ÁFRICA/ETIÓPIA - Ninguém deve mais morrer durante o parto: novo projeto de saúde pública para reduzir a mortalidade materna e infantil

Segunda, 7 Maio 2012

Wolisso (Agência Fides) - Acaba de ser inaugurado em Wolisso, na Etiópia, um novo projeto de saúde pública para reduzir a mortalidade materna e infantil em 4 países africanos. Financiado pela cooperação italiana, e lançado em janeiro de 2012 pela organização Médicos com a África, Cuamm, o serviço foi lançado pelo Health post de Walu Soma, uma das 86 unidades periféricas que operam no território de Wolisso, oferecido também para as comunidades remotas. A cerimônia de abertura continuou no Hospital São Lucas, fundado em 2000, como dom da Conferência Episcopal Italiana à Igreja na Etiópia, e realizado e dirigido pelo Cuamm, efetua anualmente mais de 74 mil consultas ambulatoriais, cerca de 10 mil internações e 3 mil partos. Muitas intervenções e muitos líderes dos setores público e privado sem fins lucrativos para alcançar um objetivo comum: ninguém deve mais morrer de parto. Um compromisso num território de mais de um milhão de habitantes, dentre os mais pobres do mundo. "Dar à luz em casa deve ser uma escolha, não uma necessidade dolorosa por falta de dinheiro ou serviços", disse o ministro da saúde etíope, agradecendo pela grande iniciativa. Até o Presidente da Conferência Episcopal da Etiópia e da Eritreia, Dom Souraphiel Berhaneyesus Dmerew, expressou a necessidade de dar prioridade para mães, crianças, pobres, além da gratidão por este novo programa, garantindo uma melhor cooperação entre governo e Igreja. (AP) (7/5/2012 Agência Fides)


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