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America

2004-04-15

AMÉRICA/BRASIL - “Diante dos desafios da sociedade globalizada, queremos ser uma Igreja missionária, e assumir um compromisso concreto de missão na Amazônia”. São os empenhos finais da VI Assembléia Nacional dos Organismos do Povo de Deus, no Brasil

Belo Horizonte - Minas Gerais (Agência Fides) - Em conclusão da VI Assembléia dos Organismos do Povo de Deus, que se realizou de 26 a 28 de março, foi escrita uma Carta a ser enviada aos irmãos e irmãs da Igreja, no Brasil. O documento, datado de 28 de março de 2004, foi assinado pelos Representantes da CNBB-Conferência Nacional dos Bispos do Brasil; CND-Comissão Nacional de Diáconos; CNIS-Conferência Nacional dos Institutos Seculares; CRB-Conferência dos Religiosos do Brasil; CNP-Comissão Nacional dos Presbíteros; CNLB-Conselho Nacional dos Leigos do Brasil.
No documento, os representantes relevam que os projetos do 17° Plano Bienal, como proposta para a atuação das Diretrizes de Ação Evangelizadora, “expressam a imagem e o dinamismo da Igreja no Brasil, atenta aos apelos e às exigências do momento histórico atual”. Os projetos mais apreciados pelos participantes se orientam para a construção de uma sociedade de paz, para a superação do problema da miséria e da fome; a missão na Amazônia, a formação política dos leigos e leigas, e em especial, ao Projeto Nacional de Evangelização, que tem como título : “Queremos ver Jesus: Caminho, Verdade e Vida”.
Segundo os participantes, “à luz do tema da Assembléia ‘Juntos na Missão’, nos sentimos chamados a assumir a realização dos projetos em cada realidade local, como sinais proféticos e de esperança; queremos ser uma Igreja engajada na promoção da dignidade das pessoas, na renovação da comunidade e na construção de uma sociedade solidária”.
O ponto central da carta são os compromissos assumidos pela Igreja na Assembléia, para enfrentar os desafios da sociedade globalizada, da economia liberalista e das profundas transformações sociais do momento: “Nos comprometemos em ser uma Igreja missionária, engajada concretamente na missão na Amazônia; em testemunhar a comunhão, através de uma participação empenhada na Campanha de Evangelização; em ser uma Igreja ‘que serve’, solidária na construção de uma sociedade de paz e no esforço de eliminar a miséria e a fome; em cultivar o espírito de partilha das riquezas espirituais entre cristãos. Promovendo a Campana da Fraternidade Ecumênica e de diálogo; em intensificar a formação dos cristãos leigos para uma ação política baseada em valores evangélicos”. (R.Z.) (Agência Fides 15/4/2004)

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