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“Pai
bom e misericordioso, rejuvenesça a Sua Igreja na América
com o impulso apostólico de comunidades e grupos cristãos,
para anunciar dentro e fora do Continente o Evangelho de Jesus,
luz e esperança dos povos”
(da oração
de João Paulo II pelo CAM 2) |
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| Segundo
Congresso Missionário Americano |
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| FINALIDADE DO SEGUNDO CONGRESSO AMERICANO
MISSIONÁRIO (CAM 2) |
- a. Após a designação da Cidade de Guatemala
como sede, e da America-central como responsável da realização
do CAM 2, a Comissão da América Central constituída
a tal fim, assim como a Comissão Nacional de Coordenação
em Guatemala, expressaram sua satisfação com a
escolha, esperando assim responder ao apelo dirigido por João
Paulo II em Sua Exortação Apostólica “Ecclesia
in America”: “As Igrejas particulares da América
são chamadas a estender o seu impulso evangelizador para
além de suas fronteiras continentais. Não podem
conservar para si as imensas riquezas de seu patrimônio
cristão. Devem levá-lo ao mundo inteiro e comunicá-lo
àqueles que ainda não o conhecem” (EA,74).
- b. Este Congresso quer portanto estimular, promover e animar
todas as Igrejas particulares a uma vida plena e a um renovamento
na missão e a partir da missão. No CAM 2 as Igrejas
do Continente encontrarão a oportunidade providencial
de iniciar o novo Milênio renovadas em sua identidade
e a partir de sua experiência evangelizadora, com uma
clara, responsável e solidaria projeção
missionária.
- c. Deseja-se portanto motivar a todos (fieis leigos, mulheres
e homens, diáconos, sacerdotes, bispos) a descobrir na
vida de suas Igrejas particulares os desafios e as realidades
que conduzem a sensibilizar mais acerca da urgência da
missão, e a encontrar as estradas mais eficazes para
anunciar o Evangelho da Vida em nossas Igrejas e para além
do continente americano, “o Continente da esperança”.
Nesta perspectiva, o Congresso quer ser um Kairós do
Senhor que estimule e promova o espírito missionário
universal no Continente.
- d. Este espírito missionário deve projetar-se
sem medo no novo Milênio para responder aos desafios que
hoje a sociedade do mundo globalizado coloca, para recuperar
os valores da Primeira Evangelização dos nossos
povos, e redescobrir as suas instituições mais
evangélicas. Do mesmo modo deve ser endereçado
principalmente a encorajar a missão ad gentes a partir
da riqueza que, em nossas Igrejas particulares, é constituída
das comunidades eclesiais vivas e do laicado sempre mais empenhado
e missionário. (Cfr. Plano de Trabalho, p.54)
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