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2014-05-07

AMÉRICA/MÉXICO – Nos últimos 6 anos, mais de 42 mil pessoas desapareceram involuntariamente

Cidade do México (Agência Fides) – A violência gerada nos últimos 6 anos no México incrementou também as violações de direitos humanos. Um exemplo deste fenômeno é o desaparecimento forçado, até hoje, de 42 mil e 300 pessoas, das quais quase 16 mil mortas e não identificadas. A Comissão Nacional de Direitos Humanos (CNDH) declarou que se trata de quase 15 mil casos a mais em relação aos constatados pelo Governo no ano passado. Das pessoas desaparecidas, 37% são consideradas mortas não identificadas e 726 desapareceram de modo forçado e involuntário. Um estudo elaborado pela Secretaria do Governo para estabelecer as estratégias do Programa Nacional de Direitos Humanos 2014-2018 revela que no México foram assumidas muitas medidas neste campo, principalmente nos últimos seis anos, especialmente em relação às pessoas desaparecidas. A Secretaria declarou que em junho de 2013 haviam sido denunciados 27 mil e 500 desaparecimentos entre 2006 e 2012, cifra que chegou a 42 mil e 300 em 2014, ou seja, 14 mil e 800 a mais. Destas, um terço são consideradas mortas. O número atual, reconhecido oficialmente, corresponde quase às 42 mil e 759 pessoas desaparecidas até março de 2012 em 82 países de todo o mundo. (AP) (7/5/2014 Agência Fides)

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