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Bangkok (Agência Fides) - As agências Caritas, fundadas
recentemente na Ásia, não só têm necessidade
de ajudas financeiras mas também de apoio em termos de
solidariedade e de conselhos da parte das agências com uma
longa experiência. Isto emergiu de uma reunião que
se realizou em Bangkok (Talilândia) no início de
fevereiro, organizada pela Caritas Ásia que coordena o
trabalho das diversas agências nacionais na Ásia.
Estavam presentes em Bangkok delegados de Timor Leste, Cazaquistão,
Mongólia, Myammar, Nepal, Tailândia e Uzbequistão:
Países onde foram recentemente fundadas agências
Caritas ou onde se projeta uma sua próxima abertura. Entre
as agências consolidadas estavam presentes delegados da
Alemanha, Japão, Noruega, Polônia, Espanha e Estados
Unidos.
Os representantes das novas agências Caritas nos países
asitáticos fizeram presente, em todo o caso, que muitas
vezes nos seus países a população é
de tal modo pobre que não se pode contar com um seu contributo
significativo em termos financeiros; além disso também
as Igrejas locais têm com freqüência necessidade
de ajudas financeiras simplesmente para poderem existir. O Presidente
de Caritas Ásia, Mons. Joseph Vianney Fernando, que dirige
a diocese de Kandy, no Sri Lanka, sublinhou a respeito disso a
necessidade da solidariedade da parte dos Países asiáticos
menos pobres.
Os delegados dos Países onde as agências Caritas
estão consolidadas há muito tempo, expressaram a
sua vontade de ajudar as novas agências a passarem, em termos
práticos, de uma simples relação "doadores-beneficiários"
a uma "efetiva responsabilidade da parte de cada uma das
agências".
Segundo dados fornecidos pela Caritas Internationalis, que coordena
o trabalho das agências católicas no mundo inteiro,
a confederação atualmente é composta de 154
membros presentes em 198 Estados ou territórios a serviço
do desenvolvimento e para fornecer ajudas humanitárias
aos necessitados (MS).
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