular, o Papa chamou a atenção para duas iniciativas ligadas ao tema da Paz, recordando o segundo Dia de Intercessão pela Paz na Terra Santa e a "Caravana da paz" dos jovens da Ação Católica de Roma. Dois deles, que estavam próximos do Santo Padre, leram uma mensagem de paz e em seguida, libertaram duas pombas.  (SL) (Agência Fides 1/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Mon, 01 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁFRICA/NIGÉRIA - “As raízes da crise de Jos, uma primeira análise: documento da associação dos ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16829&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Abuja (Agência Fides) - “As contínuas crises no estado de Plateau são episódios profundamente traumáticos, embaraçosos e prejudiciais para os moradores” – afirma uma declaração da Christian Association of Nigeria (CAN, organismo que reúne as principais confissões cristãs da Nigéria) do estado de Plateau, sobe os incidentes de 17 de janeiro em Jos, capital do estado (veja Fides 20/1/2010). O relatório, enviado à Fides, é assinado por Dom Ignatius A. Kaigama, Arcebispo católico de Jos e Presidente do CAN de Plateau, e pelo reverendo Chuwang C. Davou, Secretário do CAN de Plateau.
“Estamos profundamente amargurados pelo fácil recurso à violência e condenamos todas as ações que provocam a perda de vidas humanas e a destruição de propriedades. A Igreja sustenta que o governo deve empreender passos decididos para aprofundar e analisar as causas da crise e conduzir diante da justiça os autores das violências” – afirma o comunicado. 
“A Igreja do estado de Plateau sempre trabalhou para manter a paz, nunca provocou nem iniciou uma crise, e continuará a rezar, a ensinar, a aconselhar, a invocar, a buscar e a promover, com todos os meios, a coexistência pacífica”. 
O documento recorda que “em casos de violência, em outras partes da Nigéria setentrional, a Igreja sempre foi alvo e vítima de ataques sectários. Por anos, aguardou que a justiça seguisse seu curso, em vão”. 
O documento convida à prudência ao relançar, de modo acrítico, as notícias difundidas até o momento sobre a crise: “As verificações feitas pelo CAN sobre a recente crise revelam que boa parte dos resultados divulgados pelos grupos envolvidos, pelas pessoas atingidas e pela mídia, local e internacional, refletem pouco a verdade, que está sendo buscada intensamente”. 
“Nossas investigações preliminares – continua o documento – demonstram que um incidente que poderia ter sido facilmente resolvido foi mal administrado, com a conseqüente evolução da violência. Além disso, ao invés de acalmar a situação, recebemos relatos que indicam que os homens da segurança, de modo especial o exército, tomaram a defesa de uma das partes, o que piorou a situação”. “Em geral, apreciamos e agradecemos os agentes de segurança que atuaram para recuperar um clima de tranqüilidade em Jos e arredores”. 
Por outro lado, o documento considera “apressada e insensível em relação à frágil paz” a transferência do chefe de polícia de Jos, logo após a crise. 
O CAN lamenta também o emprego de divisões militares em substituição da polícia para restabelecer a ordem em Jos, porque “a polícia é constitucionalmente encarregada de preservar a lei e a ordem em uma ordem civil e democrática”. A Nigéria, no passado recente teve uma série de governos militares e somente há alguns anos a democracia foi restabelecida. 
O documento sugere, enfim, uma série de medidas para evitar a continuação da violência, entre as quais: a identificação e a pacificação das áreas de crise; a identificação dos fatores políticos da crise, que se escondem, certas vezes, por detrás de motivações religiosas e étnicas; o fim das prisões arbitrárias e a libertação dos inocentes, para levar diante da justiça os responsáveis pela violência. (L.M.) (Agência Fides 1/2/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Mon, 01 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁFRICA/SOMÁLIA - Os países vizinhos temem uma extensão do conflito somali às áreas até agora ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16830&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Mogadíscio (Agência Fides) - Enquanto continuam a chegar da capital somali, Mogadíscio, notícias de novos atritos, os países limítrofes expressam preocupação por uma eventual extensão do conflito a áreas até agora poupadas pela violência. 
“Os grupos terroristas ampliaram recentemente suas operações, atingindo áreas relativamente estáveis como Somaliland e Puntland” - afirma um comunicado do IGAD (Autoridade inter-governamental para o Desenvolvimento, que reúne 6 países da África do leste), publicado às margens da Cúpula da União Africana que se realiza em Addis Abeba (Etiópia).
A IGAD “apela às autoridades de Somaliland e Puntland para que coordenem sua resposta e trabalhem em estreita união com o governo de transição somali, para enfrentar a ameaça comum representada pelos Shebab e Hezb al-Islam”. São dois grupos islâmicos que se opõem ao governo de transição (instalado em Mogadíscio e reconhecido pela comunidade internacional), que controlam boa parte da Somália centro-sul. Puntland, região centro-norte, tem administração autônoma do resto do país. Somaliland corresponde ao território da ex-colônia britânica, no norte do país, que foi unido à ex-Somália italiana em 1960 para formar um Estado unitário, que se dissolveu com a queda do ditador Siad Barre em 1991. Justamente naquele ano, Somaliland proclamou a independência, não reconhecida pela comunidade internacional. Os dois territórios até agora gozaram de uma relativa paz e estabilidade, embora Puntland seja base de piratas que tornam inseguros o Golfo de Aden e uma ampla área do Oceano Indiano. 
Entretanto, continuam os confrontos em Mogadiscio, onde 12 civis perderam a vida e outras 55 pessoas ficaram feridas em um atrito com armas de fogo no distrito de Suqa Holaha, entre os capacetes azuis da União Africana e um grupo de rebeldes islâmicos. (L.M.) (Agência Fides 1/2/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Mon, 01 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/QUIRGUISTÃO - O Reino de Deus no coração da Ásia: “As novas restrições não tocam a pequena ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16831&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Bishkek (Agência Fides) – As novas restrições sobre a liberdade religiosa, aplicadas nos últimos dias pelo governo do Quirguistão “não tocam a pequena Igreja Católica do país, que prossegue seu caminho, no cuidado pastoral dos fiéis, nas obras sociais e humanitárias” – diz à Agência Fides Dom Nikolaus Messmer, Sj Administrador Apostólico do Quirguistão. 
O governo divulgou um novo regulamento sobre a presença e a atividade dos grupos religiosos no país. A nova lei prevê que cada grupo, para ser registrado oficialmente e portanto, para atuar legalmente, deve possuir no mínimo 200 fiéis. Esta medida coloca em dificuldade algumas denominações cristãs de área protestante, que contam pequenos grupos de fiéis. Mas gerou protestos também por parte de grupos muçulmanos (inclusive pequenos), que querem abrir novas mesquitas e escolas islâmicas. O chefe da Comissão governamental para religiões, Kanibek Osmonaliyev, explicou que o governo quer sobretudo, controlar e limitar a proliferação de seitas, sejam elas de qualquer crença religiosa. 
“Certo, o número de católicos ainda é muito baixo. Somos menos de mil em todo o país, e em maioria, os fiéis são de origem polonesa ou alemã. Recordo também que muitos cidadãos católicos de descendência alemã, nos anos passados, deixaram o país e retornaram à Europa, o que fez reduzir ainda mais o número de católicos. Mas, em todo caso, não temos problemas com as autoridades civis; somente algumas dificuldades na emissão de vistos para os missionários, que devem ser renovados a cada seis meses”. 
A pequena comunidade católica no país “continua em seu caminho, trabalhand,  sobretudo, pela assistência espiritual e pelo cuidado pastoral dos fiéis. Além disso, estamos engajados em trabalhos sociais e trabalho humanitário, ajudando quem tem necessidade, sem alguma discriminação”.
Os recursos são de qualquer forma limitados: a Igreja em Kyrgyzstan, cerca de cinco milhões de habitantes, tem 6 sacerdotes, 2 religiosos e 4 religiosas. São dois sacerdotes de nacionalidade kyrgysa, os outros são missionários. “Devemos crescer, com a ajuda da Providência, para levar a Boa Nova do Reino de Deus no coração da Ásia” – concluiu o administrador. (PA) (Agência Fides 1/2/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Mon, 01 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ÁSIA/FILIPINAS - Fiéis em Cristo, ativos na sociedade, tradicionais e ao mesmo tempo modernos: ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16832&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Manila (Agência Fides) – A figura do sacerdote tradicional, mas também inclinado à modernidade emergiu no Congresso do Clero Filipino, que se concluiu no dia 31 de janeiro passado, em Manila. No Ano Sacerdotal, a Igreja filipina quis reunir todo o clero nacional num congresso para reexaminar os desafios do sacerdócio hoje e oferecer novas motivações aos sacerdotes de toda a nação. 
Da assembleia, que viu convocar em Manila mais de 5.500 sacerdotes de todas as dioceses, participaram expoentes da Igreja Universal como o Cardeal Claudio Hummes, Prefeito da Congregação para o Clero, e Pe. Raniero Cantalamessa, pregador da Casa Pontifícia.
Em cinco dias de escuta, reflexão, oração, debate sobre o tema “Fidelidade a Cristo, fidelidade ao sacerdócio”, a Igreja filipina traçou a identidade do sacerdote que é chamado a testemunhar Cristo na história de hoje, em particular no território das Filipinas, com os seus problemas, desafios e contradições. 
“Foi uma nova Pentecoste não somente para o clero, mas para toda a Igreja das Filipinas”, “uma oportunidade para refletir sobre o nosso ministério e sobre o nosso compromisso” – ressalta a nota enviada à Fides por um dos participantes do Congresso. 
O Ano Sacerdotal “oferece a todos os sacerdotes uma oportunidade para aprofundar e reforçar o próprio discipulado à sequela de Cristo” – sublinhou o Cardeal Hummes em seu pronunciamento. 
A assembleia delineou a figura de um sacerdote que esteja atento às necessidades espirituais dos fiéis e à vida sacramental, sobretudo, mas que busque do “reservatório da Eucaristia” para uma vida de compromisso ético e social que ofereça um ponto de referência luminoso na sociedade filipina, tão necessitada de valores como a honestidade, transparência, reconciliação, paz e solidariedade. 
Não foi transcurado foi o tema da evangelização através das novas tecnologias e internet, com referência à recente mensagem do Papa Bento XVI. O sacerdote de hoje reza, escuta, dialoga e escreve usa il mouse. (PA) (Agência Fides 1/2/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Mon, 01 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
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            <title>AMÉRICA/GUATEMALA - Mensagem dos bispos no final da assembleia anual: o futuro dos ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16833&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Cidade da Guatemala (Agência Fides) – Depois de se reunir em assembleia de 25 a 29 de janeiro de 2010, os bispos da Guatemala publicaram um documento conclusivo intitulado: “vivemos a caridade na verdade” enviado à Agência Fides. Durante o encontro os bispos avaliaram os dois anos que passaram e elegeram o Conselho Permanente da Conferência Episcopal da Guatemala (CEG): Presidente é Dom Pablo Vizcaíno, vice-presidente é Dom Rodolfo Valenzuela, Secretário foi eleito Dom Bernabé Sagastume. 
O documento inicia agradecendo todos aquiles que se empenham, de forma silenciosa, na ação pastoral: sacerdotes, religiosos, religiosas e leigos, de modo especial os catequistas. Apresentando a situação do país, os bispos afirmam que o “número de homicídios diminuiu. Motoristas de ônibus, mulheres, inteiras famílias foram assassinadas, em alguns casos de modo selvagem e com extrema crueldade “. Os bispos prosseguem: “mesmo se a lei sobre as armas e as munições tenha sido emanada, não foi colocado em ação um efetivo desarmamento, e em muitas partes do país homens armados exercem o controle sobre a população, segundo a própria vontade e capricho”.
No documento se ressalta que a situação sanitária é ainda muito precária e na área rural subsistem amplas camadas de pobreza. Os bispos convidam a aplicar o Evangelho para cessar a violência, e recordam: “a pobreza na Guatemala é o resultado de um sistema em que o Estado protege os interesses dos poucos em detrimento do benefício da maioria. Este sistema gera desigualdade e exclusão. O plano originário de Deus era o projeto de harmonia entre o Criador, a humanidade e a criação”.
“Depois de reiterar que “como Igreja, temos a responsabilidade e o dever de propor os princípios que protegem a vida dos homens e das mulheres da Guatemala”, os bispos indicam a este propósito 6 pontos importantes: tomar rapidamente iniciativas para novas leis, desenvolver um modelo integral para a promoção do bem comum, recordar que a finança pública se oriente no modelo do bem comum, considerar outras medidas na atividade mineraria, aprovar a lei de desenvolvimento rural, todos os guatemaltecos fundam o seu futuro na liberdade, na justiça, na verdade e na solidariedade para ter uma paz duradoura. 
O documento, que se concluiu invocando a bênção do “Santo Cristo Negro”, tem a data de 29 de janeiro e a assinatura do Presidente da CEG Dom Pablo Vizcaíno Prado e do Secretário, Dom Bernabé Sagastume. (CE) (Agência Fides, 01/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Mon, 01 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
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            <title>AMÉRICA/PARAGUAI - &quot;A piedade popular no documento de Aparecida; missão continental nos ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16834&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Assunção (Agência Fides) – o objetivo é partilhar, analisar e refletir sobre o trabalho pastoral realizado no âmbito da piedade e sobre a sua capacidade de promover o estudo sobre a piedade popular e os Santuários na cultura latino-americana, da perspectiva bíblica, catequética, litúrgica e missionária da Igreja. O bispo de Iquique no Chile, Dom Marco Antonio Ordenes, responsável do setor de Piedade Popular e Santuários do CELAM, convidou os reitores de Santuários da Região Cone Sul, a participarem da reunião sobre o tema "A piedade popular no Documento de Aparecida; Missão Continental nos Santuários da região e a partir deles". O Departamento de Missão e Espiritualidade do CELAM programou este encontro de 24 a 27 de maio de 2010, que se realizará na Casa Marianella em Atyrá, no Paraguai.
O Santo Padre sublinhou a "rica e profunda religiosidade popular, na qual aparece a alma dos povos latino-americanos", e a definiu como "precioso tesouro da Igreja católica na América Latina". O pontífice incentivou, portanto, a promoção e a proteção desta tradição popular religiosa. Este modo de expressar a fé está presente de várias formas em todos os setores sociais, numa grande quantidade de pessoas que merecem o nosso respeito e afeto, porque a piedade "mostra uma sede de Deus que somente os simples e os pobres podem conhecer". A religião do povo latino-americano è a expressão da fé católica. "Trate-se de um catolicismo popular, profundamente inculturado, que contém a dimensão mais preciosa da cultura latino-americana" (DA 258). "O peregrino que vive a experiência de um mistério que o supera, não somente a transcendência de Deus, mas também da Igreja, que transcende a sua família e o seu bairro. No Santuário, muitos peregrinos tomam decisões que marcam suas vidas. Essas paredes contem muitas histórias de conversão, de perdão,  de graças alcançadas, que milhões de fiéis poderiam contar".  (DA 260). (CE) (Agência Fides, 01/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Mon, 01 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
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            <title>AMÉRICA/HAITI - A situação das comunidades religiosas depois do sismo</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16835&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Porto Príncipe (Agência Fides) – A Conferência Haitiana de Religiosos fez um primeiro balanço, ainda parcial, da situação das comunidades religiosas depois do sismo, que foi enviado á Agência Fides. Trazemos as seguintes informações: Clérigos de São Viator: Vila Manrese e a casa de Grand Goave destruídas; Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo: as casas foram seriamente danificadas, uma religiosa morreu, Irmã Brigitte Pierre; Filhas da Sabedoria: casas e escolas destruídas, 6 religiosas morreram e um empregada; Filhas de Maria: escolas e casas destruídas, 13 irmãs morreram, entre elas a superiora provincial, e 3 empregadas; Filhas de Maria Auxiliadora: casas e escolas destruídas; Filhas de Maria Rainha Imaculada: casa e escola destruídas, 2 irmãs mortas e 8 garotas mortas; Frades Menores: casa destruída; Irmãos do Sagrado Coração: casa e escolas destruídas; Irmãos da Educação Cristã: a casa provincial e 3 escolas destruídas, 2 religiosos mortos; Missionários do Sagrado Coração: casa de Filosofia destruída; Monfortanos: casa, escola e igreja destruídas, 11 vítimas; Oblatos de Maria Imaculada: casa destruídas; Pequenas Irmãs de Santa Teresa: 2 casas e 5 escolas destruídas; 4 irmãs, 7 professores e 60 alunos mortos; Padres da Santa Cruz: casa destruída, 1 morto; Pequenos Irmãos de Santa Teresa: 5 casas destruídas, 2 religiosos mortos; Salesianos: casa e escola destruídas, 3 vítimas; Irmãs da Caridade de São Luis: casas danificadas; Irmãs de São Francisco de Assis: casas danificadas, colégio destruído; Irmãs de São José de Cluny: casa e escola destruída; Irmãs de Santa Ana: casa e escola destruídas, 1 religiosa morta; Dominicanas da Apresentação: casa destruída. Irmãs de Cristo Marie Alphonse: orfanato escola destruídas; Missionárias da Imaculada Conceição: casa e escolas destruídas; Espiritanos: casa e escolas destruídos, 1 morto: Irmãs de St. Hyacinthe: casa, noviciado e escolas destruídos; Religiosas de Jesus e Maria: casa destruída; Sociedade do Sagrado Coração: casa destruída; Maristas: casa destruída; Missionários de Scheut: casa destruída; Missionários do Coração Imaculado de Maria: casa destruída. (SL) (Agência Fides 1/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Mon, 01 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
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            <title>AMÉRICA/MÉXICO - Confirmação do Diretor Nacional das Pontifícias Obras Missionárias</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16836&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Cidade do Vaticano (Agência Fides) – O Cardeal Ivan Dias, Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, em 15 de janeiro de 2010 confirmou no cargo de Diretor Nacional das Pontifícias Obras Missionárias no México para mais um qüinqüênio (2009-2014) o Rev. Guillermo A. Morales Martinez. A nomeação decorreu em 16 de julho de 2009. (S.L.) (Agência Fides 01/02/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Mon, 01 Feb 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>VATICANO - Dia Mundial dos Hansenianos: desenvolver e reforçar estratégias de luta contra a ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16821&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Cidade do Vaticano (Agência Fides) – Um apelo à comunidade internacional e as autoridades de cada Estado foi lançado pelo presidente do Pontifício Conselho para os Agentes de Saúde. Dom Zygmunt Zimowski, em sua mensagem pela 57º Dia Mundial dos Hansenianos, que se celebra neste domingo, “convidando a desenvolver e reforçar as necessárias estratégias de luta contra a lepra, tornando-as mais eficazes, sobretudo, onde o número de novos casos é ainda elevado. Tudo isso sem transcurar as campanhas de educação e sensibilização capaz de ajudar, as pessoas infectadas e seus familiares a saírem da exclusão e a obterem assistências necessárias”.
No texto se recorda que o Dia Mundial dos Hansenianos, instituído por Raoul Follereau, “não é somente um dia de reflexão sobre as vítimas desta devastadora doença, mas é, sobretudo, um dia de solidariedade com os irmãos e irmãs que sofrem por causa de tal doença”. Segundo os dados mais recentes da Organização Mundial da Saúde, em 2009, foram registrados mais de 210 mil novos casos, aos quais se acrescenta inúmeras pessoas infectadas, mas não identificadas ou até agora sem assistência. Os países mais atingidos estão na Ásia, na América do Sul e na África. A Índia apresenta o maior número de pessoas infectadas depois do Brasil. Registram-se também numerosos casos na Angola, Bangladesh, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Indonésia, Madagascar, Moçambique, Nepal e Tanzânia.
“Em todas as épocas e todas as civilizações, o leproso foi sempre marginalizado, sem ter alguma forma de vida social, condenado a ver o próprio corpo se desfazer até chegar à morte”. A este propósito o presidente do Pontifício Conselho para os Agentes de Saúde cita o compromisso de Follereau, de instituições e organismos, e excepcional trabalho de São Damião de Veuster e tantos outros santos e homens de boa vontade, para “superar os comportamentos negativos contra os leprosos, promovendo a dignidade e os direitos e ao mesmo tempo um amor universal em favor do próximo”.
Existem em nossos dias “eficazes curas conterá a lepra”, todavia o morbo de Hansen continua a se propagar por diferentes motivos, entre eles “a indigência individual e coletiva, muitas vezes por causa da falta de higiene, a presença de outras doenças que debilitam o organismo, a alimentação insuficiente ou a fome crônica e a falta de acesso imediato a assistência médica. No plano social, persiste ao mesmo tempo, o medo que, por causa da ignorância, acrescentam a pesada estigma ao já terrível fardo que a lepra comporta mesmo depois da cura”.
Na conclusão da mensagem, Dom Zimowski agradece de coração “as Igrejas locais e as várias realidades religiosas, missionárias e não, pelo que fizeram por eles", agradecem também "aos consagrados e consagradas, leigos e leigas, além da Organização Mundial da Saúde, associações e organizações não-governamentais anti-lepra, os numerosos voluntários e todas as pessoas de boa vontade que cuidam da assistência aos leprosos restituindo a eles dignidade, alegria e o orgulho de serem tratados como seres humanos”. (S.L.) (Agência Fides 30/1/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Sat, 30 Jan 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
        </item>
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            <title>VATICANO - O compromisso da Igreja missionária em favor dos doentes de hanseníase nos cinco ...</title>
            <link>http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=16822&amp;lan=por</link>
            <description><![CDATA[Cidade do Vaticano (Agência Fides) – A 57º Dia Mundial dos Doentes de Hanseníase que se celebra neste domingo, 31de janeiro, chama a atenção sobre esta doença, hoje curável, e convida à solidariedade para com os irmãos e irmãs que foram atingidos. A Igreja missionária tem uma longa tradição de assistência para com estes doentes, muitas vezes abandonados também por seus familiares, e sempre forneceu a eles, além de assistência médica e assistência espiritual, também possibilidades concretas de recuperação e reinserção na sociedade. É ainda grave em muitos países a discriminação contra os doentes, porque muitos ainda pensam que a doença seja incurável e por causa das mutilações provocadas pela doença. 
Segundo as cifras fornecidas pelo último Anuário Estatístico da Igreja publicado, a Igreja administra no mundo 521 leprosários. Esta a divisão por continente, indicando entre parênteses a nação com o maior número de centros: África: 186 (R.D.Congo 31); América: 38 (total), América central: 4 (México), América central Antilhas: 7 (Haiti 4), América do Sul: 27 (Brasil 12); Ásia: 293 (Índia 220); Europa: 3 (Itália, Bélgica, Espanha); Oceania: 1 (Papua Nova Guiné). (S.L.) (Agência Fides 30/1/2010)]]></description>
            <author>Agenzia Fides</author>
            <pubDate>Sat, 30 Jan 2010 14:00:00 +0100</pubDate>
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