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Cidade do Vaticano (Agência Fides) - O " 50ª
Jornada Mundial dos doentes de Lepra" que se celebra no domingo,
26 de janeiro, centenário do nascimento de Raoul Follereau,
renova a preocupação em relação aos
problemas ligados à pobreza, à marginalização
e à desigualdade, ainda dramaticamente presentes em muitas
nações do mundo.
Segundo as estatísticas difundidas pela AIFO ( Associação
Italiana Amigos de Raoul Follereau, ONG empenhada em 30 países
do mundo) em 2001 foram registrados 760.695 novos caos de lepra,
mais de um por minuto. 73% dos doentes vivem na Índia,
Brasil e é o segundo país do mundo por número
de novos casos, seguido por Nepas, Indonésia, Myanmar,
Nigéria, moçambique, Nigéria, Congo. Na Itália
se registram 10/12 novos casos por ano. Existe uma cura resolutiva
mas, depois de mais de um século do descobrimento do agente
patogênico, não está ainda disponível
uma vacina . Quatro milhões de pessoas foram clinicamente
curadas pela doença, mas permanecem consideradas como inválias.
Dez milhões de pessoas estão marcadas pela doença.
A Igreja missionária tem uma longa tradição
de assistência em relação a estes doentes,
freqüentemente abandonados pelos próprios familiares,
oferecendo-lhes assistência espiritual, assistência
médica e a possibilidade concreta de recuperação
e reintregração na sociedade. De fato, em muitos
países é ainda grave a discriminação
em relação a estes doentes, devido a crença
de que a lepra não tem cura e devido as mutilações
que provoca.
A Igreja dirige no mundo 787 leprosários.
Distribuição por continente. Entre parênteses
o país com maior número de centros:
África: 378 (Senegal 137)
América: 55 (total)
América Central continental: 10 (México 7)
América Central Antilhas: 6 (Haiti 3)
América do Sul: 39 (Brasil 20)
Ásia: 348 (Índia 277)
Europa: 4 (Itália 2)
Oceania: 2 (Papua Nova Guiné 2). (S.L.) (Agência
Fides 25/1/2003)
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